Forças americanas realizaram ofensiva aérea de grande escala em vários pontos do território sírio
Os Estados Unidos lançaram, na noite de Sabado 19 de Dezembro para 20 de Dezembro, uma operação militar de grande escala em várias regiões do país contra alvos do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) na Síria. As autoridades norte-americanas indicaram que a operação foi ordenada em resposta direta ao ataque de 13 de dezembro, na região de Palmyra, que provocou a morte de dois militares dos EUA e de um intérprete civil.
A operação militar envolveu mais de 70 alvos distribuídos por diferentes pontos do território sírio e foi descrita pelas autoridades norte-americanas como uma ofensiva de grande escala. O início das acções foi registado às 16h00, hora de Washington, recorrendo a aviões de combate, helicópteros de ataque e sistemas de artilharia.
Neste momento, já foi confirmado que cinco membros do Estado Islâmico foram mortos na província de Deir Ezzor, entre os quais o responsável por uma célula ligada à utilização de drones. As acções visaram células activas do grupo jihadista nas regiões de Homs, Raqqa e Deir Ezzor, numa tentativa de enfraquecer a sua capacidade operacional.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que se tratou de uma resposta firme ao ataque contra forças norte-americanas. O presidente americano declarou “todos os terroristas que são suficientemente maus para atacar os americanos estão, por este meio, avisados.”
No dia 13 de dezembro de 2025, o Estado Islâmico atacou uma base militar americana na Síria, causando a morte de dois soldados americanos e de um intérprete civil, e ferindo vários outros.
Washington apresentou os bombardeamentos como represálias destinadas a atingir combatentes, infraestruturas e capacidades operacionais do grupo.
Pelo menos mil membros das forças armadas americanas continuam destacadas no norte da Síria e na base de Al-Tanf, enquanto o futuro da presença militar norte-americana no país permanece em debate.
rfI – Edição: Montedo.com