“Garantir o acesso desses sargentos à graduação de suboficial é uma questão de justiça, dignidade e respeito aos princípios constitucionais.”
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados discutiu, nesta terça-feira (21), os custos para que o governo federal garanta o acesso dos sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica à graduação de suboficial.
O debate foi solicitado pelo deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), que propõe uma avaliação dos impactos orçamentários e financeiros da possível reestruturação da carreira dos sargentos. Para o parlamentar, a mudança corrige desigualdades enfrentadas pelos sargentos do Quadro Especial, que são limitados à graduação de segundo-sargento, ao contrário dos taifeiros da Aeronáutica, já contemplados com a ascensão até suboficial pela Lei 12.158/09.
“Garantir o acesso desses sargentos à graduação de suboficial é uma questão de justiça, dignidade e respeito aos princípios constitucionais. É também uma forma de reconhecer o serviço prestado à Força Aérea Brasileira e ao Brasil, promovendo equidade e valorização das Forças Armadas”, afirmou o deputado.
Participaram da audiência como debatedores os veteranos do QESA Rogério Guimarães Reis e Marco Antônio de Medeiros, além do advogado Gladstone Soares da Silva.
O ministério da Defesa não enviou representante, alegando que há entendimento consolidado no âmbito da pasta de que os sargentos do QESA não tem direito de acesso à graduação de suboficial.
Confira os principais momentos da audiência
Deputado Aureo Ribeiro
Sargento do QESA Antônio Donisete dos Anjos
Sargento do QESA Rogério Guimarães Reis
Sargento QESA Marcos Antônio de Medeiros
Advogado Gladston Soares da Silva
Vídeo completo
Com Agência Câmara de Noticias
Respostas de 23
P A T É T I C O
Patético?
Como assim meu nobre?
O Ministro da defesa só estar preocupado com os salários dos oficiais Generais. Ele foi coeso e claro.
Praças vamos estudar e cair fora o barco verde oliva, azul celestes e branco estão afundando.
Concordo. E tudo isso não passa de uma estratégia para enfraquecer cada vez mais a tropa: “dividir para conquistar”
Entao o MD sequer mandou representante! Como faz falta um deputado com a fibra do saudoso major Olimpio.
Como sempre, surpresa zero, mais uma vez estampado para todos os parlamentares e companheiros, que a copa da pirâmide só se preocupa com os seus, quanto aos praças de forma geral, que se lasquem, que sobrevivam do jeito que der. Enquanto em outras forças de segurança a diferença entre a copa e os estamentos inferiores varia de 4,5 a 6 vezes a diferença salarial, nas forças armadas, passa de 15 vezes a diferença, isso, sem falar em outras regalias e põe regalias nisso. Se os companheiros quiserem algo que lhes é justo, não conte com seus Superiores, mas com parlamentares que defendam sua causa. A história mostra isso em passado não muito distante.
Sou SubOficial da reserva, mas lembro bem de uma frase que ouvi de um sub quando eu era 3° Sargento, ” nosso únicos estão dentro dos muros da instituição. E é pura verdade.
Verdadeiro tapa na cara de quem se dedicou, estudou, para passar em um concurso público concorrido, sofreu 2 anos a vida miserável de aluno, realizou o CAS e no final receberá talvez um salário menor que aqueles que não precisaram passar por todas essas etapas e sempre exerceram função de pouca ou nenhuma responsabilidade. A EEAr, assim como a ESA não valoriza seus quadro, somos humilhados da formatura até o final da carreira. Se é que podemos chamar de carreira.
O seu pensamento medíocre é o retrato fiel que mostra como a tropa pensa. Ao invés de se preocupar com a sua situação, reinvendicanso melhorias para o seu quadro, se incomoda com colegas de farda que buscam de forma legítima um pouco de dign8dade. Seu comentário precisa realmente ser feito como um “anônimo”
Conheci muitos “cabos-velhos” que estudaram e foram para escola. Uns chegaram até a realizar o CAS, porém foram para reserva como primeiro sargento.
Daí, vem essa turma que não estudou querendo ser suboficial na tora? Seria um tapa na cara dos outros que estudaram e não chegaram a ser suboficial pq a compulsória os pegou.
O que fizeram com os QE/QESA da reserva, em não promover a segundo sargento foi uma sacanagem. Mas, SUBOFICIAL, aí já é querer muito.
Não fala besteira. Pegou o bonde andando e quer opinar oque? Assista o vídeo da Audiência e talvez entenda alguma coisa sobre o assunto. Porque para quem entende um pouco de militarismo foi tudo muito claro . Até uma criança Entenderia sobre o assunto.
No mínimo tá de brincadeira em dizer isso se vc está se sentindo prejudicado ,corra atrás dos seus direitos e não ficar falando , corra atrás!
Acredito que toda classe tem direito a buscar melhorias. Os QESAs estão fazendo isso. Se conseguirem, ótimo para eles. Mas nao tem como negar que seria injusto em relação a quem estudo e passou nos exames para EEAR, ESA. Então quem é sargento de carreira deveria chegar a capitão automaticamente?
Taifeiros estão sempre à frente…
Conquistam os chefes pela barriga, por isso a maioria está pançuda.
Quero entender como as CB feminino foram a sgt e posterior a SO até OF faqueiro até a SO inclusive na reserva.
Depois promoveram em 2921 os qesas da ativa a 2S e eu QESAS com 37 anos de FAB com vários cursos operacionais e ministrando instruções oara sgt recém chegado da escola continuo 3S é simplesmente uma humilhação para um profissional
os militares adoram o Bozo mesmo tendo a lei de reestruturação em 2019 dado até 75% de aumento nos penduricalhos altos estudos para oficiais, e deixado os graduados da reserva e pensionistas de fora.
Quem gosta de praça, é pombo..kkkk
Os oficiais generais estão cheios do dinheiro, morando em mansões, pagando ninharia, com transferências para botar muita grana no bolso, e o Bozo tá rico.
Mas a grande maioria dos militares adoram o Bozo
Segundo a PF Bolsonaro tem 44 milhões de reais na conta corrente… 17 vieram de Pix dos o t á r i o s idólatras do sujeito. E os outros 27 milhões ?!? Fora 2 mansões que o criminoso tem em um condomínio de luxo frente ao mar na Barra da Tijuca e os 105 imóveis da família.
Porém os militares adoram o Bozo, ele é idolatrado pelos milicos..kkkkkkkkk
É cada Zé ruela que aparece aqui.
O carniça de Garanhuns nem precisou de depósito Pix para ficar podre de rico. Ele mesmo “desviou”.
Toma vergonha e deixa de passar pano para gatuno, Zé do boga!
Borges ta certo, bozo se trata de um politico mediocre e desqualificado, com dezenas de imoveis, a maior parte comprados com dinheiro vivo.
Bom mesmo é o carniça de Garanhuns.
A esquerda FEDE.
A vitória acontecerá de forma inesperada, súbita e sem aviso, surpreendendo os capachões, Baba-ovo, puxa-saco e os mais Incomodados, os bisonhos de carreira(r1) que postam comentários se passando por praça, será no momento em que eles menos espera.
nunca prestaram concurso …….estabilizaram sem merito
carreira militar é, por essência, construída sobre os alicerces da disciplina, hierarquia e meritocracia. O mérito não é apenas um conceito abstrato, ele é o motor que impulsiona o desenvolvimento profissional, a excelência operacional e a justiça dentro das Forças Armadas. Valorizar o mérito é valorizar o esforço, o estudo, a dedicação e a superação constante dos desafios que moldam o verdadeiro militar.
Promover graduações superiores com base apenas no tempo de serviço é um caminho perigoso. Permanecer anos em uma função não significa, por si só, evolução profissional. Qualquer um pode cumprir expediente, mas poucos se destacam por buscar aprimoramento técnico, formação continuada e liderança efetiva. O tempo de serviço é importante, sim, mas não pode ser o único critério, sob risco de transformar a carreira em uma linha de espera, e não em uma trajetória de conquistas.
A meritocracia estimula o militar a buscar cursos, enfrentar concursos, assumir responsabilidades e se preparar para funções mais complexas. Ela separa o comprometido do acomodado, o líder do seguidor, o profissional do mero ocupante de cargo. É por meio do mérito que se constrói respeito entre pares, autoridade legítima e reconhecimento verdadeiro.
Ser bajulador, agradar superiores ou apenas manter-se “bem relacionado” não é mérito. Mérito é entregar resultados, cumprir missões com excelência, liderar com ética e representar os valores da instituição com honra. A promoção deve ser consequência de mérito, não de conveniência ou política.
Desvalorizar o mérito é desmotivar os que se esforçam, é nivelar por baixo, é corroer a moral da tropa. É preciso preservar a lógica da carreira, onde cada graduação representa uma conquista legítima, e não um presente por tempo de casa.
Por isso, defender o mérito é defender a dignidade da farda, o prestígio da instituição e o futuro das Forças Armadas.
Eis mais uma ausência, eis uma demonstração rompante para toda sociedade sobre a indiferença e repúdio ao grupo de sargentos QESA (Aeronáutica), embora todos vistam azul, percebe-se a fragmentação da força, há diferentes castas uniformizadas, para alguns o máximo nas benesses , para outros o mínimo possível, eis que não há uma intenção Republicana e Democrática de inclusão, acolhimento e empoderamento, o Sol republicano ainda não brilha para este grupo de militares, preteridos e declinados por décadas, que agora agonizantes (muitos já sexagenários outros já falecidos), enfim com esperança e convictos no viés da Constituição Cidadã, dependem das vozes e ações de notáveis e corajosos (as) parlamentares, … da liberdade de expressão principalmente da influência impessoal e imparcial de jornalistas, e da opinião pública, fins entenderem a estruturação e planos de carreiras (distintas) nas fileiras da força , enfim o cotidiano da caserna,… assim para lograrem êxito como outros grupos beneficiados.