O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro está preso há 50 dias
Robson Bonin
Para a alta cúpula do Exército, o tenente-coronel Mauro Cid é um caso “sem salvação”.
“A carreira dele no Exército já era”, diz um militar ouvido pelo Radar.
Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Cid está preso há 50 dias no Batalhão de Polícia do Exército de Brasília, desde 3 de maio, pelo caso das fraudes nos cartões de vacinação, mas é alvo de diversas investigações, entre elas por participação na tentativa de um golpe no país.
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Se dependesse da “cúpula” ele estaria comandando unidade e seria promovido ao último posto.
“Já era” porque o caso ganhou os holofotes.
Ficasse dentro do quartel, seria “abafado”, relegado, e continuaria a carreira como se nada desabonador tivesse ocorrido.
Mas isso só ocorre com os oficiais. Praça, independente do caso, já inicia o “processo” com a carreira no “Já era”.
Eu quero é que se lasque.