Constrangimento: oficiais são obrigados a assinar termo de confidencialidade antes de reuniões com o comandante do Exército

Mão assinando

Em tempos de áudios vazados, delações e fake news, conceitos como lealdade, ética e confiança estão em baixa entre os altos coturnos.

Valores pétreos na formação militar, esses atributos tem sido relativizados nas reuniões promovidas pelo atual comandante do Exército com seus oficiais, durante as visitas aos comandos militares.

Há uma ordem expressa para que os celulares de todos os participantes sejam deixados do lado de fora, nada que já não ocorra em diversos quarteis Brasil afora.

O constrangimento maior é causado pelo fato de que todos os oficiais presentes são obrigados a assinar um termo de confidencialidade a respeito dos assuntos tratados nos encontros com o general Tomás.

 

Respostas de 21

  1. Meu avô, ainda vivo, ensinou:
    Se tu e homem sustenta a palavra mesmo que caia o mundo…….Ou guarda a palavra para ti

    Tempos estranhos

  2. Sério?

    Mas por que?

    Está tratando de assuntos proibidos, ilegais?

    E antigamente que ouvíamos desses senhores que somente “praças não são confiáveis”.

  3. A leitura dessa situação é simples, todos sabem, Os Generais não confiam em seus comandados e seus comandados muito menos neles, é isso, simples assim, não tem necessidade nem de desenhar.

  4. Boa noite QEs!!!
    E o presidente de vcs já promoveu os senhores a S Ten na reserva? Kkkkk

    E o aumento veio???? Tá ganhando igual general? Kkkkk

    Acho que não.

    Para as filhas pencionitas…. tic tac, tic tac, toc tac…

  5. Manda Quem Pode E Obedece Quem Tem Juízo, porque Não há Nada Demais em Assinar o Tal termo de confiabilidade, pois aqueles que assim não desejarem é só fazer um joinha…kkkkkkkkkkk

  6. e então, aquele Sub véio que achava estar na “instituição do paraíso”, e arrotava a maior credibilidade, protagonista dos direitos humanos e dizia (ahh polícia truculenta, polícia corrupta na fronteira, polícia milícia), logicamente que sem celular, sem a fiscalização do povo, sem câmeras, “poderá roubar até a própria mãe e bater no rengo sentado” e ninguém ficará sabendo…a questão moral não está nas instituições e sim em cada integrante em fazer seu melhor, e simm na possibilidade de ” a ocasião ” faz o ladrão e na fiscalização do povo. A pergunta que fica é?? Quem vai fiscalização os grandes chefes, na questão dos erros, excessos, roubos e crimes?? Ou tudo será confidencial??
    Quando errar, ninguém sabe , ninguém viu ..confidencializa tudo…até parece a mulher com amante…”sabe tudo e não conta nada”.

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