Medida entra em vigor no dia 1º de fevereiro
Fabíola Sinimbú
O Programa de Prevenção e Vigilância em Saúde Mental das Forças Armadas foi lançado pelo Ministério da Defesa nesta segunda-feira (15), com a publicação de uma portaria assinada pelo ministro José Mucio Monteiro, no Diário Oficial da União. A medida, que entra em vigor dia 1º de fevereiro, também cria um banco de dados unificado para acompanhamento epidemiológico dos casos de transtornos identificado entre os militares.
Embora não haja um estudo atual e específico sobre saúde mental nas Forças Armadas brasileiras, de acordo com o último relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), publicado em junho de 2022, cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo, viviam com algum transtorno mental em 2019.
A portaria destaca que o objetivo do programa é “desenvolver intervenções que contribuam para o aumento da informação e da percepção aos transtornos mentais e comportamentais em militares da ativa”. Para isso estão previstas ações educativas, capacitação das equipes que atuam no setor e padronização das atividades de prevenção e vigilância em saúde mental, a partir de análises dos tratamentos ofertados e do intercâmbio de conhecimento sobre o tema com Ministério da Saúde e outras iniciativas nacionais e internacionais.
O texto atribui ao Departamento de Saúde e Assistência Social da Secretaria de Pessoal, Saúde, Desporto e Projetos Sociais a coordenação do plano. O órgão será assessorado pelo Comitê de Prevenção e Vigilância em Saúde Mental (Coprevisam), também instituído pela portaria e formado por representantes técnicos tanto de departamentos do Ministério da Defesa, quanto dos comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
Além de fiscalizar e subsidiar as políticas públicas que formarão o programa, o colegiado de caráter consultivo, também será responsável por monitorar e avaliar estudos e pesquisas relativos à prevenção e vigilância em saúde mental nas Forças Armadas.
Agência Brasil
Respostas de 12
O programa é para para ser inserido a todo o sistema policial. Principalmente às polícias militares.
Eles tem acao real.
No eb seria util para atender os filhos da akdmia, todos doentes com o transtorno da personalidade narcisista… 0 guerra mas muita medalha manicaca breve formatura para si mesmos guarda em forma para si mesmos viatura para si mesmos soldado para si mesmos quartel para si mesmos.
Mas ai ia baixar o efetivo inteiro
Militar adquire problema, em razão de acumular diversas funções e fodx-se se ele tem familia o que importa é explorar até o talo essa mão de obra barata chamada praça.
A PM é pC necessitam, no Exército é pra dar emprego pra alguém com a tal meritocracia familiar.
Não estamos em guerra, não enfrentamos a marginalidade, só Boquinha boa e gente batendo cabeça nos QGs, meio expediente ou expediente “interno”, burocracia, Desconhecimento e má vontade, vamos atender o pessoal com problemas devido ao que acontece a noite no Big Brothers.
Tem também aqueles que vivem em guerra, azul contra vermelho , simulador e guerra cibernética e, finalmente as Praças com diversos empréstimos. Para estes últimos, os conselhos dos sábios terá grande validade…
Com essa merreca que os milicos tão recebendo, vão precisar de muitos psicólogos.
KKKK os psicologo vão trabalhar muito, militar ralando com pouco dinheiro, enquanto isso o Judiciário, ganhando 200, 500 mil, fora do teto constitucional, e ninguém fala nada,, país de CANALHAS, acorda Brasil. mudar e preciso.
Xiiii!!!!
Haja psicólogo e psiquiatra, um cabo sendo remunerado com 2 salários mínimos líquidos, um 3 Sgt com 3 salários mínimos, um 2 Tenente com… Tirando serviço nesse calorão equipado e fardado até o talo, o Cmdo arrochando e punindo até quem espirra ou boceja “na hora errada”. No final do mês as contas não fecham. É muita pressão na mente do pobre militar, a mente e o psíquico não suportam tal sacrifício. Daí da-le LTSP, pedidos de reserva e até mesmo licenciamento das Forças Armadas a pedido. Na minha OM, 4 Oficiais e três Suboficiais pediram as contas nos últimos 2 meses. O que será que Está acontecendo? Será que não é muita exigência para um retorno medíocre?
O que deixa militar doente. É o excesso de empréstimos, a falta de dinheiro, a luta diária para por pão na mesa. Tudo por conta dos baixos salários. Lógico, Of não têm esse problema. E quando fica doente começam as perseguições e a caça as bruxas. Falar do problema sem combater a causa é só demagogia.
Na MB sempre teve programa de Saúde Mental para os militares, inclusive cada profissional de saúde faz parte desse microssistema de Política de Saúde Mental, inclusive é pioneiro das 3 Forças.
O que deixa militar doente é um presidente incompetente, um ministro da defesa inútil, comandantes militares que só pensam neles e seus familiares, tipo o Bozo, nenhum político presta nesse país.
basta dizer que estão abaixo da linha de promoção que os SUB’s vão parar nos Psicólogos.
Esses caras não tão nem aí pra tropa. Começando pela PL do mal. Ficou doente, vira vagabundo e é reformado proporcional. É ou não é, FA?