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| Coronel Osvaldo Oliva Neto (Reprodução Isto É) |
Segundo reportagem de Cláudio Dantes Sequeira, publicada na última edição da revista Isto É, o MPF tem indícios de que o coronel da reserva Osvaldo Oliva Neto possa ter atuado como operador de seu irmão, o ministro Aloizio Mercadante, no projeto do submarino nuclear,o Prosub.
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| Reprodução Isto É |
A elaboração do projeto de aquisição de submarinos franceses esteve a cargo do ex-presidente da Eletronuclear, Almirante Othon Pinheiro da Silva, preso na Operação Lava Jato desde o último dia 28, por ordem do Juiz Sérgio Moro. O pacote, orçado em R$ 28 bilhões inclui a compra de quatro Scorpéne de propulsão a diesel e o desenvolvimento conjunto com a estatal DCNS de um modelo de propulsão nuclear, que será montado num estaleiro em Itaguaí, no Rio. A Odebrecht foi escolhida pela Marinha para construir o estaleiro, mas não houve licitação. Segundo a Isto É, esse negócio foi conduzido pelo coronel Oliva. O MPF apurou também que, quando assumiu a pasta de Ciência e Tecnologia, em 2011, Mercadante pressionou para a realização de uma nova licitação para Angra 3.
O coronel foi alvo de reportagem de Isto É em 2011, sob o título “O poderoso coronel Oliva“.
Ele ocupou até 2007 o cargo de chefe do Núcleo de Assuntos Estratégicos (NAE) da Presidência. Após afastar-se do governo, reativou a Penta Prospectiva Estratégica e passou a prestar consultoria em todos os grandes projetos na área de defesa, não só na compra dos submarinos, mas dos helicópteros franceses EC-725 e em projetos da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016. Em 2010, a Penta se uniu à Odebrecht Defesa e Tecnologia, criando a Copa Gestão em Defesa. Depois foi adquirida a Mectron, que igualmente firmou sem concorrência contrato com a Amazul Tecnologias de Defesa, estatal de projetos criada por Dilma para atuar no Prosub. A Lava Jato puxará agora o fio desse novelo que pode levar a identificar possível tráfico de influência de Mercadante e eventual uso da empresa de consultoria de seu irmão para recebimento de propina. Leia a reportagem completa na revista Isto É.
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Respostas de 6
Conheci esse cidadão quando ele era um capitão comandante de bateria. Sabia que ele era um sangue azul, um militar soberbo, que pisoteia seus subordinados. Agora o tempo mostra essa outra face dele. Ele não tem apenas o lado ruim, tem também o lado podre.
E, infelizmente, as FFAA está cheia desses vaidosos.
E agora, que vc sabe a verdade! Que o Moro te fez de otário. Onde vc vai enfiar a cara.
E as laranjas podres vão aparecendo.
Vamos que vamos…já passou da hora de se separar o "joio do trigo" militar. Separar os bons dos maus militares. Mas, isso somente será possível por instituições de fora da força, pois a força promove, recompensa e incentiva os maus.
Vibrei com essa notícia!!!
Nessa república, tá é difícil escapar alguém.