U.S. Army faz acordo de patrocínio com “The Rock” e não consegue um único recruta

THE ROCK

 

O acordo de US$ 11 milhões do exército americano com o The Rock sai pela culatra espetacularmente
Julio Cunha

O acordo de publicidade de US$ 11 milhões do Exército dos EUA com Dwayne ‘The Rock’ Johnson e a United Soccer League não rendeu novos recrutas e pode ter prejudicado os esforços de recrutamento, de acordo com documentos obtidos por Militar.com.

O contrato, que foi assinado no início deste ano, exigia que Johnson postasse cinco anúncios do Exército em seu Instagram, com cada postagem avaliada em US$ 1 milhão. Ele postou apenas dois. A UFL, uma competidora da liga secundária da NFL, copropriedade de Johnson, também colocou anúncios militares durante os jogos e nos uniformes dos jogadores, mas o acordo foi supostamente “tão catastrófico” que o exército projetou que pode ter perdido até 38 alistamentos.

“Em termos de The Rock, é uma pena que ele tenha sido afastado em um momento em que esperávamos que ele estivesse presente conosco para criar conteúdo para seus canais de mídia social”, disse o Cel. Dave Butler ao Army.com. Dito isso, “The Rock continua sendo um bom parceiro do Exército”, acrescentou Butler.

O baixo comparecimento aos jogos da UFL também gerou preocupações sobre o acordo, de acordo com o Army.com.

Os documentos mostram que o Exército quer recuperar US$ 6 milhões do acordo com a UFL e US$ 5 milhões do acordo com Johnson.

Laura DeFrancisco, porta-voz do Military Enterprise Advertising and marketing Workplace, recusou uma entrevista ao Army.com e disse ao veículo que os documentos foram retirados “fora do contexto”, mas não comentou se havia erros factuais.

O acordo fracassado ocorreu depois que a Guarda Nacional do Exército desperdiçou US$ 88 milhões em um acordo com a NASCAR, que também rendeu 20 recrutas, de acordo com EUA hoje.

O Each day Beast solicitou comentários de Johnson, mas não recebeu nenhuma resposta no momento da publicação.

Enquanto isso, todos os ramos das Forças Armadas continuam a lutar com o recrutamento, com o Exército ficando aquém de 10.000 soldados em 2023, de acordo com o Army.com

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SÉRIES DO MOMENTO

Respostas de 8

  1. As Forças Armadas têm sido utilizadas como instrumento de coerção política em várias partes do mundo. Um exemplo recente é o triste episódio na Venezuela. Além disso, a guerra moderna entre a Ucrânia e a Rússia tem evidenciado o grande sofrimento e abandono dos militares no campo de batalha, demonstrando que não vale a pena sacrificar vidas por ideais políticos questionáveis.

  2. Pra recrutar têm que por imagens de mulheres, chamando pra alistar e de militar rodeados de mulheres
    Colocaram um cara, com cara de mal, a geração Nutella não vai deixar ps5, shopping e a vida na casa dos pais pra, ir pro exército.

    1. A geracao de generais já é nutella.
      A dos nossos pais ja era nutella.
      A última e melhor geração foi a da segunda guerra, demoliram o mundo e refizeram.
      Baby boomers já é trágica

  3. Hoje os caras querem ser médicos, engenheiros, jornalistas, comendadores.
    Ninguém quer ser SOLDADO, PEDREIRO, COZINHEIRO, LIXEIRO….
    O negócio é ganhar mais trabalhando menos, tendo menos risco, menor exposição a violência ….
    Bem vindo a Era da Informação!

  4. Simplificado os valentões que quiserem Guerra simples entram num Rinke ou uma corrida 100 metros rasos quem vencer ganhou a guerra. Ou ainda poderiam escolher o melhor lutador de seu pais ou coisa parecida e evitariam milhares de mortos por conta do ego ou ideologias kkkk

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