Cid quebrou o silêncio para proteger seus subordinados na Presidência

O silêncio de Mauro Cid em depoimento à CPI irritou os deputados - (crédito: Ed Alves/CB/DA.Press)

Também pesou na decisão do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro o fato de seu pai ter entrado na mira das investigaçõesMarcela Mattos
O ex-ajudante de ordens Mauro Cid decidiu quebrar o silêncio e firmar um acordo de colaboração premiada após ver militares sob a sua tutela serem arrastados para o centro das investigações sobre o suposto desvio de presentes recebidos por Jair Bolsonaro enquanto presidente da República.

De acordo com pessoas próximas ao tenente-coronel, Cid demonstrou especial incômodo e angústia ao ver dois militares que trabalhavam em sua equipe – o tenente Osmar Crivelatti e o sargento Luis Marcos dos Reis – tragados pelas investigações.

O sargento Dos Reis, como é conhecido, também está envolvido em fraudes em cartões de vacina, e foi preso em maio, no âmbito da mesma operação da Polícia Federal que prendeu Cid.

Conforme esses relatos, Cid chegou a chorar ao tratar da situação dos militares. “A gente é leal ao superior, mas protege o subordinado”, disse em uma das conversas.

O tenente-coronel chefiou a ajudância de ordens da Presidência durante os quatro anos do governo Bolsonaro. Conforme revelou VEJA nesta edição, o militar confessou à PF as fraudes nos cartões de vacina de seus familiares e a participação na venda de relógios obtidos por Bolsonaro – com o repasse, na íntegra, ao ex-presidente.

Também pesou na decisão o fato de o general Mauro Lourena Cid, pai do tenente-coronel, entrar nas investigações após ter cedido uma conta bancária nos Estados Unidos para receber o dinheiro das vendas. A conta foi disponibilizada após um pedido de Cid.

De acordo com pessoas que conversaram com o militar enquanto ainda estava preso, ele caiu em prantos quando os e-mails que revelavam as transações vieram à tona e afirmou que precisaria se posicionar para tirar o pai da confusão.

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Respostas de 16

  1. Eu pulo o texto e vou logo no final pra ver de onde veio a reportagem … quando vejo Folha De São Paulo, O Globo , Bela Megale, Lauro ” fofoca ” Jardim , Metrópoles, Veja , Estadão … nem leio kkkk

    1. Isso! Todos sabemos que Mauro Cid sequer foi preso e ainda mais nunca falsificaria cartões de vacina já que a Covid foi uma invenção da imprensa lixo e a maior prova disso é o fato do inigualável General de Divisão Forças Especiais Pazuello ter sido o segundo mais votado do RJ, numa prova irrefutável de seu desempenho à frente do Ministério da Saúde. Logo esta imprensa marrom é capaz até de associar a invasão petista de 8 de janeiro a Bolsonaro, um homem íntegro, intelectual da mais fina educação e cultura. Baaaaaaaaaaaaaaaaaassssta! Malditos comunistas!

  2. Vai responder pela falsificação do cartão ,o resto é invencionice dessa midia podre.O descondenado tem vários itens que lhe foram presenteados e não vejo nenhum escândalo da mídia Quanto a isso.

  3. KKKKK!!!!!! Defender subordinados, dorme com barulho desse! Ele delatou para safar seu pai, sua família e sua pele, alguém aí acha que esse bom moço tava aí para subordinados? Meteu todos na lama em sua nessa teia, aliás as provas que corroboram isso são extensas.

  4. Resumo: temos um presidente que roubou da União (até dinheiro devolvido já houve) e um ex presidente que deixou de agregar presentes ao patrimônio da Uniao(de acordo com reportagem da Veja) . Vamos confiar na justiça. ( ué porque o sorriso?)

  5. MAURO CID É INOCENTE!
    Prendam o verdadeiro culpado. O exercito fez isso em 1987, mas a JMU (sempre ela) desfez e ele nao foi expulso por indignidadr.

    Agora esta com o STF.
    Cadeia no ladrao de joias.
    MAURO CID NAO É BODE EXPIATORIO!

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