Tenente foi escolhido por Bolsonaro como um dos auxiliares pessoais após a saída dele da Presidência
Paolla Serra
Brasília – A operação da Polícia Federal deflagrada na manhã desta sexta-feira sobre um suposto esquema de venda de presentes dados ao Estado brasileiro durante missões oficiais no exterior traz o tenente do Exércio Osmar Crivelatti como um dos alvos. Ex-ajudante de ordens do então presidente Jair Bolsonaro (PL), Crivellatti seguiu com o ex-presidente após a sua saída do cargo de chefe do Executivo.
Os mandados foram determinados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e estão sendo cumpridos em Niterói, no Rio de Janeiro; em São Paulo e em Brasília. As ações ocorrem dentro do inquérito policial que apura a atuação do que se convencionou chamar “milícias digitais” em tramitação perante o STF.
O militar foi escolhido por Bolsonaro como um dos auxiliares pessoais a que tem direito como ex-presidente. Em 6 de junho de 2022, Crivelatti assinou a retirada de um Rolex do “acervo privado” para o gabinete dele. O relógio, avaliado em R$ 300 mil, foi doado pelo rei da Arábia Saudita, Salman bin Abdul-aziz em uma viagem oficial e teria sido negociado por Mauro Cid.
De acordo com a PF, os alvos são suspeitos dos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. “Os investigados são suspeitos de utilizar a estrutura do Estado brasileiro para desviar bens de alto valor patrimonial, entregues por autoridades estrangeiras em missões oficiais a representantes do Estado brasileiro, por meio da venda desses itens no exterior”, informou a corporação.
O inquérito apontou que os valores obtidos das vendas desses objetos teriam sido convertidos em dinheiro vivo e “ingressaram no patrimônio pessoal dos investigados, por meio de pessoas interpostas e sem utilizar o sistema bancário formal, com o objetivo de ocultar a origem, localização e propriedade dos valores”. Leia mais.
O Globo
Respostas de 9
Me desculpem os ‘astronautas’ de alto nível do Blog.
Mas essa Foi FODA.
Bolsonaro:
– um tomate podre numa caixa, contamina a todos.
O ex-Tenente Jair, o desajustado, continua manchando as FFAA.
Ten Crivellati… então ST, adjunto de comando do Villas Boas. Vendeu a alma para andar com os lordes brasilianos, tratava os semelhantes por interesse. Deve ter aprendido no curso de Op Psico ou no FE.
É uma pena esse fim de carreira.
Conduta típica de muitos oficiais QAO e subtenentes em Vias de ingressar em QA: vendem a alma, a honra e o caráter.
Adoram as migalhas lançadas pelos estamentos superiores.
P.S.: os Adjuntos de Comando, com raríssimas exceções, estão indo pelo mesmo caminho.
os verdadeiros culpados irão jogar a culpa para esse praça com estrelas !!!
Tive o desprazer de conhecer esse cidadão quando ele morava na 306. O pouco que conversamos deu para observar que sua vida apenas o Exército Interessava, promoção acima de tudo. Não diferente de muitos aqui de Brasília. Família já não tinha mais, vida pessoal familiar nunca teve. Junto com VB ajudou concretizar a tal de racionalização, ou seja, diminuir a quantidade de praças, apenas praças para promoção, para contratação de mais Temporários. Esses na velhice serão esquecidos e tratados como um qualquer.
Quando eu estava no CFS esse cara era uma lenda no Exército. Hoje está aí, com as mãos sujas de bosta.
Se você ainda tiver idade, estude para sair, pois não há futuro bom dentro da Força.
É! infelizmente, pode ser o primeiro Adjunto de Comando a ser excluído do Exercito.
Infelizmente? infelizmente nada, quero mais é que pague pelo o que fez de errado, que.mandem embora aquele que vendeu a alma, a dignidade.