Crise entre Lula e Netanyahu afeta brasileiros que servem no exército de Israel, diz militar

Imagem ilustrativa, criada por IA

Brasileiro que atua nas Forças de Defesa de Israel (FDI) relata impacto pessoal da crise diplomática entre Luiz Inácio Lula da Silva e Benjamin Netanyahu, em meio à guerra contra o Hamas.

A crise diplomática entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Benjamin Netanyahu tem impacto direto na vida de brasileiros que servem como “soldados solitários” nas Forças de Defesa de Israel. A Gazeta do Povo entrevistou um desses militares, um sargento brasileiro que atua na Brigada Givati. Identificado apenas como “S.”, o militar afirmou que a tensão entre os dois países “dói”, por colocá-lo simbolicamente entre a nação onde nasceu e o país que o acolheu.

De acordo com S., que vive em Israel há quase sete anos, a decisão de permanecer no país e ingressar nas FDI veio após o ensino médio e um período de voluntariado. Ele relatou que os ataques do Hamas, em outubro de 2023, foram decisivos para optar pelo serviço de combate, como forma de retribuição ao que considera ter recebido de Israel. Especializado em drones, ele atuou na linha de frente durante a guerra na Faixa de Gaza.

O sargento explicou ainda que o status de soldado solitário gera maior atenção e apoio dentro do Exército israelense, justamente pela ausência de familiares no país. Sobre o distanciamento político entre Brasil e Israel, disse sentir tristeza ao ver o Brasil se posicionar contra Israel, destacando que os israelenses mantêm grande simpatia pelos brasileiros — sentimento que, segundo ele, se intensifica quando sabem que um brasileiro deixou sua terra natal para servir nas forças armadas israelenses.
Com informações de A Gazeta do Povo

Respostas de 11

  1. É sério isso? O que mais tem no Brasil são judeus que vão para Israel prestar o serviço militar e depois retornam ao Brasil e seguem a sua vida normalmente, e se Israel entrar em algum conflito e precisar mobilizar a sua reserva, no dia seguinte os voos que saem de São Paulo para Telaviv estarão lotados. E defender a criação de um estado Palestino não é ser contra Israel, e defender a criação de um estado palestino não é ser a favor do Hamas, Hezbolah ou qualquer outro grupo que não reconheça a existência de Israel como país e que pratique atos terroristas contra a população civil.

    1. um exercito que cometeu crime de perfídia contra o povo brasileiro. que por subserviencia e falta de caráter abandonou o seus a um tribunal de exceção. quem vai querer servir a um exercito sem credibilidade, vide a quantidade de Oficiais e Sargentos concursados que estão pedindo para sair. sem falar que ninguém que fazer exame de admissão para escolar militar. e o Incrível Exército de Brancaleone.

  2. Queixa mais sem sentido. A pessoa sai de seu país para trabalhar como mercenário em outro país. Que ganhe o seu dinheiro, que não tenha escrupulos, que venda sua força de trabalho para um estado que dizima crianças e mulheres, mas que não pretenda que a nação de onde saiu o apoie ou siga sua regra moral baseada no lucro.

  3. Oshi! O governo do Brasil que é inescrupuloso? Só falta falecer no seu serviço particular e ainda impor a administração federal o dever de repatriar o corpo. Ainda bem que o governo já soltou uma nota pública sobre esses serviço mercenário.

  4. Até os EUA? Comunidade Europeia?

    Caso vc seja igual aqueles bolsonaristas que entrevistados sobre o motivo de levantarem uma bandeira de Israel, responde: ” porque são cristãos como nós “, é caso perdido.

    Quem tem bandido de estimação é aquele que não gosta de samba, e bom sujeito não é, é ruim da cabeça, ou doente do pé…conheces alguém que não gostou do samba e não usa havaianas???

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