Fim do “Cordinha”? Ajudante de ordens de Lula pode ser oficial QAO da reserva

Capitão Valmi Moraes

Lula admite perda de ‘confiança’ em parcela de militares e adia escolha de ajudante de ordens, informa Felipe Frazão, do Estadão. Pela primeira vez, um presidente rejeitou ter militares fardados como ajudantes de ordens. A imagem de um “cordinha”, como são conhecidos, deixará de existir. A função sempre foi desempenhadas por destacados oficiais da ativa, que se tornavam muito próximos ao chefe do Executivo. Eles tinham acesso a informações pessoais sensíveis, como o telefone celular e a mala dos presidentes. Um ajudante de ordens permanece sempre ao lado do presidente, inclusive em reuniões reservadas e no carro presidencial. Nos dois primeiros mandatos, Lula teve ao seu lado o general Gonçalves Dias, que assumiu o cargo como major e o deixou como general de brigada.

Confiança quebrada
“Eu perdi a confiança, simplesmente. Na hora que eu recuperar a confiança, eu volto à normalidade”, admitiu Lula, quando questionado sobre se se sentia ameaçado.
O presidente dissera, durante um café da manhã com jornalistas, que entregaria o cargo aos seguranças que já trabalham com ele desde 2010, entre eles militares aposentados, como o capitão Valmir Moraes. O presidente já havia substituído militares por policiais federais no círculo de guarda-costas.
Lula citou como razão ameaças de morte verbalizadas por militares a petistas. Segundo auxiliares, ele referia-se ao sargento da Marinha Ronaldo Travassos, antes lotado no Gabinete de Segurança Institucional (GSI), um frequentador do acampamento intervencionista no Quartel-General do Exército. O governo Lula foi informado que o praça havia sido motorista do ex-ministro do GSI Augusto Heleno, general da reserva, conselheiro de Jair Bolsonaro e opositor do petista.
“Eu pego no jornal um motorista do Heleno dizendo que vai me matar e que não vou subir a rampa. Outro tenente diz que vai me dar um tiro na cabeça, que não vou subir a rampa. Como vou ter uma pessoa na porta da minha sala que pode me dar um tiro?”, disse Lula.

Tchau, querida!
Oriundo da arma de Engenharia, Valmir Moraes da Silva é capitão da reserva do Quadro Auxiliar de Oficiais do Exército e está na equipe de Lula desde 2010. Era dele o celular grampeado pela PF que registrou a fatídica ligação de Dilma para Lula, informando que ia nomeá-lo como chefe da Casa Civil apenas para protegê-lo da operação Lava Jato. A gravação motivou a prisão do ex-condenado.
Com informações do Estadão

Respostas de 8

  1. Olá amiguinhos tudo bem com vcs? Aqui quem fala é o QE CHORÃO!

    pai lula vai colocar eu.

    Mas eu já disse a ele que só depois dos 800%. Hehehehe

    Eu me chamo QE CHORÃO faço parte do Quadro dos Reclamões Anônimos e estou a 0d 0m 0a sem reclamar.

  2. Vou mandar meu curriculum vitae, mas não dou QAO sou QOAA/T, com meus inúmeros cursos, tanto intra com extra caserna, vai que rola. 🙌😆🙏

  3. Alguém faz coisa errada nas Forças Armadas, e quem paga é toda á Força, muito triste isso, Bolsonaro contaminou a maoria da Força. Dizendo meu Exército, Forças Armadas devem ser apolitica, pensar no bem da `patria , como sempre fez,, Quem paga o pato é os praças,, da reserva e ativa. É por isso que sou apolitico. tenho orgulho de ser Militar reformado do Exército., Deus seja Luvado

  4. Militar que se sujeita a ser cordinha de um ladrão deveria dar baixa do exercito. Tenham vergonha na cara, honrem suas Famílias. Se me colocassem na hora iria para a reserva.

  5. 9 dedos infatou um monte de ressentidos com a carreira e FFAA.
    O UMA ODE A Invídia já teve cinco paradas cardíacas.
    O choro é livre!

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