Cargo foi criado em 2015 a fim de cumprir o objetivo estratégico de fortalecimento da dimensão humana da Força, tornou-se a missão mais honrosa de um graduado.
No ano de 2025, o cargo de adjunto de comando no Exército Brasileiro completa seu primeiro decênio. Após uma década de existência, é notória sua relevância e seu amadurecimento na Força. Criado em 2015 a fim de cumprir o objetivo estratégico de fortalecimento da dimensão humana da Força, tornou-se a missão mais honrosa de um graduado.
A criação do cargo veio como consequência de um esforço para a busca e a manutenção de recursos humanos motivados, coesos e comprometidos com os valores e as diretrizes institucionais – fatores preponderantes para que se cumpram com sucesso os objetivos institucionais. O atual cenário mundial se caracteriza por sua complexidade, incerteza e grandes avanços, sobretudo na área da tecnologia. Esses aspectos requerem das instituições aprimoramento constante e investimentos não só na área tecnológica, mas também na dimensão humana.
O cargo pode ser ocupado por um subtenente ou 1º sargento com liderança destacada, capacidade profissional reconhecida e conduta pessoal exemplar. A concepção do cargo se baseia em aproveitar o ponto de vista e a experiência dos graduados no aperfeiçoamento contínuo dos processos relacionados à gestão e à operacionalidade das organizações militares (OM).
Assim, o foco principal é que o adjunto de comando esteja sempre pronto a auxiliar o comandante no cumprimento das missões da OM. Usando a linguagem figurada, pode-se dizer que ele é seu “braço direito”. Portanto, ele auxilia o comando nas questões relacionadas aos praças e intensifica a sua comunicação com a tropa, fortalecendo a cadeia de comando. Dessa forma, reforça a autoridade de seu comandante, propiciando a divulgação de sua intenção em todos os níveis.
Contando com a experiência adquirida ao longo da carreira e com a liderança e os valores da Força muito bem internalizados e solidificados, a atuação do adjunto de comando visa desenvolver e estimular a liderança entre os sargentos, ao mesmo tempo que divulga e reforça a ética e os valores militares. Ele contribui, portanto, para fortalecer os padrões do comportamento militar, aspecto primordial para o sucesso de qualquer força militar.
Nesse sentido, ao pautar suas ações pelas normas e regulamentos e, principalmente, ao balizá-las pelos preceitos da hierarquia e da disciplina, o adjunto de comando tem também o importante papel de ser referência para os graduados mais jovens, estimulando-os para os aspectos da carreira e reforçando, junto a eles, a importância do papel desempenhado pelos sargentos na Força.
Pode-se dizer que o cargo é ainda recente, porém, tem demonstrado resultados excelentes no aspecto do relacionamento, bem como nas atividades operacionais e de instrução. Isso é consequência do profissionalismo e da dedicação de todos aqueles que já estiveram ou estão no desempenho das funções de adjunto. O necessário tempo de maturação, aliado à experiência, ao comprometimento e à dedicação daqueles que o exercem, fará com que o cargo tenha condições de contribuir ainda mais para que o nosso Exército se mantenha forte, coeso e com recursos humanos cada vez mais motivados e preparados para enfrentar os novos desafios.
Portal R3 – Edição: Montedo.com
Respostas de 19
A função foi criada quando o general Etchegoyen era Diretor-Geral do Pessoal do EB.
A famosa buzina de avião.
até hoje só os vi servir como secretário. Nada mais.
Ajuntou ou secretário então…. qualquer designação está certa, é isso??
Resumindo: nao serve para nada. Menos um no quartel.
Na minha OM nunca vi participando do dia a dia dos cabos/soldados….
Só está pelos pontos mesmo, e o Resto que se dane
a maioria, faz um esforço enorme para Suportar alguns Cmt de Unidade e Generais, mas aguentam firme até o final, afinal, é um passo importante para o Oficialato, não dá para jogar fora. nunca vi nenhum deles criticando o arroxo salarial sobre os praças ou dos muitos privilégios dos Oficiais.
Agora, estão no mesmo barco, vantagens, algumas regalias, diárias e etc, podem até se dar ao luxo de se sentirem Oficiais de carreira, dado ao tratamento recebido, carregam malas, mochilas, sem pestanejar, acondicionam água gelada para viagem, cuidam o cusco quando a autoridade sai para jantar com a Família e etc. Os motoristas agradecem, ficou mais leve para eles. É a realidade nua e crua, Infelizmente.
Excelente palavras. Como esses podem aceitar isso. Já sei: tudo pela “carreira”. Podes acreditar todos não o atributo da coragem moral, submissos. Será que a família, principalmete filhos, sabem o comportamento deles diante do chefe, duvido. Para a família não tempo, mas para chefinho, sábadose domindos e reservados.
Cinzeiro de moto, têta de macho isso que são, mas são úteis para comandantes inescrupulosos que mandam o Adj Cmdo fazer aquele servicinho sujo, ameaçar, mandar um recado, mantendo todos no cabresto. E o titular da função, desesperado por conceito e promoção, cumpre calado.
O da OM em que sirvo é um “zero à esquerda”.
Lembramos da sua existência apenas nas formaturas semanais quando aparece ao lado do Cmt.
Esse cargo serve apenas para alavancar o currículo e a carreira de quem é designado.
Nada mais.
Para as demais praças, o adjunte de comando se constitui mesmo em “cinzeiro de moto”.
Errata: *…o adjunto de comando…
O que eles trouxeram de bom, de positivo para a tropa.?
Ao conversar com muitos militares, os comentarios sao sempre os mesmos das postagens.
A essencia de sua existencia foi desviada para outros objetivos.
O daqui é tratado como um cachorro pelo Gen! Ele diz: Fica! Ele fica! Senta! Ele senta! Nada mais, nada menos!…
Na teoria é muito bonito, mas como o pessoal mira na carreira, jamais um Adj Cmdo vair chegar no comandante/Chefe/Diretor e expor algum problema que envolva praçaxoficial, um comandante jamais vai queimar um oficial lixo por cause de um praça, pode ser o praça pica das galáxias, mas considerando que os oficiais do EB são corporativistas, esse negócio serve mais é para carregar a posta do Chefe e para bonito.
Função foi desvirtuada, assim como tudo relativo às praças no Exército.
Servi em OM de cúpula do EB. Tivemos um excepcional Adj Cmt, Um profissional exemplar e de elevado caráter. Ajudou muito as praças e chamava a atenção quando faziam cagadas. No entanto, seu antecessor só era visto em formatura ou para dar mijada. Ou seja, vai da pessoa a ocupar o cargo. Considero de grande valia a função e nobre a missão, assim como é necessário mudar a mentalidade dos oficiais.
No meu tempo não tinha esse troço. Conheci um desses, era o maior embusteiro. Não serve pra nada, na verdade imagino ser apenas um mais obediente escolhido, para dar impressão que ajudará ao Cmt sobre as demandas dos demais praças. Pura e inocente ilusão. kkkk. O bom mesmo é ganhar dinheiro lá fora, quem usou a cabeça se dá bem. Me dá dó ver os praças ainda caindo nesse tipo de ilusão. Oficial na minha época faziam e aconteciam. Hoje deve tá a mesma coisa.
Engraxate de coturno do cmt da oM. A função mais honrosa é servir de mensageiro. A vantagem é ganhar diária quando o cmt viaja, aí tem que ir junto pra carregar as malas do cmt!
Orgulho para a família? Será? Falam para eles como tem que se comportar? Dizem que o fazem é por eles? que tem que agir como vassalos, aceitando tudo, é para uma “devida promoção”? Duvido.