Exército estuda compra de drones “kamikaze” e lançadores de munição

Anton Petrus

 

Uso massivo de drones tem sido uma das marcas das guerras modernas e se consolidou como uma das principais armas empregadas no conflito entre Rússia e Ucrânia

Gabriel Garcia, da CNN Brasil
O Exército Brasileiro quer avançar na aquisição de drones, com foco em modelos armados, como os drones “kamikaze” ou capazes de lançar munições.

Segundo relatos de militares à CNN Brasil, o foco no desenvolvimento e na compra de tecnologias de drones e antidrone está no centro das preocupações das Forças Armadas.

O uso massivo de drones tem sido uma das marcas das guerras modernas e se consolidou como uma das principais armas empregadas no conflito entre Rússia e Ucrânia, ao lado de mísseis de cruzeiro.

A corrida por soluções de defesa baseadas nesse tipo de tecnologia movimenta bilhões em pesquisa e desenvolvimento na indústria de defesa, impulsionada pela demanda crescente de governos por sistemas cada vez mais sofisticados, versáteis e de menor custo operacional.

No dia 23 de dezembro, o Exército publicou uma Requisição de Informações (Request for Information – RFI), direcionada a empresas.

O objetivo do RFI é mapear as capacidades do mercado, identificar tecnologias disponíveis e medir o interesse da indústria em projetos envolvendo drones, com foco especial em sistemas de ataque, ou seja, drones armados.

Essa etapa não envolve compra nem contratação. Trata-se de uma fase preliminar, usada pelas Forças Armadas para entender o que já existe no mercado, quais soluções são viáveis e quais requisitos técnicos poderão ser exigidos em uma eventual aquisição

Após a fase de RFI, o processo pode avançar para uma Requisição de Cotação (Request for Quotation – RFQ), quando o Exército passa a solicitar estimativas de preços e condições comerciais das soluções apresentadas.

Em um estágio mais avançado, a Força pode lançar uma Requisição de Propostas (Request for Proposal – RFP), que já é uma solicitação formal. Nesse caso, as empresas precisam apresentar propostas completas, incluindo valores, cronograma de entrega, requisitos técnicos, transferência de tecnologia e suporte logístico.

A partir da RFP, o Exército avalia as propostas e pode, então, dar início ao processo de contratação.
CNN BRASIL – Edição: Montedo.com

Uma resposta

  1. Kamikazes são as praças, inativos e pensionistas depois do fatídico governo Bolsotrevas. Desde 2016 sem qq tipo de aumento essas classes matam um leão por dia pela sobrevivência. Aqueles que moram em capitais literalmente são sobreviventes pois o salário paga apenas aluguel, energia elétrica e água, o resto vem de bico de Uber, corretor de imóveis etc. Tem praça em cidades como Manaus, São Paulo e Rio de janeiro que são verdadeiros kamikazes na busca de uma vida digna para seus familiares.

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