Seleção Complementar começa em 12 de janeiro
Brasília — O Serviço Militar Inicial Voluntário Feminino 2025 entra na quarta e última fase do processo seletivo com o início da Seleção Complementar, que ocorrerá entre os dias 12 de janeiro e 20 de fevereiro em todo o país. As datas específicas variam conforme o cronograma de cada Força Armada.
Antes da incorporação, as mulheres selecionadas deverão passar por exames clínicos, entrevistas complementares, avaliações de atributos técnicos e testes de preparo físico, considerados requisitos básicos para a formação militar. As informações detalhadas sobre datas e locais estão disponíveis no site oficial do alistamento militar, de acordo com a unidade para a qual cada candidata foi designada.
A iniciativa, realizada de forma conjunta pela Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Força Aérea Brasileira, é inédita e representa um marco na ampliação do ingresso feminino nas Forças Armadas.
Após o ato oficial de incorporação, o serviço militar passa a ser de cumprimento obrigatório, conforme previsto na Lei nº 4.375, de 17 de agosto de 1964, e no Decreto nº 57.654, de 20 de janeiro de 1966. Assim como ocorre com os homens, as mulheres incorporadas não adquirem estabilidade no serviço militar.
A incorporação em 2025 ocorrerá em dois períodos: de 2 a 6 de março e de 3 a 7 de agosto. Na Marinha, as selecionadas ingressarão como marinheiro-recruta; no Exército e na Força Aérea, como soldado, com os mesmos direitos e deveres atribuídos aos militares do sexo masculino.
Ao todo, estão sendo oferecidas 1.467 vagas, sendo 157 destinadas à Marinha, 1.010 ao Exército e 300 à Força Aérea. As oportunidades estão distribuídas em 51 municípios de 13 estados, além do Distrito Federal.
Em 2025, o alistamento militar registrou mais de 1 milhão de inscritos em todo o país. Desse total, cerca de 34 mil foram mulheres voluntárias. No alistamento masculino, de caráter obrigatório, foram registrados 1.029.323 jovens.
O alistamento militar é o principal meio de renovação anual dos efetivos das Forças Armadas, contribuindo para a formação de recursos humanos qualificados e para a manutenção de uma reserva estratégica destinada à Mobilização Nacional.
Com informações do ministério da Defesa
Respostas de 8
Tenho pena não!!
Lacrou em coração?
coitadas!
vão “servir à pátria” por pouco mais de um salário mínimo!
Acho que no McDonald’s estão pagando melhor
Kkkk….um dia irá saber que ” algunas mulheres” não sabem seguer erguer uma enxada e vivem na fofoca igual aos homens, na minha opinião, ser homem ou mulher é irrelevante nesta missão, basta ser profissional, não importa o sexo, assim como nao importam e são questões irrekevantes, são as questões do mimimi de minorias, feminismo e machismo…