MPF abre investigações contra ex-chefe de divisão da AMAN

A Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende (RJ) Aman/Divulgação

Procuradoria aponta irregularidades na adesão a pregões e dispensa de licitações

Laísa Dall’Agnol
O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro abriu na última semana três investigações contra o coronel do Exército José Rozário Araújo Monti, ex-chefe da divisão de Logística da Academia Militar das Agulhas Negras – alma mater de Bolsonaro.
Segundo a Procuradoria, há indícios que apontam para suspeita de improbidade administrativa.
Araújo Monti já era alvo de ação penal na Justiça Militar pelo crime correlato de corrupção passiva militar. Os processos deram origem, agora, à abertura dos inquéritos no MPF, determinada pela procuradora da República em Resende Izabella Marinho Brant.
Na instauração, são apontadas irregularidades na adesão a pregões e dispensa de licitações enquanto o coronel chefiava a Logística da Aman.
RADAR(Veja)/montedo.com

Respostas de 2

  1. “improbidade administrativa”, não dará em nada.

    LEI Nº 14.230, DE 25 DE OUTUBRO DE 2021

    Altera a Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992, que dispõe sobre improbidade administrativa.

    Art. 9º Constitui ato de improbidade administrativa importando em enriquecimento ilícito auferir, mediante a prática de ato doloso, qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, de mandato, de função, de emprego ou de atividade nas entidades referidas no art. 1º desta Lei, e notadamente

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