Descaso com as Forças Armadas contradiz narrativa oficial do governo brasileiro
Redação com revista Oeste
Apesar da insistência do governo federal em defender a soberania nacional em discursos públicos, a realidade das Forças Armadas brasileiras revela um cenário de abandono e fragilidade. Segundo análise do jornalista Fábio Boueri, publicada na Revista Oeste, a carência de investimentos em infraestrutura, equipamentos e capacitação tem mergulhado o Exército, a Marinha e a Aeronáutica em uma crise profunda. Essa precariedade compromete seriamente a capacidade do país de se proteger diante de ameaças externas e internas, enquanto o discurso oficial permanece preso a promessas vazias.
A crise se agrava diante de decisões políticas e restrições orçamentárias que ignoram a necessidade de modernização das forças militares. Boueri destaca o fechamento de instalações estratégicas, como o Centro Militar de Tiro Esportivo, no Rio de Janeiro, como um exemplo do abandono da estrutura necessária para o treinamento das tropas. A dependência de tecnologias estrangeiras e a inexistência de uma política nacional voltada ao desenvolvimento militar autônomo colocam em xeque a própria ideia de soberania que o governo tenta sustentar.
Enquanto o Palácio do Planalto insiste na retórica da independência nacional, as Forças Armadas lidam com sucateamento, falta de planejamento estratégico e ausência de diálogo institucional.
Em Temponotícias.com – Edição: Montedo.com
Respostas de 7
E mesmo assim ainda querem aumentar a quantidade de deputados federais.
Como se não bastasse o Fernando Haddad joga a culpa da meta fiscal no governo de Bolsonaro
É brincadeira!
Em cenário de Brasil arrasado, ressalte-se, as peças orçamentárias somente é produzida pelo executivo, no entanto que tomou conta foi o Legislativo, por isso não se tem dinheiro para nada. Agora, mesmo sem dinheiro, querem aumentar o quantitativo de deputados e uma dívida aí da maior. Hoje, vivemos um presidencialismo as avessas, pois quem administra o país é o Legislativo, graças ao governo anterior, pois inepto, deu a chave dos cofres para que o Congresso fizesse política públicas em seu lugar.
Culpa tanto do governo quanto das próprias forças armadas, mas preocupadas em manterem privilégios que pela soberania nacional. 79% do orçamento anual são gastos com pessoal e 60% com inativos e pensão de viúvas. Por que ninguém fala também de uma grande reforma nas forças armadas?
o que tem que ser feito é um senador por estado, um deputado federal por estado. caso contrário estaremos derrotados pelo sistema político que tomou conta do orçamento.
E A REMUNERAÇÃO?
Enquanto isso:
Os Subtenente, Sargentos, Cabos, Taifeiros estão literalmente na M.
Para piorar, foi concedido em Abr/25 uma miséria de 4,5% nos soldos que estavam a 6 anos sem reajuste.
*HISTORICO DAS PERDAS DOS MILITARES DAS FFAA (INPC)*
A inflação entre reajuste de 01/03/2012 e o reajuste de 01/09/2016 foi de 39,44%. Abatendo o reajuste médio de 25% (2016) em 04 (quatro) suaves parcelinhas que terminaram em 2019, perdemos *14,44%.*
*Perdas causadas de 01/09/2016 à 28/02/2025 são 50,345%*
*===> Soma das perdas: 14,44% + 50,34% = 64,78%*
*Fonte*:
https://www.debit.com.br/tabelas/indicadores-economicos.php
Uma nação que não valoriza suas Forças Armadas e seus dignos militares está condenada a viver na escravidão!
o que tem que ser feito é um senador por estado, um deputado federal por estado. caso contrário estaremos derrotados pelo sistema político que tomou conta do orçamento.