Conheço o novo caminhão do Exército Brasileiro

Caminhão MaxxPro MRV-PK

O veículo promete aguentar as pistas mais íngremes e difíceis

O Brasil é um país que não se envolve diretamente em guerras como aconteceu com países europeus, asiáticos e da América do Norte no envolvimento direto da primeira e segunda guerra mundial.

Os conflitos foram bastante sangrentos, deixando inúmeras mortes e contando com veículos mais potentes e ágeis da época. Nosso país apenas participou indiretamente com ajuda humanitária.

Apesar do Brasil ter registrado apenas guerras internas como a baianada e a Farroupilha nos séculos passados, o novo caminhão promete força e potência e será um grande aliado no resgate de vítimas e atuação em lugares mais inertes.

Bruto nas estradas brasileiras
O veículo americano MaxxPro MRV-PK produzido pela montadora navistar, chegou ao Brasil para fazer parte do exército no nosso país trazendo alta resistência podendo aguentar tiros de armas de 5,56 e 7,62 mm e vários tipos de explosões.

Com PBTC (Peso Bruto Total Combinado) o veículo possui capacidade de tracionar até 42 toneladas e arrastar 22,6 toneladas com cabo de aço. Além disso, é possível içar 27,2 toneladas no guindaste com lança hidráulica e 15,8 toneladas com a asa delta traseira.

Dimensões, torque e potência MaxxPro MRV-PK
Para conseguir fazer tudo isso é necessário ter um motor bem potente e com grande diferencial. O veículo possui o motor adaptado Max Force de 8,9 litros com capacidade de gerar 455 cavalos com toque de 165 kgfm.

O veículo de 3,28 m de altura, 6,63 m de largura e 10,94 m de comprimento foi comprado e 20 unidades farão parte do exército brasileiro. Você concorda com essa compra?

Brasil do Trecho/montedo.com

Respostas de 13

    1. Acredito que a matéria esqueceu da Segunda Guerra em que brasileiros morreram em campo de batalha; Montese, e outras na Itália? Fora que participou diretamente em missões de paz, canal de Suez, Angola, Moçambique, timor leste e Haiti!

  1. Concordo totalmente! Só acho que poderia ser bem mais. É claro que seria bem melhor se fosse adquirido um veiculo nacional; por vários motivos que não vou enumerar aqui. Assim como concordo plenamente com a aquisição dos novos blindados italianos. Só achei muito pouco também. E também acho que poderiam ser totalmente de fabricação nacional, concebidos por mentes de brasileiros e fabricados por mãos de brasileiros mass…..o EB precisa dessas viaturas para ontem! Estou falando como brasileiro pagador de impostos.

    1. Seria bom, mas Não é Possível. Na Década de 70 tinha uma Empresa chamada Engesa que Desenvolveu os blindados urutu e cascavel. O que ela gastou para desenvolver o tanque Osório levou a empresa perto da Falência. A Época a Arábia Saudita Tinha interesse na Aquisição , onde o Brasil levaria alguma Vantagem de cada 4 carros comprados 1 iria Para o EB. E Lógico que Não deu certo. desenvolvimento de um Protótipos levaria a um custo muito alto e depois a demanda desses veiculos para as nossas FA seria de 10/15 unidades que seriam adquiridas, e o Próximo pedido seria daqui ha 10 anos.

  2. Quem escreveu o texto sequer sabe que o Brasil participou da II Guerra Mundial e desde a década de 1950 envia contingentes para operações de paz…

  3. “Nosso país apenas participou indiretamente com ajuda humanitária”, Disse o autor referente à participação brasileira nas i e II Guerras mundiais.
    só esqueceu de mencionar a participação efetiva, na segunda Guerra Mundial, da FEB nos combates em solo italiano.

  4. Tem que dar mais empenho na marinha e aeronáutica. Pois os inimigos do tráfico de drogas e invasão na Amazônia e nosso mar territorial é consequência da falta de equipamentos modernos.

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