Vídeo mostra major do Exército ferido após brigar com PM reformado, que atirou contra ele

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Ninguém foi atingido pelos disparos e capitão reformado Delamo Meira também se feriu na confusão com major. Ele é irmão do deputado federal Coronel Meira (PL).
Por g1 Pernambuco
Vídeos enviados ao g1 mostram o major do Exército Romero Bezerra Cavalcanti Mendes ferido depois de brigar com o capitão reformado da Polícia Militar Delamo e Silva Meira. Os dois se agrediram num posto de gasolina e o ex-policial militar chegou a atirar na vítima, que não foi atingida (veja vídeo acima).

A briga aconteceu na noite da segunda-feira (30), em Camaragibe, no Grande Recife. Delamo e Silva Meira, que tem 64 anos, é irmão do deputado federal Coronel Meira (PL) e do ex-prefeito da cidade Demóstenes Meira, que sofreu impeachment e foi preso por desvio de dinheiro.

No vídeo, é possível ver o major do Exército deitado no chão, ensanguentado, cercado por outras pessoas. Ele está no pátio do posto de gasolina. Uma pessoa narra a cena e diz que o homem “foi para cima de Delamo”, que “meteu o pau no cara” e “meteu bala aqui na conveniência”.

A confusão aconteceu no quilômetro 5 da Estrada de Aldeia. Na briga, os dois ficaram feridos. De acordo com o boletim de ocorrência, ao qual a TV Globo teve acesso, Delamo Meira, que tem 64 anos, disse à polícia que estava com a esposa fazendo compras na loja de conveniência quando o major “agrediu verbalmente” a mulher, o que desencadeou uma discussão.

O militar do Exército teria dado um soco no capitão reformado, que pegou um facão enquanto o major tentou acertá-lo com uma vassoura, iniciando uma luta corporal. Segundo o BO, testemunhas relataram que, no meio da confusão, Romero correu até o carro que dirigia e pegou um objeto semelhante a uma arma.

De acordo com os relatos, Delamo e Silva Meira também correu para o seu próprio veículo e sacou uma pistola 9 milímetros. Ao descer do automóvel, ele disparou contra o outro militar, que não foi atingido pelos tiros.

O capitão disse que agiu em legítima defesa por achar que o major segurava uma arma verdadeira. O registro aponta, ainda, que Delamo não tem autorização de porte de arma.

O major Romero Bezerra Cavalcanti Mendes, de 51 anos, foi encaminhado ao Centro Médico de Camaragibe (Cemec) e, depois, transferido ao Hospital Militar de Área do Recife (HMAR), no Centro da capital. Horas depois, recebeu alta. Ele sofreu escoriações decorrentes das agressões físicas e vai responder a um processo administrativo aberto pelo Comando Militar do Nordeste (CMNE).

Já Delamo Meira também foi atendido no Cemec e, depois, levado ao Departamento de Homicídios de Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil. Ele é investigado por lesão corporal e disparos de arma de fogo.

O g1 não conseguiu contato com as defesas dos dois militares envolvidos.

Procurada, a Polícia Militar disse que foi acionada para atuar na ocorrência por meio do 20º Batalhão, que encaminhou os envolvidos para as unidades de saúde.

Já a Polícia Civil informou que o caso foi registrado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que abriu um inquérito para apurar o ocorrido.

O g1 entrou em contato com o Exército, mas a instituição afirmou que não vai se pronunciar sobre o caso.

g1 – Edição: Montedo.com

Respostas de 19

    1. Eles acham que podem gritar e meter o dedo na cara de todo mundo.
      Mas no mundo real a banda toca diferente.
      Apanhou bastante e tomou uma lição.

  1. Major fraco, apanhou de um veio de 64 anos. Que tipo de milico temos nas FA, que vergonha! Certa vez fomos orientados pelo nosso Subcomandante da arma de cavalaria: “caso algum de vocês of/S Ten/SgtCb ou Sd chegarem no quartel com queixa de terem apanhado na rua, eu vou bater pessoalmente na sua cara para você criar vergonha, e não expor a imagem da força”.

    1. Já disse uma vez e repito! Eu como Cmt da Força iria impor no EB a doutrina da defesa pessoal,obrigatoriamente alunos da ESA e AMAN sairiam graduados em Muay Thai ou Brazilian Jiu-Jitsu das escolas e nas unidades , seriam os intrutores da tropa. A especializacão nas Artes Marciais faria parte da carreira,contando pontos na qualificação.Todo militar deve obrigatoriamente : Nadar bem,correr bem,atirar bem e ser bom de porrada!!! Menos firulas e mais instruçôes práticas.

      1. Artes marciais?
        Tinha que ser especialista em tiro mesmo.
        Tinha que ter cultura de andar armado, de amar arma, os caras não tem a menor ideia de combate urbano, não existe nem um coldre velado, não tem nenhum tipo de doutrina ou treinamento.

        Sao as forças armadas cujos componentes morrem de medo de arma e so usam arma desmuniciada em cerimonial para afagar ego de oficial.

      2. E pra que serve jiu jitsu, kenjutsu, karate e muay thay alem de se agarrar com macho de sunguinha?

        Ô medo de andar armado. Se a população soubesse como somos medrosos kkkk

  2. Um monte de metidos a valentes, com comentários absurdos, enquanto deveriam prezar pela paz. O fato é muito lamentável, pior ainda, envolvendo dois Oficiais, que deveriam ter vergonha de protagonizar uma ato assim, vexatório. Não há nenhuma vantagem nisso. Pelo contrário, depõe contra ambas instituições as quais pertencem!

    1. Você é um fidalgo.
      Um fidalgo da paz.
      Produto de um exército ha 80 anos na paz, comprando fuzil para fazer malabarismo e deixar o comandante feliz.

      Por mais fidalgos do diálogo como você.

      1. Maj médico, deve ter dado tiro só no TAT, cultura da paz, agora se pegasse um major FE ( forças especiais) com certeza o desfecho teria sido outro.

  3. Foi meu amigo. Ele era: PQDT, Mestre de salto, FE, Comandos, Tinhas todos os gorros da Brigada paraquedista. tinha cursos que os breves não cabiam na farda. Quando em situação real precisou usar seus “conhecimentos”, parece que nada adiantou: MORREU! Em uma simples abordagem por meliante que tentou roubar sua arma, não aplicou o que aprendeu. Quem viu o vídeo do ocorrido sabe do que estou falando. Foi em Manuas.

  4. Dois coroas que deveriam ter aprendido algo na vida, estão fazendo cagadas e expondo demais pessoas a risco, provavelmente o fato ocorreu por causa de “briga causa de cachaça, e por defenderam o painho ex presidiário”.

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