Fazer o bem… faz bem!

SOLDADO, ESPOSA E FILHO AUXILIADOS PELO 9 RCB

O Montedo.com nunca foi “chapa-branca”. Mas uma ação como essa merece todos os elogios. Parabéns, Regimento João Propício!

APOIO À FAMÍLIA MILITAR
O 9º Regimento de Cavalaria Blindado – “Regimento João Propício”, realizou a entrega de donativos à família de militar da OM.
Na ocasião, foram entregues as doações arrecadadas no âmbito do Regimento à família do Soldado do Efetivo Profissional MARCOS Felipe Moura da Silva, que devido às complicações adquiridas por sua esposa durante o parto, ocasionou o nascimento de sua filha antes do tempo (prematura), a qual permaneceu por mais de 30 dias internada em Hospital na Cidade de Santa Maria, levando o militar ao desajuste financeiro.
As famílias dos Oficiais, Subtenentes, Sargentos, Cabos e Soldados do Regimento, em solidariedade ao irmão de farda, realizaram doações de fraldas, roupas infantis, carrinho de bebê, bercinho, cercadinho, além de apoio financeiro, tudo com o intuito de ajudar o militar a superar esta situação adversa.
Com esta atitude solidária, o Regimento, mais uma vez, enaltece o jargão “MÃO AMIGA” como sendo uma forma de exercitar a empatia e o seu caráter humanitário, bem como o seu olhar afetuoso sobre as necessidades de seu público interno.
“O DEVER ACIMA DE TUDO!”

Facebook 9º RCB

Respostas de 4

  1. Fazer o bem sem olhar a quem!!! Porém o intuito acima é meramente a ” imagem da Força “. Ninguém aqui é iludido montedo. Eu parei de ler em: ” Enaltece a mão amiga “.

    Em tempo: Minha Continência ao jumento.

    1. Verdade. Não precisava aparecer em cima da dificuldade o Sd. Essa vaidade dos militares do exército é que acaba com o próprio exército. Em situação difícil existem mais militares. Mas a “mão amiga” é seletiva. Se não dá”flash” não me interessa. Extende-se à isso a nossa remuneração sem reajuste. Aí ninguém quer “lutar” por esse intesse. Dá dor de cabeça. “Queima o filme” e não dá “flah”.

  2. Verdade. Não precisava aparecer em cima da dificuldade o Sd. Essa vaidade dos militares do exército é que acaba com o próprio exército. Em situação difícil existem mais militares. Mas a “mão amiga” é seletiva. Se não dá”flash” não me interessa. Extende-se à isso a nossa remuneração sem reajuste. Aí ninguém quer “lutar” por esse intesse. Dá dor de cabeça. “Queima o filme” e não dá “flah”.

  3. Vou Na Contramão, Talvez Por Me Importar Menos Pela Simpatia Do Outro, Mesmo Assim Vou Me Arriscar.

    Enaltecer A Doação Como Solução De Males Sociais É O Mesmo Que Dizer Que A Sociedade Não É Organizada, Uma Bagunça, É o mesmo que dizer “Ajude Quem Puder E Se Você For Bom”.

    A Doação Trabalha Em Cima Da Comoção Emocional, Da Empatia Que TODOS Temos (Desde Que O Sujeito Não Seja Psicótico), Sem Contar Que Todos Querem Se Sentir Bem Ajudando O Próximo (Pelo Menos Essa É A Fé De Quem Participa) E, Ainda, Tem O Bônus De Ir Para O Céu.

    Além Disso, Quem Mais Gosta De Doação São Os Ricaços, Os Filantropos, Além De Sairem Bem Na Foto, Tem Compensações Fiscais E Financeiras Dos Governos. (Eu Nunca Acredito Em Entidades Beneficentes Ou ONGs Dessa Natureza, Para Mim Os Interesses Verdadeiros São Mesquinhos, Mas Deixa Para Lá.)

    Então, A Solução É Deixar Ao Relento Os Necessitados? Lógico Que Não.

    Deve-Se Criar Arrecadações Compulsórias De Todos Para Que Assistentes Sociais Credenciados, De Posse Desses Recursos Arrecadados, Auxiliem aos Necessitados.

    Quem Deve Administrar? Ninguém Melhor Do Que O Governo, Ou Gestores Públicos. Em Uma Versão Micro que Vivenciei Foi A Administração Da Minha Unidade Que Utilizava Assistentes Socias Para Atender Aos Necessitados E Funcionava Muito Bem. Era O Sistema Organizado E Não A Pessoa Que Amparava.

    Ah!, Mas Isso É Uma Forma De Depender De Impostos, Sim. Imposto Tem Um Fato Gerador E Não Tem Cara De Bom, De Ricaço, Para Aparecer Na Foto.

    Os Ricaços Não Querem Pagar Impostos, Eles Querem Doar, Serem Bonzinhos, isso Não Dá Aturar. É Institucionalizar O Caos. Precisamos E Podemos Nos Organizar Sem Depender Da “Boa Vontade” De Oportunistas. Nem O Favorecido Quer Ficar Devendo A Fulano Ou a Beltrano, Pois Trata-Se De Uma Obrigação Do Governo, Da Sociedade.

    Pronto, Mandei.

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