Delator do esquema golpista liderado por Jair Bolsonaro fez solicitação em agosto
Nelson Lima Neto
O gabinete do comandante do Exército, general Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva, informou, por meio da Lei de Acesso à Informação, que o pedido de aposentadoria compulsória do tenente-coronel Mauro Cid, delator do esquema golpista liderado por Jair Bolsonaro, foi protocolado em agosto, tratando-se de uma “instrução provisória”.
O Exército explica que o pedido é um documento preparatório e que argumentos estão sendo juntados para justificar a solicitação de aposentadoria.
Ancelmo Góis (O GLOBO) – Edição: Montedo.com
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Já imaginou se o praça pudesse pedir? Os que pensam fora da caixa seriam livres e só ficariam os puxa sacos se matando.
Mauro Cid, por colaborar com a justica, merece um posto acima ao ir para a reserva. Se Bozo foi, apos tumultuar na caserna, nada mais justo.