Viagens do STM custaram R$ 11,8 milhões em 2025

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Despesas com diárias e passagens de ministros e servidores tiveram pico em novembro, mês da COP; tribunal afirma que deslocamentos atendem a compromissos institucionais

Da coluna Cláudio Humberto, no Diário do Poder
Os deslocamentos de ministros e servidores do Superior Tribunal Militar (STM) consumiram mais de R$ 11,8 milhões em recursos públicos ao longo de 2025, segundo levantamento publicado na coluna Cláudio Humberto, no Diário do Poder. O valor refere-se a gastos com diárias e passagens aéreas, pagos pelo contribuinte.

O maior volume de despesas foi registrado em novembro, período da realização da COP, quando as viagens dos 15 ministros do tribunal somaram R$ 219 mil, o pico do ano.

Ao longo de 2025, os ministros do STM realizaram 87 viagens, totalizando uma fatura superior a R$ 400 mil. O maior gasto individual ficou a cargo do ministro Guido Amin Naves, que consumiu R$ 43,7 mil em uma permanência de oito dias para participação em um fórum na Alemanha.

Entre os servidores, destacou-se a despesa da assessora-chefe Helga Ferraz Jucá, que acumulou R$ 38,9 mil em apenas três viagens, a maior parte relacionada à COP. Também houve um deslocamento internacional de curta duração: uma analista do tribunal realizou um bate e volta a Buenos Aires, ao custo de R$ 21,1 mil.

Procurado, o STM informou à coluna que as viagens são previamente autorizadas e realizadas com base na necessidade de participação em eventos institucionais ou de capacitação, com o objetivo de fortalecer a atuação e a legitimidade do tribunal.

Respostas de 6

  1. O povo brasileiro merece cada chicotada que leva. O Tribunal já é uma indecência por si só e ainda esbanjando dinheiro público, o brasileiro banca. Não existe um controle externo terreno para gastos públicos, só Thor, quem sabe.

  2. Não bastasse os penduricalhos que elevam seus subsídios a patamar maior do que na CRFB, ainda tem essa? Um abuso com dinheiro público. Já passou do tempo da JMU ser um braço da JF e do STJ.

  3. Um Tribunal cuja existência em tempos de paz já é um absurdo por total desnecessidade agora acha-se no direito de jogar no lixo quase 12 milhões de reais.

    Que projeto de país é esse?!

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