Militares intervém após Bolsonaro falar de papel das Forças na democracia

Presidente disse que liberdade só existe quando militares querem; líderes tentam minimizar declaração para evitar escalada na crise

SÃO PAULO, RIO E BRASÍLIA
Uma fala dúbia do presidente Jair Bolsonaro sobre o papel das Forças Armadas desagradou à ala militar do governo, que interveio para tentar controlar a escalada do caso dentro do Planalto, no contexto de uma crise iniciada com um tuíte no Carnaval.
Na terça (5), Bolsonaro causou furor internacional ao postar um vídeo obsceno correlacionando cenas impublicáveis com a festa como um todo. Nesta quinta (7), em evento de aniversário do Corpo de Fuzileiros Navais, no Rio, outra declaração gerou controvérsia.
“A missão será cumprida ao lado das pessoas de bem do nosso Brasil, daqueles que amam a pátria, daqueles que respeitam a família, daqueles que querem aproximação com países que têm ideologia semelhante à nossa, daqueles que amam a democracia. E isso, democracia e liberdade, só existe quando a sua respectiva Força Armada assim o quer”, afirmou.
A frase caiu mal no poderoso grupo militar do governo, que tem 8 de 22 ministros, e entre oficiais do Alto Comando das Forças.
Como seria previsível, a crítica à esquerda foi imediata, feita por políticos do PT e do PSOL em redes sociais, que viram a mensagem de que a democracia só existe por tutela fardada.
Para os militares, o problema não foi tanto a segunda parte da afirmação, já que em todo mundo Forças Armadas são garantidoras da ordem constitucional -eles se queixaram do “quando assim o quer”, que implica algum poder que não está previsto na Constituição.
Mas o problema maior, para os fardados, era a parte na qual o presidente apelou às tais pessoas de bem que comungam de suas visões para então fazer o comentário sobre os militares. Isso deu margem à interpretação de que as Forças Armadas estão prontas para combater o dissenso, aqueles que Bolsonaro considera adversários em suas postagens em rede social, notoriamente controladas pelo filho Carlos e assessores.
Nas palavras de um outro militar muito próximo do presidente, ele foi “extremamente infeliz” na colocação.
Ao longo do dia, vieram então intervenções de dois expoentes da ala, os generais da reserva Hamilton Mourão (vice-presidente) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).
“[O presidente] está sendo mal interpretado. O presidente falou que onde as Forças Armadas não estão comprometidas com democracia e liberdade esses valores morrem. É o que acontece na Venezuela”, afirmou o vice-presidente Mourão, que não entrou no mérito da questão do tuíte carnavalesco do chefe.
Já Heleno falou à Rede Globo que não via “nada demais na declaração”. “Ele falou o que todo mundo sabe: as Forças Armadas são o baluarte da democracia e da liberdade. Historicamente, em todos os países do mundo.”
Os panos quentes jogados pelos oficiais da reserva na crise buscaram corrigir o rumo da polêmica do tuíte e fazer a crise ser gerida “interna corporis”, ou seja, dentro do governo.
A anunciada volta das transmissões ao vivo pela internet de Bolsonaro consolidaram a operação. O presidente apareceu lá ladeado por Heleno e pelo porta-voz, Otávio do Rêgo Barros, também um general -no caso, da ativa.
O presidente falou brevemente e pediu a opinião de Heleno, “mais velho, mais experiente”. O general de quatro estrelas da reserva tem 71 anos, enquanto o capitão reformado que o chefia tem 63.
“General, o senhor achou o meu pronunciamento lá no Rio de Janeiro polêmico?”. “Não, claro que não. Ao contrário, as suas palavras foram ditas de improviso. Tentaram distorcer isso como se [a liberdade] fosse um presente dos militares aos civis”, respondeu, antes de repassar o argumento do papel constitucional das Forças Armadas na defesa da democracia.
Bolsonaro também falou sobre outros temas, que foram da reforma da Previdência à agenda mais conservadora de costumes, com a crítica a uma cartilha de saúde com conteúdo que considerou impróprio.
Em todos os casos, era orientado por papéis manuscritos sobre os temas em questão passados por um sorridente Rêgo Barros.
Bolsonaro indicou que outros ministros estarão presentes nas “lives”, mas a estreia nessas condições sugeriu a consolidação de um movimento de subordinação mais claro na área de comunicação que já vinha desde a chegada de Rêgo Barros ao Planalto.
Desde a campanha eleitoral, os militares do entorno de Bolsonaro se batem com o estilo do presidente, que consideram impulsivo demais, e a influência do círculo familiar -notadamente o vereador carioca Carlos, o deputado federal Eduardo, os mais ativos em questões de comunicação de governo e política, e o senador Flávio.
Embora a ala militar englobe diversas facções, algumas divergentes, há uma certa convergência na figura do vice Mourão, por ter sido eleito co m o s mesmo s vo tos da chapa de Bolsonaro e por ter assumido um perfil moderado que inexistia antes da eleição.
Indemissível, pode passar recados da cúpula e os seus próprios com mais liberdade.
Mourão já havia feito pública a intervenção reservada dos militares contra o voluntarismo do Itamaraty chefiado por Ernesto Araújo, protegido de Eduardo e indicado pelo escritor e ideólogo conservador Olavo de Carvalho.
Demoveu a ideia da mudança da embaixada brasileira em Israel e assumiu negociações sobre a crise na Venezuela, afastando especulações de ação militar. Por fim, o vice troca farpas públicas com Olavo sempre que pode.
Internamente, Bolsonaro ouve nomes como os dos também generais da reserva Heleno e Carlos Alberto Santos Cruz (Secretaria de Governo). Eles, Mourão e o general da reserva Floriano Peixoto (Secretaria-Geral) são o núcleo militar dentro do Planalto.
O grupo é reforçado por Rêgo Barros, que dera forma à tímida reação inicial de Bolsonaro à crise na quarta (6), com nota na qual mantinha a censura aos atos obscenos que denunciava em sua postagem, mas afirmava que o tuíte não implicava crítica ao Carnaval por si só.
“A missão será cumprida ao lado das pessoas de bem do nosso Brasil, daqueles que amam a pátria, daqueles que respeitam a família, daqueles que querem aproximação com países que têm ideologia semelhante à nossa, daqueles que amam a democracia. E isso, democracia e liberdade, só existe quando a respectiva Força Armada assim o quer” Jair Bolsonaro, em evento no Rio, pela manhã.
FOLHA DE SÃO PAULO/montedo.com

Respostas de 65

    1. Senhor Presidente, entenda. Todo e qualquer esforço para agradar a esquerda é inútil. Eles não querem o bem do Brasil. Eles querem é o seu cargo, não se conformam de terem perdido a eleição, a primeira em 13 anos. Dito isto, essa conversa de sacrifício de militares, dar exemplo, etc, é inútil. Eles querem que o senhor se indisponha com a tropa, e depois jogar o senhor contra o povo. Dito isto, senhor Presidente, façamos o seguinte :
      1) Apresente a proposta dos 35 anos.

      2) Crie os novos postos, intermediários, para os graduados e os oficiais.

      3) Seja justo, veja as perdas salariais dos últimoa 20 anos.

      4) Crie a nova tabela de soldos, incluindo as duas novas posições, para graduados e oficiais.

      4) Tecnicamente não será um reajuste, pois como se calcular ia o reajuste das posições que não existiam. Esse seria o contra argumento para os maldosos.

      4) Mande o projeto com a tabela, pois não tem sentido aumentar o tempo sem as novas posições, nem criar as novas posições hierárquicas sem um soldo facultado a elas.

      5) E pronto. Vão chiar, vão. Mas criam sempre, depois passa. Vem outra novidade é eles mudam de assunto.

      E vamos ser felizes um pouco.

      1. Realmente estariamos com a faça e o queijo na mão, duvido que o congresso rejeite um valor razoável para todos os postos nessa nova tabela que você diz.
        O porquinho mesmo disse que achava pouco um general ganhar menos de 20 mil. Ele iria se contradizer? Acho uma boa idéia, amigo.

      2. Na cabeça do amigo a valorização será no final da carreira das Praças e na dos Oficiais…assim fica difícil aguentar.

        Quer que fique 34 anos na mesma de agora e, depois seja promovido a ST Master e ganhar mais 400 reais de de aumento..(um dia antes de ir pra reserva) pronto para vestir o pijama…Você é amigo de quem? da onça!

        1. Qual foi a parte do veja as perdas dos últimos 20 anos, e crie uma nova tabela, e nao seria tecnivamente um reajuste…para os maldosos, voce nao entendeu, meu camarada? Você não consegue ler e entender um texto esmiuçado? Se você tivesse corrigido as perdas anteriores da sua graduação atual, e das futuras, você perderia o que? Vai estudar interpretação de texto, para pelo menos merecer o salário que você acha que merece…francamente assim fica difícil conseguir alguma coisa. .

          1. Realmente, tá difícil guerreiro. A pessoa da uma sugestão, aí aparece um aí para quebrar, sem dar nenhuma melhor. Ou melhor, ele quer ser valorizado no início da carreira e ser esquecido depois. Ele quer ganhar como 3S, mais do que um Sub Tenente. Quer andar para trás, a medida que for ficando mais velho. Só na cabeça de alguns mesmo. Estuda que dá tempo.

  1. Lula convocava as mulheres de “GR.elo duro” do partido e ninguém falava p@rr@cari@ nenhuma, e agora tudo que o Bolsonaro fala fazem tempestade em copo de água!!! Ah, faça me o favor!!!!

  2. Engraçado, quando o Barack Obama fez discurso em que reproduziu o texto o abaixo ninguém o criticou. Agora o Bolsonaro fala a mesma coisa, em síntese,, num discurso mais curto a o pessoal da Folha de São Paulo que polemizar.

    “É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa. É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público. É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar.”

    Será que quando Obama reproduziu em discurso este texto ele foi acusado de ter tido uma “fala dúbia”?

      1. Montedo quer ibope, audiencia, não percebem? Um espaço que deveria vir ao encontro da sociedade militar se transforma em marketing de artigos e pensamentos de gente duvidosa e descaradamente contrária não a nós, militares mas à ordem, ao respeito e, principalmente, a iniciativas do bem.
        Claro, ele – ou os montedonions – rebaterá dizendo que veicula o q está na mídia, agindo com transparência, sem ideologias, blá-blá-blá-blá.
        Vinha muito aqui e há bastante tempo não apareço. Mas, qdo resolvo dar as caras, só vejo a consolidação do espaço dele (várias vezes o discurso de q o blogue é dele e ninguém tem nada a ver com o q ele resolve publicar), veiculando, como disse, artigos e reportagens q em nada agregam. Enfim…
        Bobo sou eu que vem aqui e dá ibope para ele. Há tantos outros sítios mais confiáveis e não há qualquer necessidade de vir aqui.
        Para variar, como ele já fez comigo outras vezes, provavelmente meu comentário não será publicado.
        Boa sorte a quem permanece vindo aqui.

        1. Dá sugestão da mídia isentona então. Antagonista? MBL? Facebook da república de curitiba?
          Aprender a filtrar a mensagem, ninguém quer. Só querem ler o que mais agrada e ficam confundindo as coisas com suas próprias expectativas e ideologias.

  3. Ele tá certo, nenhum governo dura sem apoio das forças armadas, por isso msm seria bom ele não ser cruel com os militares nessa reforma

  4. Verdade verdadeira, foram as palavras do Senhor Presidente Jair Bolsonaro, inclusive, parece, que certa vez uma senhora juíza, dissera a mesma coisa.
    Triste do Brasil, se não tivesse suas Forças Armadas, para garantirem respeito à Constituição. Para alguns, ele deveria se manter calado durante todo seu governo. Ainda não acordaram? O Brasil é outro.

  5. Crise o governo Bolsonaro esta quase entrando e se não demitir esse ministro do turismo lembre se de uma coisa seus eleitores não aceitam corruptos e nem quem anda com eles

  6. Ha se os civis soubessem que não há democracia dentro das FFAA………principalmente no tratamento do mais antigo para o mais modernos, e exclusivamente no tratamento do oficial para o praça.

  7.  Assuntos abordados pelo Cmt Ex na palestra no CMS (7 MAR):
    – Reativação da 6ª DE para o 2º semestre;
    – Dificuldades orçamentárias para 2019;
    – Proibições de discussões políticas nos quartéis;
    – Valorização de datas históricas pelo EB (31 MAR e 27 NOV);
    – Implantação da nova família de Bld do EB (Prio do CMS);
    – Sistema de Proteção Social das FFAA já acordadas com a equipe econômica do Governo (Mnt da integralidade e da paridade/não-inclusão ao sistema de previdência do INSS/ proposta militar somente será analisada após a civil).

    – Reforma da proposta reestruturação
    1 Estatuto dos militares
    2 Promoção
    3 Reforma
    4 Medida provisória

    – Adicional de habilitação
    2020 2021 2022 2023
    – Curso de formação 12% mantém
    – Especialização  16% para 19 22 25 27
    – Aperfeiçoamento 20%       27 34 41 46
    – Autos estudos Cat 2 25%  36 49 61 71
    – Autos estudos Cat 1 30%  42 54 66 76
    – Indenização inatividade de 4 para 8 vencimentos
    – Não irão abrir mão da discursao Sistema Proteção Social
    – Aumento gradual da contribuição de 11% para 14% (10,5 + 3,5)
    – CCOM no planalto
    – Dobrar o efetivo na assessoria parlamentar para acompanhar o projeto de reforma .
    – Auxílio de profissional para a divulgação da reforma dos militares .
    – Guerra da Informação, conquistar corações e mentes .
    – Contribuição na ativa e na reserva e as pensionistas.  Reflexo emocional .
    – Despesa de caixa para o ano de mais 1 bilhão sem problemas pela equipe econômica .

     *Consequências*: redução dos efetivos, incremento do número de militares temporários, aumento do tempo de serviço do pessoal da ativa para 35 anos, aumento da contribuição do IR, reajuste das gratificações de especializações/cursos e
    -retorno da gratificação de tempo de serviço como adicional de exclusividade iniciando com 35% para Cel e STen sendo decrescente para as graduações inferiores.

    Aguardemos cenas dos próximos
     

    1. Só me deu um calafrio quando li sobre “aumento” da contribuição do IR?? Vão retornar algumas gratificações e tascam o aumento do IR? O presidente prometeu, junto com o Sr. Paulo Guedes, a modificação da tabela que diminuiria a contribuição, pois o reajuste adequado conforme a CF, parece não vir de novo.

      1. Não vai ter aumento do imposto de renda, essa promessa de reduzir esse imposto vai ser discutido durante a reforma tributária que ocorrerá possivelmente depois da reforma da previdência

    2. Esta faltando uma informação importante aqui, foi ventilado que os cursos iriam acumular o que seria muito bom, se for apenas aumentar o valor dos cursos em 4 anos isso é pouco.

      1. Será cumulativo até o máximo de 76%.

        Ou seja, o muito dedicadonque fez vários cursos e já tem CAS ou não, rapidamente chegarão nos 76%… se não, só quando fizer o CHACAO

  8. Secretário Rogério Marinho, da previdência, confirmou na jovem pan que junto da reforma vai haver sim a proposta de reestruturação, mas no caso uma mais simples, só com as gratificações de cursos, valor das transferências e redução de interstício.

    E confirmou o que já sabemos:
    – aumento para 35 anos
    -10,5% de alíquota (não definitivo)
    – temporários pagarão
    – pensionistas pagarão

    1. Sim, reajuste da tabela de movimentação que está defasada desde 1994.

      Como ele não é militar, não sabe os termos técnicos, mas da pra entender o que ele diz.

  9. O presidente corre o risco de cometer o mesmo erro do Lula: falar muito, falar mau e fazer menos. A cada fala, um debate? Que tal não falar mais de improviso? Concordo que seja contra imoralidades, que as Forças Armadas apoiam a democracia, etc,etc. Por isso votamos nele. Porém, lombadas eletrônicas não é assunto para a presidência e a educação começa em casa, com as escolas fazendo a complementação. Se parar de falar muito, vai até ajudar a dar mais confiança para as aprovações necessárias. Conquistar as metas é mais importante do que ficar retrucando ou corrigindo postagens nas redes sociais. Ha muitas promessas feitas durante a campanha para serem cumpridas, uma delas a da tabela do IRPF.

  10. Hoje estamos no olho do furacão! Ao ver as manchetes dos jornais diários a manchete e sempre os militares. De oficiais intermediário ao soldado a situação ta complicada, pois hoje está muito claro quem esta colhendo os bons frutos! Parabéns, camarada montedo pois você vem esclarecendo muitas coisas obscuras!

  11. meus caros

    qualquer que seja o reajuste ..aumento ,,ou reestruturaçao ou outra coisa

    aumentou o valor do salario ,,,automaticamente o IR pegará uma grande parte
    do valor total ,,

    é simples isso

    kkkk

      1. os inativos vão perder mais 3% isso não seria perda? as pensionistas vão perder 7.5 logo de cara, isso tbm não seria perda? onde estão os ganhos? eles foram bem claro NÃO haverá aumento de soldo para tropa

  12. Na entrevista, aquele cara, que mais parecia um interno do hospital psiquiátrico, enfatizava sempre o Projeto de Lei, sobre os militares, se já estava no Congresso, ou quando chegaria lá. Para a maioria dos jornalistas, a preocupação, éramos nós.
    Conforme a resposta, seria para nos jogar contra o povo, nos acusando de sermos os únicos privilegiados.

  13. Pelo menos, durante o governo do Excelentíssimo Senhor Presidente, Jair Messias Bolsonaro, ( para nós, Presidente Capitão Bolsonaro), não seremos humilhados com o : “Estou cagando e andando para as Forças Armadas, como dissera aquele nosso inimigo).
    Aguardemos o conteúdo do PL, sobre nós.

    1. meu camarada eles já estão divulgando o conteúdo, os inativos foram abandonados, as pensiniostas vão ter perdas e nós mais uma vez sem reajuste , vc acha isso bom? dane-se patriotismo, isso não enche barriga, vamos ter é perdas

  14. Fechei 30 ano passado. Parabéns àqueles que acreditaram em quem nunca fez nada para os militares em 30 anos. Vou assistir a revolta ao vivo. Dentro do alojamento e rindo.

  15. A certeza que temos é que os descontos serão imediatos, alguns problemas para o pessoal militar com o aumento do desconto e sem compensação:

    1 – Se vier algum aumento será sobre o soldo e os descontos serão sobre toda a remuneração.

    2 – Como será um desconto obrigatório muitos militares/pensionistas terão excluídos do seu contracheque os empréstimos consignados por não possuírem mais margem consignável.

    3 – Com o desconto também será diminuído o recolhimento do pagamento das despesas do Fundo de Saúde do Exército, por redução da margem consignável.

    4 – Sem margem consignável também os militares não terão direito a carta de garantia de aluguel.

    5 – Por se tratar de desconto obrigatório também será diminuída as pensões judiciais.

    Não esgotando o assunto, haverá um efeito cascata catastrófico para toda a família militar com o aumento do desconto da pensão sem reajuste para todos da família militar.

  16. Vindo da Faliu de S.Paulo, vai tudo privada abaixo!

    São as Forças Armadas que garantem a democracia, o império, a ditadura, a soberania, a segurança, a tirania, e a existência de qualquer nação, de acordo com o lado em que caminha junto ao seu povo.

    E se o caos for gerado pelos PEÇONHENTOS, ela estará novamente em defesa do povo de bem do Brasil, com o compromisso de não errar como errou no Regime Militar, o brando, para nunca mais deixar herança maldita para o futuro.

  17. “Foice” de São PAulo não é referência para nada! Partindo dela, asssim como da Rede “Esgoto” de televisão, eles irão sempre criticar, mentir e manipular. E sabem fazer isso como ninguém.

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