Erick Aguiar foi atingido quando voltava para casa; PM Mauro Santos morreu em operação emergencial
Alexandre Borges
O soldado do exército Erick Aguiar de Souza foi morto durante tiroteio no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, zona norte do Rio de Janeiro. Segundo o Comando Militar do Leste (CML), o jovem de 23 anos voltava para casa quando foi atingido por tiros. Além dele, o sargento da polícia militar Mauro Batista dos Santos, de 43 anos, foi baleado na cabeça e não resistiu aos ferimentos.
A região foi palco de uma intensa troca de tiros entre facções criminosas, gerando pânico entre os moradores. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram cenas de corpos espalhados pelas ruas da comunidade.
A Polícia Militar realizou uma operação emergencial na comunidade para conter os confrontos. Durante a ação, foram apreendidos três fuzis, três carregadores e um colete tático. Além disso, três suspeitos foram baleados e morreram no local.
Erick Aguiar estava prestes a concluir o Curso de Formação de Cabos (CFC) do Exército. Nas redes sociais, amigos lamentaram a sua morte precoce. “Ele era do meu quartel, moleque inocente e morador. Faltava um mês para ele terminar o curso, infelizmente faleceu”, comentou um colega.
O Complexo da Pedreira, dominado pelo Terceiro Comando Puro (TCP), tem sido alvo de invasões por traficantes do Comando Vermelho (CV), do Complexo do Chapadão. Os confrontos pela disputa de território são frequentes, afetando também outras comunidades, como Morro dos Macacos e Praça Seca.
Em nota, o Comando Militar do Leste afirmou que está prestando todo o apoio à família de Erick Aguiar e que as investigações estão a cargo dos órgãos de segurança pública. A Polícia Civil ainda não comentou sobre as investigações do caso.
Respostas de 4
RIO terra de MALANDRO de gente EXPERTAAAAA
Essa região de favelas da Pavuna a Costa Barros e dominada por traficantes que também roubam cargas na Dutra e região, verdadeira chapa quentíssima, nunca cruzem a avenida que margeia a linha auxiliar do trem. Pêsames aos familiares. Se o militar do EB falecido estava retornando do trabalho para a casa e morte em serviço e os Dependentes têm todo o direito a Pensão pelo Estado. Um caso emblemático que peguei foi de uma mãe que teve seu único filho morto em acidente de serviço (caiu dentro de um buraco no navio). A mãe, estando separada de fato, não recebeu a Pensão do filho e olha que havia sido comprovado tudo administrativamente, imagina nessa hora como ficam os familiares sem o amparo da instituição que muitas vezes diz o dar e não corresponde a realidade e sem a orientação jurídica devida.
Nao conheço o Rio, mas seria bom e seria importante mais Pnrs e Uma gratificacao localidade especial, como e concedida nas regioes de fronteira. Penso q 20% seria justo para ajudar na moradia.
Aos familiares meus sentimentos.
Rio de Janeiro é um Estado em guerra urbana e até mesmo a Polícia Militar em combate tem perdas quase que diária, por isso RJ se tornou uma vergonha nacional em questão de segurança pública e a Soberania interna foi entregue aos narcotraficantes que enfrentam os militares linha de frente. Sempre digo, militares que possuem armas de guerra precisam ficar vivos, porque morto não luta, por isso a importância da PM no combate diário. Até porque a função da Polícia é difícil e as mortes de militares das forças armadas em Combate no território nacional não podem ser iguais a das PMs, ou igual aos militares do exército que perderam a vida no RJ em G
l. O. Em apoio ou Auxiliando a polícia militar.