Comando Militar da Amazônia apresenta balanço de ações realizadas pelo Exército em 2023

Operação da Polícia Federal desvendou esquema que ocorreu no CMA, entre 2004 e 2005/ Divulgação/

Ao longo do ano, diversas operações foram realizadas em proteção à região e também de apoio humanitário em apoio à população.
Por g1 AM

O Comando Militar da Amazônia (CMA) apresentou, nesta quinta-feira (11), um balanço sobre as ações feitas pelo exército durante o ano de 2023, na região. Ao longo do ano, diversas operações foram realizadas em proteção à região e também de apoio humanitário em apoio à população.

Durante a seca severa que atingiu o estado, o CMA realizou a operação Amanaci, com a entrega de mais de 22 mil cestas de alimentos, mais de 2 mil fardos de água potável, e diversos atendimentos médicos e odontológicos, distribuindo mais de 40 mil medicamentos para moradores afetados pela seca.

“Defesa da nossa nação e execução de atividades para o bem do povo amazônida estão entre nossas atividades. As veses o pessoal pensa que o Exército está sempre treinando para defesa do Brasil. Está correto, mas ao mesmo tempo temos a preocupação do trabalho que fazemos pelo desenvolvimento sustentável, do amazônida, dos povos originários e ribeirinhos”, afirmou o Comandante Militar da Amazônia, general Costa Neves.

Já a operação Yanomami, que visa coibir o garimpo ilegal na terra indígena, alcançou uma redução de 78,5% das áreas de garimpo, 80% da presença de garimpeiros, além de 90% dos voos ilícitos, segundo o CMA.
De acordo com o CMA, a Operação Ágata também empregou mais de 11 mil militares, que realizaram 38.766 inspeções de veículos, 5.537 inspeções de embarcações, 1.806 patrulhas fluviais e terrestres, entre outras ações.

Já em 2024, novas ações já começaram a ser realizadas pelo Comando Militar da Amazônia, que já prevê como será o ano.

“Esperamos muito continuar tendo um olhar muito cuidadoso com a Amazônia para que possamos incrementar cada vez mais as nossas operações. Nossas metas são muito desafiadoras e colocamos nossas equipes em metas que nos tirem da zona de conforto, para sermos mais eficientes e usarmos os recursos de maneira mais eficiente, em ações que beneficiem os amazônidas e as nossas fronteiras”, encerrou o general.

g1

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