Ação teria sido planejada para ocultar danos causados a viatura durante expediente
Três Lagoas (MS) – Pelo menos quatro pessoas foram presas por envolvimento em uma tentativa de furto a 3ª Bateria de Artilharia Antiaérea, sediada no município sul-matogrossense. O fato ocorreu na noite de sábado (20), quando um veículo Agrale Marruá foi furtado de dentro da Bateria e abandonado 50 metros depois. De acordo com informações apuradas pelo JPNews, os presos seriam militares, que tentaram ocultar um possível dano ao veículo furtado, durante seu uso no expediente.
O caso ganhou repercussão nacional. No momento do registro dos fatos, nenhum militar do Exército quis falar sobre o ocorrido. A equipe do JP News obteve, com exclusividade, um áudio que supostamente seria de um militar detido por envolvimento na ação.
Durante a conversa, o jovem dá a entender que o crime teria sido planejado por três soldados recrutas. Ele conta que os militares estavam no expediente quando bateram a pick-up, usada no transporte de tropa e cargas. Temerosos com as consequências, eles teriam planejado o “falso furto”. O objetivo, segundo o áudio, era apagar os vestígios do acidente e evitar possíveis punições militares.
Ainda, conforme informações obtidas pelo JPNews, quem teria retirado o veículo oficial do Batalhão sabia onde a chave estava guardada e alterou o posicionamento das câmeras de monitoramento, de forma que não fosse possível registrar a ação criminosa.
Supostamente, o suspeito dirigiu a pick-up até os fundos do quartel derrubou intencionalmente o alambrado que dá acesso à rua Coronel João Gonçalves de Oliveira, no bairro Vila Nova, simulando uma tentativa de fuga. Porém, a ação foi frustrada devido à barra de direção atingir a base que segurava o pilar do alambrado. Dessa forma, o veículo parou a 50 metros da Bateria, após subir em uma calçada e colidir contra uma lixeira e uma árvore.
Com informações de Alfredo Neto, do JP News – Edição: Montedo.com
Respostas de 4
Em comunicado aos militares e dependentes beneficiários do sistema de saúde da marinha, para o qual descontam mensalmente uma parcela de suas remunerações, a Capitânia dos Portos do Rio Paraná, disse que a Marinha passa por “severas restrições orçamentárias” e pede para os usuários procurarem o SUS em atendimento de alta complexidade.
Revista Sociedade Militar.
Mandou os beneficiários para o SUS?
Então que cancele de imediato os descontos no contracheque dos militares e dependentes.
Simples assim.
Orelhudos, só piorou para o lado deles!
Deveriam aproveitar o ano e entrar para a política.