Suboficial Evaneilmo de Morgado concluiu o Curso Superior (Altos Estudos) em Defesa Nacional, na Argentina
Salvador – O Suboficial Evaneilmo de Morgado Santos, nascido no município de Alagoinhas-BA, filho de Ednilson Vicente dos Santos e Vilma de Morgado Santos (in memoriam), com 27 anos na Marinha do Brasil (MB) e atuando na Força de Trabalho do Hospital Naval de Salvador, recentemente entrou para a história da Marinha do Brasil ao ser o primeiro praça a receber a maior honraria concedida pela câmara dos vereadores da Cidade do Salvador – Bahia (BA), ao qual foi-lhe outorgada a Medalha Thomé de Souza. Em seu texto de agradecimento, o referido Militar reforçou que seguirá na busca constante do aprimoramento profissional para futuramente continuar atuando e contribuindo com o sistema educacional de jovens, após sua transferência para a reserva da Marinha, nos próximos 4 anos.
Tal promessa, realmente vem se consolidando com o atual mérito, de excepcional relevância, implicação profissional e representação do País e da Marinha do Brasil (MB) no exterior, trazido nesta matéria jornalística, através da sua conquista inédita ao concluir com êxito o prestigiado Altos Estudos através do Curso Superior em Defensa Nacional (Especialização Avançada), realizado na Facultad de Defensa Nacional da Argentina (FADENA) / Universidad de la Defensa Nacional (UNDEF), reforçando o profissionalismo e dedicação do Suboficial Morgado à sua Instituição e seu País.
Sobre o Curso de Defesa Nacional da Argentina (FADENA)
O Curso Superior de Defesa Nacional (CSDN), na Argentina, é um Curso de Especialização Avançada, conforme Regulamento da Argentina (RFP-70-04-I), possuindo uma carga horária de cerca de 273 horas, considerado como um curso de difícil conclusão, com duração de quase 10 (dez) meses intensos. Os participantes são submetidos a aulas e atividades que abrangem disciplinas obrigatórias, como: Defesa Nacional; Instrumento Militar; Geopolítica; Estratégia Militar; Relações Internacionais; Inteligência Estratégica; Economia e Defesa; Industria de Defesa; Cibersegurança e Defesa; Planejamento de Defesa e Logística; Cenários Políticos e Defesa Estratégica Contemporânea; Pensamento Estratégico; Operações Militares; Operações de Paz, dentre outras atividades acadêmicas, que foram transmitidas por personalidades de grandes conhecimentos acadêmicos (Mestres e Doutores) ao qual compõem o seleto corpo docente da FADENA/UNDEF. Todas essas disciplinas estão diretamente ligadas à Política Nacional de Defesa (PND), ao Objetivo Nacional de Defesa (OND-6) “Ampliar o envolvimento da sociedade brasileira nos assuntos de Defesa Nacional”, e com o Livro Branco de Defesa. Não obstante, a missão da Escola Superior de Defesa (ESD) é “desenvolver atividades acadêmicas em temas de interesse da Defesa Nacional, considerados os campos de segurança e desenvolvimento, com o propósito de contribuir para o fortalecimento da mentalidade de defesa na sociedade brasileira.”. Sendo assim, verifica-se que o Tema Defesa Nacional é assunto de extrema relevância para as Instituições e população brasileira.
A seleção para participar do Curso requer uma prévia analise curricular, exigindo no mínimo: Possuir Curso Superior; Noção Básica de Espanhol; e Disponibilidade para interagir nas aulas (ao vivo) às Terças, Quartas e Quintas-Feiras das 18 às 21hs, em todo o Ano letivo. De forma esporádica, ocorrem também, aulas extras, às Segundas e Sextas-Feiras, para complementar o currículo. Outros militares e civis que desejarem conhecer e tentar realizar o Curso Superior em Defesa Nacional podem buscar informações no site https://www.undef.edu.ar/fadena/ ou nos E-mails funcionais: info@fadena.undef.edu.ar e curso.superior@fadena.undef.edu.ar. O contato do Suboficial Morgado também está disponível em suas redes sociais. O Curso de Defesa Nacional tem como objetivo específico complementar os estudos dos militares de altas patentes para exercer função de Estado-Maior, tornando-os altamente capacitados para prestar assessorias acertivas, garantindo que cada processo operacional esteja alinhado e pronto para agregar valor nas tomadas de decisões, requisitos essenciais nos planejamentos, conduções e sucesssos de diversas missões. Pelo seu excelente desempenho, o Suboficial Morgado entrou, pela segunda vez, para a história da Marinha do Brasil, dessa vez, como primeira e única Praça das Forças Armadas do Brasil à realizar esse seleto curso, superando cada etapa com excelência, enfrentando não apenas os desafios acadêmicos, mas também a adaptação ao método de ensino militar-estratégico da Argentina, consolidando sua posição como um militar em destaque Nacional.
Equiparação do CSDN nas Forças Armadas e impacto na Carreira
No Brasil, o CSDN é reconhecido e equiparado pelo Exército Brasileiro (EB) e pela Força Aérea Brasileira (FAB) como Curso de Altos Estudos, em consonância com as Portarias nº 040-EME, DE 14 DE MARÇO DE 2018, do EB e nº 86/DPE, DE 20 DE ABRIL DE 2020, da FAB, respectivamente. Não foi encontrado documentos na Marinha do Brasil que remete à tal equivalência, ficando a cargo do Diretor-Geral da Marinha em reconhecê-lo, conforme inciso 8.5.12 da da DGPM-101 (9ª Revisão), in verbis: “Os casos omissos serão submetidos para avaliação do DGPM”. No EB e na FAB o Curso Superior (C-SUP) é realizado por Oficiais Intermediários/Superiores para que esses possam adquirir requisitos de carreira para ascender até o último posto por Merecimento/Antiguidade. Na MB, o C-SUP é realizado exclusivamente por Oficiais Superiores no Posto de Capitão de Corveta. Considerando que o C-SUP requer uma base acadêmica e intelectual acima da média, suas seleções e atividades são criteriosas. Sendo assim, o fato do Suboficial Morgado, almejar tal conquista, diante do duro processo seletivo e exigências acadêmicas, durante todo período do Curso (Fevereiro a Novembro de 2025), e tornar-se a primeira Praça das Forças Armadas a conquistar tal feito, demonstrou possuir méritos excepcionais ao contribuir com a diplomacia e comprometimento exemplar com a Defesa Nacional perante o cenário internacional, por se destacar como único Brasileiro junto à um corpo discente composto por representantes de alguns países. Não obstante, observa-se o tema Defesa Nacional como excepcional relevância em proveito das relações exteriores, considerando a atuação do Militar como serviço notável ao País e uma seleta oportunidade de nova janela para uma parceria acadêmica, entre o Brasil e Argentina, visando o aprimoramento e/ou qualificação profissional de outros militares e civis. Destarte, cabe ressaltar que as autoridades e/ou seus assessores, que ocupam cargos do Ministério da Defesa, Ministério das Relações Exteriores, Embaixadas, Consulados, dentre outros, e possuem esse Curso, certamente agrega valor em diversos processos.
Meritocracia, Representatividade Nacional, Legado e Comendas
Com intuito de disseminar e potencializar o princípio da meritocracia perante todas as Forças Armadas, em consonância com a política de incentivação ao ensino, mediante a colaboração da sociedade, prevista no artigo 205 da Constituição Federal, com toda certeza o Suboficial Morgado, praça da Marinha do Brasil, será agraciado por diversas Medalhas Nacionais e Estrangeira, por ter representado o Brasil no exterior (especialmente as Praças das Forças Armadas) e adquirir o mérito de atuação em excepcional relevância, ao fortalecer os laços de diplomacia, nas relações exteriores e com o Tema Defesa Nacional, mediante sua conquista ímpar através da sua busca incessante pelo aprimoramento profissional e conhecimentos que redundam em proveitos especiais para as Forças Armadas.
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Equivalência com o Curso de Altos Estudos para Praças
Em 2023, a MB abriu uma janela para os Suboficiais adquirirem Altos Estudos – Categoria I através do Curso de Graduado-Master, com duração de 03 (três) meses (1ª fase do curso com 03 semanas na modalidade Ensino à Distância (EaD) e 2ª fase com 09 semanas de aulas presenciais), realizado na Universidade da Força Aérea, tendo como disciplinas principais: Assessoria, Liderança e Gestão de Processos. Informações coletas na Mensagem R-151832Z/MAR/2023, de PESMAR e no Site (internet) da Força Aérea Brasileira. Após o fato pioneiro nas Forças Armadas, em que a Marinha do Brasil passa a ter em seu Quadro a primeira praça com o Curso Superior (C-SUP) em Defesa Nacional, no Exterior, vislumbra-se que a Administração Naval, convalide, de Ofício, a equivalência do Curso como Altos Estudos para Praças, ofertando-o como nova janela de oportunidade para outros Suboficiais adquirirem os benefícios dos Altos Estudos na carreira, após conclusão do longo Curso, em observância ao inciso 1.3.8 da DGPM-101 (9ª Revisão), in verbis: “Cursos de Altos Estudos Militares, que conferem diploma de pós-graduação em Ciências Navais, equivalente a cursos de pós-graduação “stricto sensu”, no Curso de Política e Estratégia Marítimas (C-PEM) e no Curso de Estado-Maior para Oficiais Superiores (C-EMOS); e diploma de pós-graduação “lato sensu” no Curso Superior (C-Sup).” (grifo próprio), combinado com o inciso 8.5.12 da da DGPM-101 (9ª Revisão), e considerando que o CSDN possui alinhamento estratégico com as necessidades da MB, no que tange ao assessoramento e potencialização do Tema Defesa nacional.
O PEM-2040, prevê: – No Objetivo Naval (OBNAV 11): “Aprimorar a Gestão de pessoas”; – Na Estratégia Naval (EN) 11: “Pessoal – Nosso Maior Patrimônio”; que desmembra-se na Ação Estratégica Naval (AEN) – Pessoal-2: “Aprimorar a capacitação de pessoal da MB”; e tendo como um dos responsáveis o Diretor-Geral de Pessoal da Marinha (DGPM), e como meta: “Capacitar o pessoal da MB em diversos segmentos, envolvendo a infraestrutura e os processos utilizados pelo Sistema de Ensino Naval (SEN) e pela Rede de Pós-graduação e Qualificação Especial da MB na formação, na capacitação física, no exercício da liderança e aperfeiçoamento contínuo do nosso pessoal para o enfrentamento dos desafios impostos pela Era do Conhecimento”. Por fim, contempla-se como Alinhamento Estratégico o Objetivo Nacional de Defesa número 6 – OND 6: “Ampliar o envolvimento da sociedade brasileira nos assuntos de Defesa Nacional”. Todo esse arcabouço doutrinário reforça na excepcional importância da valoração do tema Defesa Nacional, em consonância com o Livro Branco de Defesa Nacional.
O impacto da conquista para a Marinha do Brasil
A conclusão bem-sucedida do CSDN pelo Suboficial Morgado tem um impacto direto na Marinha do Brasil, especialmente no âmbito do Comando do 2° Distrito Naval, subordinado ao Comando de Operações Navais. A experiência adquirida durante o curso representa um importante intercâmbio de conhecimentos entre Brasil e a Argentina, tornando a Força Naval mais uma vez pioneira nos feitos históricos, mantendo o legado das tradições revividas em memória do Almirante Tamandaré — patrono da Força —, cujo compromisso com os princípios de bravura, honra e dedicação, marcaram a vida desse grande brasileiro.
Assim como Tamandaré dedicou sua vida à defesa da Pátria e ao bem comum, o Suboficial Morgado demonstra manter-se firme diante dos desafios, cultivando a chama do civismo, do contínuo aprimoramento profissional, da lealdade e do amor ao Brasil.
Esse tipo de formação internacional eleva o padrão de capacitação militar brasileiro, introduzindo metodologias e conhecimentos importantes de ensino e práticas operacionais aplicadas na defesa de qualquer Estado. O conhecimento adquirido pelo Suboficial Morgado será, sem dúvida, multiplicado em momentos oportunos, beneficiando novos militares ou civis que passarão por treinamentos e capacitações sob sua instrução, ou até mesmo nas assessorias governamentais, em futuros cargos assumidos pelo referido Militar, após a sua transferência para a reserva da Marinha (TrRM).
Além disso, a participação do Suboficial Morgado no curso reforça a reputação internacional das Forças Armadas Brasileiras, mostrando que os militares do país, mesmo em postos inferiores, possuem a competência e a dedicação necessárias para se destacarem em programas de qualificação de alta exigência ao redor do mundo. Não obstante, reitera-se que o feito também fortalece os laços entre o Brasil e a Argentina, consolidando uma parceria estratégica de grande relevância para ambos os países.
Outros Cursos e Medalhas conquistados pelo Suboficial Morgado
Além do recente Curso de Altos Estudos (CSDN) concluído na Argentina pelo Suboficial Morgado, não é surpresa que o referido Militar possua em seu curriculum outros Cursos e Medalhas, que confirmam o seu profissionalismo e dedicação contínua. O aprimoramento profissional está diretamente ligado à moral e à ética, pois a busca por melhorar o conhecimento e as competências no trabalho contribui para a conduta ética, a construção de uma boa reputação e a promoção de um ambiente de trabalho mais justo, respeitoso e transparente. Tudo isso, certamente facilitará seu ingresso e sucesso no mercado de trabalho, após a sua TrRM, dentro dos próximos 4 anos, conforme a seguir:
Cursos:
– Bacharel em Direito (Faculdade Estácio);
– Curso Tecnólogo em Investigação Forense e Perícia Criminal (Faculdade Estácio);
– Curso de Direito Internacional Humanitário e dos Conflitos Armados (EUA);
– Curso de Especialização em Política Estratégica (Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra – ADESG);
– Curso de Inteligência Avançada (Instituto Cátedra de Pós-Graduado);
– MBA (Lato Senso) em Gestão da Inteligência Estratégica (FACIIP / ADESG);
– Extensão Universitária Combate ao Crime Organizado e Mercado Ilícito na América (USP);
– Extensão Universitária – Direito Internacional Humanitário (Escola de Guerra Naval – RJ);
– Aprovado na Certificação Internacional (EUA) em Estudos Militares para Operações de Paz, pelo Peace Operations Training Institute);
– Curso de Especialização em Educação Física (CIAA – MB);
– Curso de Aperfeiçoamento em Educação Física (CEFAN -MB);
– Diversos Seminários na Junta Interamericana de Defesa (EUA) sobre Direitos Humanos; e
– Outros.
Medalhas:
– Medalhas de Serviço Militar 10 e 20 Anos (Marinha do Brasil);
– Medalha dos Pacificadores (Consultoria Nacional de Outorgas – RS);
– Medalha Marechal Lott (Consultoria Nacional de Outorgas – RS);
– Medalha Peacekeeper (ABFIP/ONU);
– Medalha da Campanha Operação Covid-19 (ABFIP/ONU);
– Medalha Tiradentes (ABFIP/ONU);
– Mérito Humanitário (Ass. Brasileira das Forças Internacionais de Paz da ONU – ABFIP);
– Medalha Pedro Ernesto – Grau Oficial (AIEB);
– Medalha da Ordem do Mérito IBDM Ruy Barbosa – Instituto Brasileiro de Direito Militar;
– Medalha Thomé de Souza – Câmara Municipal de Salvador/BA.
Homenagem e dedicação
O Suboficial Morgado, recentemente postou em seu Instagram (Evaneilmo Morgado) uma linda mensagem de homenagem aos seus líderes, inspiradores profissionais, Ednilson Vicente dos Santos (Pai – in vita), Almirante Marcos Borges Sertã (in memoriam), CMG Levs Leandro de Sá e CMG Lúcio Marques Ribeiro, in verbis:
“Em 2021, dediquei minha conclusão no Curso de Direito, especialmente, para minha Esposa e Filhos (Arthur Morgado e Davi Morgado). Hoje, ao alcançar uma nova conquista acadêmica, não posso deixar de voltar o pensamento e memória a meu Pai, CMG Levs, CMG Lúcio e ao Almirante Sertã, este último que partiu antes de ver este momento acontecer.
Meu Pai, quero te agradecer de coração por todo o apoio, incentivo e exemplo que você sempre me deu. Essa conquista também é sua, porque sem o seu suor e suas árduas noites acordado trabalhando de forma responsável, não teria condições de financiar uma excelente educação para mim e meus irmãos. Essa educação, somada com seus valores sociais, adquiridos nos 02 (dois) anos no Exército Brasileiro, nos 06 (seis) anos na Polícia Militar da Bahia e por fim nos 34 (trinta e quatro) anos na Petrobras, e transmitidos aos filhos, fez com que a vitória chegasse de forma plena, mesmo após muitos desafios. Sem os ensinamentos eu não teria chegado até aqui. Obrigado por tudo. Seguimos firmes… Te amo!
CMG Levs, CMG Lúcio e Almirante Sertã, mais do que superiores hierárquicos, os senhores foram exemplos de liderança, disciplina e honra. Suas condutas firmes, seus sensos de justiça e seus comprometimentos com a missão inspiraram não apenas minha trajetória profissional, mas também a minha busca por crescimento pessoal e acadêmico.
Durante minha jornada, levei comigo muitos dos ensinamentos que aprendi sob suas lideranças. E é impossível não reconhecer que essa vitória também carrega suas marcas — a marca de quem souberam formar não apenas militares, mas também cidadãos conscientes do valor, do dever, da dedicação e do conhecimento.
CMG Levs e CMG Lúcio, não faltará oportunidades para comemorarmos mais essa vitória. Almirante Sertã, sua ausência é sentida em muitos momentos profissionais, mas sua presença permanece viva em cada atitude correta, em cada escolha honrada e em cada conquista daqueles que tiveram o privilégio de servir ao seu lado.
Esta vitória é dedicada também à sua memória.
Com respeito, saudade e eterna gratidão.
Evaneilmo Morgado
Um subordinado que jamais esquecerá seus verdadeiros líderes.”
Mensagens final dedicada especialmente às Praças das Forças Armadas
Em uma sociedade que carrega com orgulho a máxima de que “o estudo liberta”, é nosso dever, como Militar, reforçar o mérito e o valor inegociável do conhecimento na formação do cidadão e do profissional. Estudar é mais do que adquirir informações — é construir senso crítico, fortalecer a disciplina e ampliar horizontes. É por meio do estudo que o ser humano se torna protagonista de sua própria história, superando limitações e contribuindo ativamente para a evolução da coletividade.
Que cada um que leu essa matéria, em especial às Praças das Forças Armadas, jamais percam de vista esse propósito. Sigam firmes, determinados e conscientes de que a educação é a chave que abre as portas da liberdade e do futuro. Porque, de fato, o estudo liberta — e quem escolhe esse caminho nunca caminha em vão.
DEFESA EM FOCO – Edição: Montedo.com
Respostas de 29
“Um subordinado que jamais esquecerá seus verdadeiros líderes.” Excelente, ST ! Aqui no EB tem muito praça alopradinho q esquece isso.
Asp (NPOR/25) “Ao braço: firme!”
kKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK aspirante NPOR da turma 2025, achando que manda em algo, EU VIVI PRA VER ISSO KKKKKKKK
Esse ai não sabe nem o que é militarismo, o que a maioria tem de ferias ele não tem de serviço ativo. Vai toma teu nescau aspira.
Filhão tu é um desempregado.
Vai fazer uma faculdade, um concurso.
Vai fazer algo, desencana do exército, vc é descartável e já deve ter sido até descartado
Sai pra lá recruta de estrela. Esse Blog é nosso. Vai caçar sua turma. Aliás recruta é mais ralado que vcs.
😂😂😂… Asp Eng de NPOR… Um recruta de terceira baixa melhorado… Um denorex… Que Parece mais não é… Um EV de baixa qualidade estrelado… Um verdadeiro estranho no ninho….😂😂😂… Aspira: vc é um verdadeiro comediante… Lembrei até daquela música de entrada da famosa série: os trapalhões…
Tudo isso pra ganhar menos que um Soldado da polícia militar do Distrito Federal.
Concurso PMDF
NÍVEL SUPERIOR
abre de 4 em 4 anos
Bem menos vagas
Usa armas para defesa da sociedade, não para cerimonial para o almirante.
Presta um serviço público, todo mundo já ligou no 190, e vc ai tirando serviço vigiando árvore e esperando o CMG chegar para executar as “honras militares”
Seu serviço é faxina, formatura e powpow
O deles a munição é real. Pmdf não adquire municão de festim.
Um soldado da pm tem que ganhar muito mais mesmo. Ele fez um concurso de nível superior, o cargo que ele ocupa é de nível superior, e os cargos das FFAA são de nível médio (oficial npor executa)
Para um concurso de nível médio o salário é alto demais! Compare dentro da estrutura do executivo da União, um técnico de ministério ganha 6 mangos.
Um médico perito do inss ganha 13 mil, teve concurso agora, esse valor é bruto.
Reclamando do que, moço? Pro que vc faz o povo te remunera como um marajá
Falando bobagem, tio?!
És um ser recalcado.
A maioria dos militares da FAs tem curso superior, tio.
Felizmente, pessoas como você (tiozão) NÃO merece nem atenção!
Ter curso superior na uniesquina isso a maioria da população brasileira tem.
Isso não faz de você um aprovado em concurso de nível superior. Isso não faz a complexidade do seu cargo de nível superior, e é a complexidade das atribuições do cargo que determina a remuneração.
Seu comentário é a prova de que você ganha bem demais. Você nem ao menos entende que fez um concurso de nível médio, e ter feito uma faculdade paga não muda os requisitos de ingresso do seu cargo.
Ta bom demaissssss
Tiozão recalcado!
Algum militar deve tê-lo admoestado….kkkk
Procure um analista, tio com segundo grau incompleto!
Ao comentarista Rodolfo.
Apenas responda objetivamente:
1) qual a escolaridade exigida para seu concurso?
2) qual o benefício à sociedade para uma formatura ou serviço de guarda com cerimonial?
3) é verdade que para ser tenente ou sargento temporário basta o ensino médio?
4) diante disso, qual a complexidade do cargo? Superior, médio ou fundamental?
Responda sem gírias ou fuga do tema.
Abraços amigo, sou ex-sgt de 2008, atualmente prf. Aqui a munição é real.
Eu, no Exército, saí QAO por insistência no serviço ativo, e antes de ir para a reserva fiz um curso por correspondência de um mês e pouco, e ganho à título de Adicional de habilitação, muito mais que o SO da marinha.
melhor que 90% dos QAO do eb mas infelizmente irá para reserva como SO…
uma carreira única e melhor estruturada para o CP das três forças resolveria isso facilmente… é só inserir mais duas graduações na carreira dos praças…
O curso foi custeado pelo proprio militar …
Tá explicado a benevolência…
Esse curso não é de alto estudo, é um
Curso Superior de Defesa Nacional, que é um Curso de Especialização Avançada. A Marinha não o reconhece porque tem o mesmo curso disponível para Suboficiais e Primeiros Sargentos. Como é um curso que também é oferecido pela força não porque reconhecer um feito no exterior.
A estrutura militar fundamenta-se na clara distinção entre carreiras, atribuições e responsabilidades, sendo a separação entre praças e oficiais um elemento basilar da hierarquia e da disciplina. Nesse contexto, os cursos de formação e aperfeiçoamento não constituem meros instrumentos acadêmicos, mas meios institucionais de habilitação funcional, diretamente vinculados às prerrogativas legais de cada carreira.
Os cursos típicos de oficiais têm como finalidade central a formação para o comando, a chefia e a direção, nos níveis tático, operacional ou estratégico — atribuições que, por força de lei e da própria Constituição Federal, são privativas do oficialato. Por essa razão, todo curso destinado ao ingresso no oficialato deve, necessariamente, conter formação específica em funções de comando, abrangendo liderança formal, tomada de decisão, responsabilidade hierárquica, gestão de pessoal e emprego da autoridade militar. Não se trata de conteúdo acessório, mas do núcleo essencial da formação, visto que o oficial ingressa na carreira justamente para exercer o comando, ainda que em níveis iniciais.
Esses cursos pressupõem autoridade legal prévia ou iminente, poder decisório e responsabilidade institucional ampliada. Não se limitam, portanto, à capacitação técnica, mas voltam-se à preparação para o exercício do poder de comando, com todas as consequências disciplinares, administrativas e operacionais dele decorrentes.
Já os cursos destinados às praças possuem natureza distinta, voltada ao emprego técnico, à execução qualificada, à supervisão imediata e à liderança operacional restrita, sempre subordinada à cadeia de comando dos oficiais. Embora possam ser complexos e de alto nível técnico, não têm por finalidade habilitar o militar ao exercício do comando formal, mas sim ao desempenho eficiente das funções inerentes à carreira de praça.
Nesse cenário, a oferta, a abertura ou a licitação de cursos típicos de oficiais para praças representam um desvio de finalidade educacional e institucional, pois rompem a coerência entre formação e carreira.
Ainda que o curso, isoladamente, não conceda comando imediato, ele simula atribuições privativas do oficialato, cria expectativa funcional ilegítima e enfraquece a separação constitucional e legal entre as carreiras.
Sob a ótica constitucional, tal prática pode colidir com o art. 37, II, da Constituição Federal, ao permitir que conteúdos e habilitações próprios de cargos de oficial sejam acessados sem o devido ingresso por concurso específico, relativizando o princípio da legalidade e do mérito estruturado. A capacitação não pode ser utilizada como atalho para transposição funcional, ainda que indireta ou futura.
Portanto, a separação entre cursos típicos de praças e cursos típicos de oficiais — especialmente aqueles voltados ao ingresso no oficialato — não constitui discriminação ou negação de mérito, mas exigência de coerência institucional, preservação da hierarquia e respeito ao modelo constitucional de acesso e exercício das funções militares. Os cursos devem capacitar para a função própria da carreira e, no caso do oficialato, o comando é elemento indissociável da formação, sob pena de descaracterização da própria essência do cargo.
Excelente explicação.
Parabéns ao SO, um grande passo para ele mas, um “marcar passo” para a Marinha.
Sr. Anônimo! Permita-me uma observação. O Sr. Gastou uma energia desnecessária para associar um curso de estratégia nacional às habilidades que o oficial tenha que possuir para comandar. Tal habilidades, as de comandar, devem ser adquiridas na Escola Naval.
É fácil encontrar oficial que foi ao exterior para fazer cursos e não agregou nada para a força.
São argumentos corporativistas em favor dos oficiais que uma mínima auditoria é capaz de resolver toda essa mística de cursos no exterior.
Anônimo “…sou ex-sgt de 2008,”
Só falta você me dizer que trabalha em BSB e vive com a Marcela.
Kkkkkkkkk
Não preciso te responder nada.
Qndo eu passar em concurso e sair da MB, nem entro para comentar nada em bolg de milico algum.
As munições que uso são reais.
.40 e 357
Uma explicação técnica excelente. Mas fora da realidade que vivemos, nossas FA estão abarrotadas de militares se valendo dessa explicação para ganhar “louros”, mas trabalho que é bom – nada. Meus melhores auxiliares foram sargentos graduados e pós-graduados. Dou graças a Deus que eles estavam comigo no momento mais difícil. Entendam que há regrs com exceções.
O referido SubOficial é casado com uma oficial superior, também da MB.
Os SO da MB e FAB são o topo da carreira para os Praças dessas Forças, pois apenas em torno de 5 a 9% dos sargentos chegam ao oficialato, muito abaixo do percentual de 75% no EB!
Isso faz com que, os Suboficiais tenham uma desvalorização salarial substancial em relação aos Praças no exército, apesar de que, possuírem formação muito mais técnica que seus outros pares!
A solução seria a MB e FAB terem uma carreira diferenciada em relação ao EB, Suboficiais deveriam ter soldo equivalente ao soldo de capitão!
Assim, fariam justiça!!
Sabe nada. 75% da turma que entra será o cálculo para vagas de TODO o QA. Não sairao apenas de uma turma.
Curso de altos estudos de acordo com a legislação equivale ao de pós graduação lato sensu. Na MB o curso de Hab-SG é de nível médio, a MB costuma alegar para o judiciário e MPF que os curso de Altos Estudos das Praças são EQUIPARADOS aos altos estudos para burlar a legislação. Não estou desmerecendo a Praça SO em questão, todavia não se trata verdadeiramente de altos estudos.
Entendi e concordo.
Mas se vc ler as “teses” de “mestrado” dessas escolas militares, verá que é bizarro considerar aquilo como “altos estudos”.
Nem monografia de graduação é tão pobre
A inveja é uma “M”.
Realmente está com razão, são sofríveis a construções de conhecimento desse nicho. Somente serve para esse mundo deles.
Militar muito mau visto pela tropa