Universidade da Força Aérea dá início à oitava turma do Curso de Graduado-Master

Graduado Master - FAB

 

Curso prepara suboficiais das Forças Armadas para atuarem junto ao alto comando

 

Tenente Pollyana (FAB)
A Universidade da Força Aérea (UNIFA) realizou, no dia 21/07, no Rio de Janeiro (RJ), a solenidade de abertura da oitava edição do Curso de Graduado-Master (CGM). A nova turma é composta por 13 militares: 11 suboficiais da Força Aérea Brasileira (FAB), um da Marinha do Brasil (MB) e um do Exército Brasileiro (EB). O curso tem como objetivo preparar graduados para atuarem como elos entre o alto escalão do Comando da Aeronáutica e as praças.

A cerimônia foi presidida pelo Comandante-Geral do Pessoal (COMGEP), Tenente-Brigadeiro do Ar Ricardo Reis Tavares, e contou com a presença do Comandante e Reitor da UNIFA, Major-Brigadeiro do Ar Max Cintra Moreira; do Pró-Reitor de Extensão e Cooperação, Coronel Aviador César de Medeiros Silva Júnior; e de Graduados-Master já atuantes na Força: Suboficial Adriana de Oliveira Pinheiro Garrido (COMAER), Suboficial Daniele Cristine Leon Machado Mendes (GUARNAE-RJ), Suboficial Renata Cristina Espíndola Garcia Moreno (GUARNAE-AF) e Suboficial Sidney da Silva (GUARNAE-GL).

Durante o evento, o Tenente-Brigadeiro Reis conversou com os alunos, ressaltando a importância estratégica do programa e sua evolução ao longo dos anos, destacando o papel fundamental do Graduado-Master junto ao Comandante da Aeronáutica.

No período da tarde, o Major-Brigadeiro Max ministrou a aula inaugural, dando as boas-vindas aos alunos e enfatizando a honra e o compromisso de formar suboficiais para essa missão de grande relevância institucional.

Sobre o curso Graduado-Master
O curso de Graduado-Master é destinado aos suboficiais das diferentes especialidades do Comando da Aeronáutica, indicados pelo Estado-Maior da Aeronáutica, conforme DCA 39-3, de 10 de setembro de 2018. A proposta do curso consisti em oferecer aos discentes a aquisição de competências para o exercício das atribuições como elementos de ligação entre o comando e as praças, nas organizações militares de destino, de modo a promoverem ações e iniciativas de fortalecimento da disciplina, do moral, da carreira, de motivação, de bem-estar, de satisfação profissional e de apoio à família militar.
Fotos: Cabo Mascarenhas (UNIFA) – Edição: Tenente Wanessa Liz (FAB)
Agência Força Aérea – Edição: Montedo.com

Respostas de 11

  1. Eu conheci um cara que trabalhava em uma renomada rede de lanchonete mundial. E quase toda semana, ele recebia um “bóton” (broche). Por tempo de serviço, outro por dedicação, outro por cumprir metas e horários, etc. Parecia um escoteiro. A única coisa que não mudava era o seu salário mínimo, o mínimo do mínimo, com todos os descontos que ele tinha direito. E pasmem! Ele era feliz com seus penduricalhos no uniforme. Em resumo. Podem ser Master, PLus, Megazord. Só não podem levar as demandas, as miseráveis mazelas da tropa para o comando. “Apenas sorriam e acenem rapazes. Sorriam é acenem.”

    1. Lembrando que a cúpula mais uma vez usando do plano maquiavélico de dividir e controlar os praças, pois só assim conseguem jogar as praças contra as praças porque semente os baba ovos que são escolhidos para tal…kkkkkkkkkkkk

    2. Mas ele estava lá por quê? Ainda bem que somos livres, pode sair do emprego da lanchonete e ir “ser valorizado” em outro lugar. Mas sempre será mais fácil vitimizar-se e utilizar a bengala da “reclamação” para justificar para si mesmo sua desgraça pessoal.

  2. A área administrativa é fundamental para o sucesso de qualquer guerra, pois sustenta todos os demais segmentos das Forças Armadas, desde o combate direto até os serviços de saúde, inteligência, logística e tecnologia. Sua função vai muito além da simples burocracia: é responsável por organizar recursos humanos, financeiros e materiais, garantindo que cada unidade militar tenha o que precisa, na hora certa e no lugar adequado.

    Em tempos de guerra, decisões administrativas eficazes significam a diferença entre manter uma tropa abastecida ou deixá-la vulnerável por falta de munição, alimento, combustível ou assistência médica. Além disso, a área administrativa assegura o controle de efetivos, escalas de serviço, movimentações de pessoal, registros de missões e operações, contratos, logística de transporte e manutenção de equipamentos. Tudo isso é essencial para que as ações de combate possam ocorrer de forma coordenada, contínua e estratégica.

    A administração está presente em toda a cadeia de comando militar, do mais alto escalão ao soldado em campo. Ela é o elo que conecta todos os setores e níveis hierárquicos, permitindo que ordens fluam com clareza, que recursos sejam distribuídos com precisão e que a coordenação entre unidades seja eficiente. Sem essa ligação administrativa, as decisões estratégicas não chegam corretamente à linha de frente, e as necessidades da base não retornam ao comando superior, rompendo o fluxo que sustenta a organização militar.

    Nesse contexto, a qualificação do pessoal que atua na área administrativa torna-se um fator determinante. Profissionais mal treinados, desorganizados ou sem preparo técnico podem comprometer toda a estrutura de guerra, causando falhas de comunicação, perdas de recursos, atrasos logísticos e desmotivação da tropa. Por outro lado, administradores militares bem capacitados, com domínio de gestão, planejamento e tomada de decisão sob pressão, contribuem diretamente para a eficiência e a resiliência das Forças Armadas em campo.

    Portanto, a administração militar, quando conduzida por profissionais qualificados, não apenas garante o funcionamento interno das Forças Armadas, mas se torna um instrumento estratégico de vitória. Ela transforma a força potencial de combate em poder real e sustentável, atuando como a engrenagem invisível que liga todos os militares, setores e comandos, permitindo que o esforço de guerra seja racional, coordenado e vitorioso.

    1. Mas que guerra?
      Vi muitas vezes essa palavra ai mas eu mesmo nunca vi guerra nenhuma.
      Acho que estou em outro mundo. Ou vc está el outro mundo.
      No mesmo nós não estamos

  3. Mais um curso rolha e uma função rolha, sempre visando controlar o ímpeto das praças. E tem colega que aínda acredita na tal valorização da tropa. A última foi por ocasião da Lei 13.954 com a quebra de paridade. Continuem de joelhos.

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