O futuro da carreira militar de Mauro Cid, segundo a cúpula do Exército

Mauro Cid (de farda verde) caminha ao lado de Bolsonaro em viagem aos EUA: ajudante de ordens tornou-se mais do que um 'carregador de pasta' do presidente Foto: Alan Santos/Presidência da República/08-03-2020

O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro está preso há 50 dias

Robson Bonin
Para a alta cúpula do Exército, o tenente-coronel Mauro Cid é um caso “sem salvação”.
“A carreira dele no Exército já era”, diz um militar ouvido pelo Radar.
Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Cid está preso há 50 dias no Batalhão de Polícia do Exército de Brasília, desde 3 de maio, pelo caso das fraudes nos cartões de vacinação, mas é alvo de diversas investigações, entre elas por participação na tentativa de um golpe no país.
RADAR(veja)

Respostas de 3

  1. “Já era” porque o caso ganhou os holofotes.

    Ficasse dentro do quartel, seria “abafado”, relegado, e continuaria a carreira como se nada desabonador tivesse ocorrido.

    Mas isso só ocorre com os oficiais. Praça, independente do caso, já inicia o “processo” com a carreira no “Já era”.

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