Nenhum relato exato sobre o que aconteceu em Sevilha está disponível
Igor Gielow SÃO PAULO
Mesmo que seja um incidente isolado, na hipótese de o militar ter sido abordado por criminosos devido ao seu acesso a viagens com menor controle burocrático, a preocupação mais aguda é com a exposição das falhas de segurança da Presidência.
Ela foi agravada pela cacofonia de versões sobre o episódio ao longo desta quarta (26).

A Folha ouviu cinco ex-integrantes de viagens internacionais de presidentes, que foram unânimes nessa crítica.
Tuíte presidencial aqui, fala do presidente interino ali, notas acolá. Nenhum relato exato sobre o que aconteceu em Sevilha está disponível.
O presidente interino, Hamilton Mourão, afirmou na manhã de quarta que o taifeiro Manoel Silva Rodrigues fazia parte de uma tripulação que ficaria na cidade espanhola para esperar Bolsonaro voltar do Japão.
Já a Aeronáutica disse à noite que eles não embarcariam no Airbus de Bolsonaro, que voltaria ao Brasil pelos EUA.
Mourão voltou atrás depois. Conforme a Folha ouviu do entorno de Bolsonaro, o presidente ficou agastado com a divulgação que seu vice fizera da versão de que o taifeiro iria embarcar no mesmo avião que ele em algum momento.
Segundo oficiais com conhecimento do voo, o Embraer-190 em que Rodrigues estava parou na Espanha para reabastecimento e levava o chamado Escav (Escalão Avançado), grupo que cuida de burocracias aeroportuárias e precede a chegada do presidente.
Também é incerto o que aconteceu em solo, desconsiderando aí as motivações da equipe que ficou em Sevilha.
A FAB não explica o que eles iriam fazer. Uma hipótese provável seria a de voar o próprio Embraer-190 na viagem de volta, para render a tripulação oriunda do Japão na travessia transatlântica.
Segundo reportagem do jornal Diário de Sevilha sobre o caso, Rodrigues foi preso ao tentar deixar o terminal com a bagagem suspeita.
Não fica claro se isso ocorreu durante inspeção alfandegária normal, o que seria normal, e se havia outras pessoas com ele na hora da ação.
Afinal, quantos dos 21 militares integrantes do voo de fato desceram da aeronave e por qual motivo?
Sobre a ação em si, não é o caso de descartar a possibilidade de ter havido uma dica dada à polícia local, dado que Sevilha é conhecido centro distribuidor de drogas da América do Sul na Europa.
Segundo um frequentador do avião presidencial oficial, o Airbus-319ACJ apelidado de Aerolula quando foi comprado pelo então mandatário petista em 2005, a revista é rígida para todas as bagagens.
Confirmam isso os ex-integrantes de comitivas. Que também contam que o controle é bem mais leniente em aviões de apoio. Ainda assim, todos os oficiais ouvidos se disseram surpresos com o caso.
As tripulações GTE (Grupo de Transporte Especial) são consideradas das mais qualificadas em toda a Força Aérea. São vagas disputadas, já que viagens ao exterior também garantem diárias em dólar.
São ao todo cerca de 120 militares, do taifeiro ao comandante, divididos em três esquadrões (o do presidente, outro do vice e ministros, e um terceiro de helicópteros).
Como Rodrigues voou 29 vezes pelo GTE, isso levanta questões óbvias sobre os controles internos de segurança de quem transporta a elite política do país, e a pressão deverá recair sobre o Gabinete de Segurança Institucional.
FOLHA DE SÃO PAULO/montedo.com
Respostas de 33
Parei de ler quando vi “a Folha”.
Fomos 2
Fala besteira em Welsimer. Argumento nenhum.
Heleno já disse que o GSI não tem nada com isso. Então quem controla essa bodega?
Na época do Lula tinha umas malas misteriosas e uma “fantasma” a bordo, que não aparecia na lista de passageiros. Como o envolvido era o Lula, abafaram. Com Bolsonaro, qualquer problema, vira manchete. Onde está o serviço “secreto” que garante a segurança nas aeronaves do presidente? Militares sendo “convencidos” a servirem de mula do tráfico não é novidade. Se esse taifeiro fez realmente isso, não foi por baixo salário. Além do soldo, deve ganhar muitas diárias nesses deslocamentos, por isso, alguns tens mais bens que outros e causa estranheza para muitos civis.
Uma correção:.. alguns tem mais…
O pessoal do serviço secreto que você se refere são os arapongas? Kkkkkk Estes são peças fora do baralho, estao preocupadissimos com o pessoal que é militar e faz bico la fora, quem estaciona sem a permissao dentro do quartel, das fofocas e outras coisas que sabemos como funciona nas FA.
GSI não cpntrola nada. Ano passado a PMDF prendeu 4 integrantes do GSI fazendo arrastões com pistola institucional, inclusive. O Etchegoyen era mestre em uma coisa, que logo o Heleno vai aprender: jogar a culpa em outros órgãos.
Se ñ tem uma inspeção na bolsa de quem entra no avião. Ñ me lembro de ter curso nas forças armadas de adivinhação
Seja o que tenha acontecido, com uma falha tão grave, qualquer coisa poderia ter embarcado no avião presidencial, como por exemplo, uma bomba. Se esse taifeiro já era experiente nesse tipo de viagem, sabia como eram os procedimentos no exterior. Se tinha alguém do outro lado que fazia vista grossa, é outro assunto. As investigações descobrirão tudo.
Mas este Sargento, com 38 (trinta e oito) anos ainda era 2º Sgt? O que foi que houve, a nota do CFS/CAS foi muito baixa?
Ele não era Militar.
Era da Aeronáutica.
Na FAB não existem militares , existem PAISANOS fardados.
Uma pena que esse site chegou a esse ponto…
Welsimer Fernandes, viúva do PT, se não sabe comentar algo que é de interesse público, não do seu ACHISMO, então fique calado, pois esse seu ódio vai matá-lo antes de você conseguir um emprego, por falta de capacidade. Esse taifeiro não tem nada a ver com o Bolsonaro, este certamente nem o conhece. Por que vocês, por não acharem corrupção no presidente, ficam assim querendo associar coisas erradas feitas por outrem sempre ao Bolsonaro? Não vai enganar mais ninguém! Acabou! “X-E-G-A”, chega!!!
Esse 2° Sgt é concursado e de carreira, é daquele pessoal que vem aqui arrotar que merece tudo, só para contabilizar
Nenhum traficante entrega 39 Kg de cocaina para uma mula numa primeira viagem. Se procurar vão achar coisas estranhas nessa historia toda. Essa droga toda, na europa, chega a ser cotada em R$ 16.000.000,00. Muita grana para uma mula só
Que fase em montedo dando voz p a FOLHA DE SP!! Tu perdeu toda credibilidade que tinha, nunca mais entro no teu site e farei propaganda contra!! Vc é inimigo do governo
Conheci homens e mulheres do Exército que, nunca entendi como passaram em algum teste para serem membros dos órgãos de segurança presidencial…nem intelectual, nem físico, não atiravam bem, não lutavam, não falavam outro idioma, e alguns, não tinham conhecimentos elementares de direito, cidadania e direitos humanos. (inclusive chefes),”as mulheres são uma piada”, Então pensando nisto agora não me surpreende que um traficante tenha passado por três presidentes, o sistema de seleção é falho. Existem exceções á claro.Na FAB não deve ser diferente.
Infelizmente, esse incidente não é único!!
Em 2011, um coronel da reserva foi penalizado com a perda do posto e da patente pelo Superior Tribunal Militar pelo tráfico de cocaína em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). Antes, ele já havia sido condenado pela Justiça Federal a 17 anos de prisão.
Outros dois oficiais da Aeronáutica envolvidos no caso foram condenados a 16 anos de reclusão, cada um. Segundo os autos, o coronel integrava uma quadrilha especializada em tráfico internacional de drogas para a Europa, mediante a utilização de aeronaves da FAB.
O militar foi preso, em flagrante, no dia 19 de abril de 1999, com 32 kg de cocaína, escondidos em malas de viagem, com destino a Las Palmas, nas Ilhas Canárias.
Na realidade ninguém fiscaliza nada. Até quando entra no Quartel. Sou Sgt reformado. mas sou a favor que todos devem ser revistados nos Corpos das Guardas, seja da Força Aérea, Exército e Marinha. Uma hora um camarada entra com uma bomba, com intenção de fazer terrorismo, por estar com problema, pessoas estas que não tem vinculo militar com problema muitas vezes familiar, etc. Não somente quando entra mas também quando sai. Sou a favor também que não somente quem está de serviço esteja armado. Mas que todos indistintamente ao entrarem para o expediente recebam armamento leve, para trabalhar durante o expediente.
Vai ser o maximo o pessoal fazendo tfm armado com a pistola na cintura. Imagina jogar uma bola com fuzil em bandoleira. Olha mestre, armado somente o pessoal de serviço ja basta. Não vamos generalizar, taokey?
MONTEDO SEU FALSO….SÓ SABE PUBLICAR MATERIAL DA FAKE FOLHA DE SÃO PAULO. CAIU SUA MÁSCARA NÉ ….EU TÔ FORA. NUNCA MAIS ACESSO ESSA PÁGINA.FUIIIIII….
Como os militares chegam a essas funções conhecidas popularmente como “Bocas Ricas”? Meritocracia? Claro que não. A velha e boa peixada. O resultado não pode ser diferente. Se houvesse meritocracia, se os militares fossem escalados para essas missões no exterior, ou transporte de autoridades, por seus méritos. Se houvesse uma pesquisa séria na vida pregressa do militar, em sua capacidade real, a história seria muito diferente. Tudo nas forças armadas é baseado na indicação, na peixaria, no sorriso certo na hora certa, no tapinha no ombro. Isso na melhor das hipóteses, pois nem quero imaginar a possibilidade do crime cometido não ter sido um ato individual.