Coluna do Estadão

Presidente Jair Bolsonaro. FOTO: WILTON /ESTADÃO
Na esteira do desgaste envolvendo Sérgio Moro, a cúpula militar do governo tenta convencer Jair Bolsonaro a usar os dispositivos de segurança disponíveis na Abinpara a comunicação governamental. O presidente é adepto do WhatsApp mesmo em conversas com os ministros, que também possuem o telefone criptografado da agência de inteligência, o TCS. Apesar de as investidas dos hackers terem sido até agora direcionadas aos integrantes da Lava Jato, a sensação é de que ninguém está 100% seguro, dizem interlocutores de Jair Bolsonaro.
Salve-se quem puder
O pânico também bateu na Esplanada. Alguns trataram de limpar mensagens antigas. Outros foram atrás de descobrir o que é a tal da dupla verificação.
Tome tento
Um general muito próximo a Bolsonaro diz que ele manda “áudio, foto, vídeo” pelo WhatsApp e que “não tem a cabeça de um presidente, que precisa ser mais cuidadoso”.
Até tu?
As Forças Armadas possuem o seu próprio aplicativo de mensagens, o Ebchat. A preocupação entre generais agora é saber se ele também pode ser vulnerável aos hackers.
ESTADÃO/montedo.com
Respostas de 2
O juiz e o procurador cometeram falha grave de caráter. Procedimento nenhum de segurança muda isso, que é algo que vem de berço…É só seguir a lei e andar direito que nada vai atingir..
Realmente, preocupar-se em punir ladrões e corruptos, neste país onde impera a desonestidade, é uma grave demonstração de “falta de caráter”!!!