Vítima cria rede social para denunciar agressões de ex-companheiro militar do Exército em Juiz de Fora

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Caso é investigado pela Polícia Civil e suspeito afirmou à TV Integração que não irá se pronunciar sobre o assunto. O MG2 entrou em contato com o Exército.

TV Integração — Juiz de Fora
A empreendedora Luisa Leipner criou uma rede social para denunciar as agressões que sofria do ex-companheiro, que é militar do Exército em Juiz de Fora. Segundo a vítima, as agressões ocorriam há anos.
O suspeito afirmou a TV Integração por telefone que não irá se pronunciar sobre o assunto. Já o Exército informou que tomou conhecimento dos fatos ocorridos e que não cabe ao comando emitir opinião de investigação em curso sob responsabilidade dos órgãos de segurança pública e que um processo administrativo interno foi aberto para apurar os fatos.
Luisa contou à reportagem que na última semana foi espancada pelo ex-companheiro, com quem tem uma filha de 7 anos, quando estava indo buscar roupas da filha.
“Ele me encontrou no meio do caminho e já veio para cima de mim, não me lembro bem o que aconteceu, pois eu apaguei com um soco que ele me deu. Me lembro de acordar no chão e várias pessoas me ajudando”.
A vítima registrou um boletim de ocorrência e divulgou a situação nas redes sociais após ela criar um perfil para compartilhar a agressão sofrida. Em nota enviada à TV Integração, a Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), e que um inquérito foi instaurado para apurar a agressão. Uma medida protetiva também foi requerida.
Após as agressões físicas, a vítima procurou atendimento psicológico e, segundo o psicólogo, ela e a filha irão precisar de acompanhamento.
“Isso acaba afetando a filha no desenvolvimento, aprendizagem, a criança também acaba sendo vítima e precisa de uma intervenção juntamente com a mãe para minimizar os impactos da agressão”.
Segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), 1.850 mulheres sofreram agressão em Juiz de Fora de janeiro a maio deste ano.
g1/montedo.com

Respostas de 5

  1. Só digo uma coisa: esse não é um verdadeiro militar, pois não honra o estatuto, como aquele procurador de Registro não um verdadeiro promotor. A força de um homem e superior da mulher, portanto mesmo que agredido por mulher o melhor esquecer e seguir em frente.

    1. Poderia acrescentar que aquela juiza de Santa Catarina não é uma verdadeira juíza.

      Só uma certeza, o militar vai ser punido, e a Juíza?

  2. Ué , cadê os julgadores para dizer que era um PM que agride mulher e bêbado ?!
    Parece que os seres humanos são todos iguais em questão de erros e acertos, alguns só mudam o endereço e a profissão…mas os erros são idênticos…

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