Gilmar Mendes defende inelegibilidade de militares na política

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Ministro do STF argumentou que, além dos militares, juízes, promotores, delegados e policiais não devem instrumentalizar sua atuação para fins políticos

O Ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, defendeu a inelegibilidade de funcionários públicos que deixam seus cargos para ingressar na política. Entre os cargos mencionados pelo ministro estão militares, juízes, promotores, delegados e policiais. Mendes argumentou que a atuação desses profissionais não deve ser instrumentalizada para fins políticos, destacando a importância de manter a imparcialidade e a integridade das funções públicas. A declaração foi feita durante uma cerimônia que marcou os dois anos dos atos antidemocráticos em Brasília, um evento que reforçou a necessidade de discutir a relação entre política e instituições públicas.

Gilmar Mendes enfatizou a necessidade de debater o papel dos militares no cenário político brasileiro. Ele afirmou que as Forças Armadas devem ser preservadas como uma instituição fundamental para a defesa da Pátria, sem interferências políticas. O ministro alertou sobre os riscos da militarização na administração pública e da politização dos quartéis, que podem comprometer a neutralidade e a eficácia das Forças Armadas. Apesar de ainda não ser uma realidade, a inelegibilidade para militares é um tema que Mendes acredita merecer atenção e discussão entre as instituições públicas e os três poderes.

A proposta de inelegibilidade está atualmente em discussão pela bancada da esquerda no Congresso Nacional. Para que a medida se torne efetiva, é necessária a aprovação do Congresso. Segundo o ministro, abrir esse debate é uma forma de buscar justiça e equilíbrio no cenário político, garantindo que as funções públicas não sejam utilizadas como trampolins para carreiras políticas.
JPNEWS – Edição: Montedo.com

Respostas de 8

  1. Olha que pensamento míope desse sem perna. Não se pode exigir algo sem nada em troca. aos militares do Brasil se exigem de tudo só que o tratamento que se dá de retorno é zero. Sabe porque as PPMM são bem remuneradas hoje com salários que deixa qualquer militar da FFAA com inveja. Sem querem o militar fora da política passem a valorizar a profissão com bom ambiente de trabalho, verba para seu adestramento, bons salários, tudo igual a Juízes e Promotores, Fiscal de Tributo….Agora e fácil querem soldados vivendo como franciscanos…ser militar não e fazer voto de pobreza. Com certeza que faz esse comentários nem tG foi aceito, agora que fazer comentários típico de papagaio de pirata… para agradar o companheiro.

    1. Que mêda!

      São esses seus argumentos, bolsonarento?

      Vai lá, argumente!

      A verdade dói!

      Eu conheço a verdade, fiz AMAN, ESAO, fui oficial superior.

  2. O grande problema é que pela proposta somente os militares com mais de 35 anos de serviço, quiçá 55 de idade, poderiam ser candidatos sem o risco de perderem os vencimentos. É justamente nesta situação que se encontram nossos chefes que foram justamente quem nos arrastou para esta situação…

  3. Imagina a influência de professores e meios de comunicação sobre os eleitores, padres, pastores, empresários sobre os funcionários… ninguém deveria votar mais! Vamos então fazer um sorteio pela Loteria Federal…

  4. Respeitar divergências é muitíssimo diferente de aceitá-las. Traficantes divergem das leis, corruptos divergem da honestidade e petralhas divergem da democracia. Daqui a pouco vão querer impedir o militar de votar. A política é ocupação de territórios, culturas, ideias, elaboração dos contratos e regras para estabelecer a Ordem na civilização para nos tornar civilizados. Proponho que todos os magistrados de tribunais de justiça sejam juízes de carreira e eleitos, sem indicação política, por todos os operadores do Direito, tá certo?

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