Pior que é Verdade. Digo mais, nenhuma militar tira menos que a menção “B”. Pois o menor envelope para colocar o nome de guerra marca 2300m. A mulher pode correr 1600m mais irá largar o papel no 2300m.
Por isso que, nos dias do TAF, vou me declarar como mulher para ter meus índices acochambrados e não ter que realizar flexão na barra e PPM (haja vista, que no mundo de hoje, o que vale para definir o sexo de uma pessoa não é mais a biologia mas sim como ela se enxerga).
Não estou preocupado se ela vai ou não pontuar mais do que eu. Apenas estou falando que não há EQUIDADE e JUSTIÇA. Por que eu tenho que correr 3100m para tirar ECHO e uma militar com mesma idade precisa correr apenas 2500m para atingir o mesmo objetivo?
Não se fala tanto em direitos iguais? Por que não ter também os DEVERES iguais? Por que não aproveitam e aprovam o serviço militar obrigatório para as mulheres também? Aí não, né meu camarada. Fazer faxina e limpar privada pode deixar para o conscrito pobre né?? Afinal, vai borrar o esmalte das unhas…
Exatamente. Realmente serviço é algo raro nesse segmento. Sem contar aquelas que conseguem escapar das missões, usando da beleza como antiguidade. Já vi lobinhas escapando de missões e sobrando para subtenentes.
Verdade. Na minha OM, já vi lobinha temporária de saúde chorar para não ir para o campo porque não queria ficar longe da família dela por uma semana. Solução: Escalaram um enfermeiro – mais antigo por sinal – para ir no lugar dela. E, também, tiraram ela da Pelotão de Saúde e a colocaram no Almox, para não ter mais o risco de ser escalada para campo.
Entretanto, a mesma ainda concorreria a escala de enfermeira de dia, quando o certo seria colocá-la na guarda e sargento de dia.
Teatrinho.
Todo mundo sabe disso. Apenas o modismo e os ditames criados pelos governos anteriores por pressões de grupos feministas e também pela presidanta.
O dia em que os deveres forem iguais, como as escalas de serviços e missões, como nos índices tat e taf, sem a proteção direta de seus superiores, entre outras, ai sim, serão bem vindas em todos os campos de atuação.
Esse tal de empoderamento não cola para o combate, mas sim, poderão caso desejarem, serem aproveitadas nas escolas e nos hospitais, além dos ranchos.
“Mentir para si mesmo é sempre a pior mentira”
Com certeza, amigo. Muito sensato esse comentário. Na hora do pagamento, são todas iguais, na hora das missões, são frágeis mulheres. Será que ninguém percebeu isso. Quem fica endeusando essas tais emponderada, são aqueles que nunca foram em missões, pois as mesmas se esquivaram.
E as sargentos de saúde então. Cansei de cumprir missões diversas, pois as mesmas diziam que eram mulheres e não podiam realizar as tarefas, mesmo sendo muito mais antigo. Quem é de saúde sabe bem do que eu estou falando.
Primeiro, para um vídeo institucional ficou no nível amador, mas bota amador nisso. Segundo, que definitivamente não deu certo esta ideia de mulher na Força. Por que? simplesmente porque o tratamento não é nem de longe o dado aos homens, simples assim, na hora de passar o cartão querem receber no posto ou graduação que estão, agora, para cumprir as missões sempre querem ser beneficiadas por serem mulheres. Somando-se a isso, tem o tratamento diferenciado por parte de alguns militares homens, que acham mesmo que vão tirar uma casquinha, ledo engano, não pegam e não vão pegar.
A mulher só ganhará o respeito que merece quando conquistar uma verdadeira igualdade e dela se orgulhar, não usando sua condição de mulher para obter vantagens,,,
Alem disso o exemplo arrasta…o que dizer de uma mulher de 20 anos que se submete a ficar com homem que poderia ser seu avô e fala em igualdade?
Respostas de 13
Mulher tem privilégio demais no EB. Até as gordas tiram E no TAF de tão subdimensionados que são os índices.
Pior que é Verdade. Digo mais, nenhuma militar tira menos que a menção “B”. Pois o menor envelope para colocar o nome de guerra marca 2300m. A mulher pode correr 1600m mais irá largar o papel no 2300m.
Por isso que, nos dias do TAF, vou me declarar como mulher para ter meus índices acochambrados e não ter que realizar flexão na barra e PPM (haja vista, que no mundo de hoje, o que vale para definir o sexo de uma pessoa não é mais a biologia mas sim como ela se enxerga).
Rapaz… é só tirar o seu ECHO no TAF que nenhuma mulher vai pontuar mais que vc.
Enquanto tiver mais preocupado com o privilégio das mulheres e deixar de fazer o seu, não vai ser feliz meu camarada.
Não estou preocupado se ela vai ou não pontuar mais do que eu. Apenas estou falando que não há EQUIDADE e JUSTIÇA. Por que eu tenho que correr 3100m para tirar ECHO e uma militar com mesma idade precisa correr apenas 2500m para atingir o mesmo objetivo?
Não se fala tanto em direitos iguais? Por que não ter também os DEVERES iguais? Por que não aproveitam e aprovam o serviço militar obrigatório para as mulheres também? Aí não, né meu camarada. Fazer faxina e limpar privada pode deixar para o conscrito pobre né?? Afinal, vai borrar o esmalte das unhas…
Excelente comentário. As donzelas não podem servir como recrutas, mas como oficial e sgt se sentem as rainhas do Egito.
As mulheres são muito bem vindas ao EB desde que concorram à todas as escalas e missões que os homens.
Exatamente. Realmente serviço é algo raro nesse segmento. Sem contar aquelas que conseguem escapar das missões, usando da beleza como antiguidade. Já vi lobinhas escapando de missões e sobrando para subtenentes.
Verdade. Na minha OM, já vi lobinha temporária de saúde chorar para não ir para o campo porque não queria ficar longe da família dela por uma semana. Solução: Escalaram um enfermeiro – mais antigo por sinal – para ir no lugar dela. E, também, tiraram ela da Pelotão de Saúde e a colocaram no Almox, para não ter mais o risco de ser escalada para campo.
Entretanto, a mesma ainda concorreria a escala de enfermeira de dia, quando o certo seria colocá-la na guarda e sargento de dia.
Teatrinho.
Todo mundo sabe disso. Apenas o modismo e os ditames criados pelos governos anteriores por pressões de grupos feministas e também pela presidanta.
O dia em que os deveres forem iguais, como as escalas de serviços e missões, como nos índices tat e taf, sem a proteção direta de seus superiores, entre outras, ai sim, serão bem vindas em todos os campos de atuação.
Esse tal de empoderamento não cola para o combate, mas sim, poderão caso desejarem, serem aproveitadas nas escolas e nos hospitais, além dos ranchos.
“Mentir para si mesmo é sempre a pior mentira”
Com certeza, amigo. Muito sensato esse comentário. Na hora do pagamento, são todas iguais, na hora das missões, são frágeis mulheres. Será que ninguém percebeu isso. Quem fica endeusando essas tais emponderada, são aqueles que nunca foram em missões, pois as mesmas se esquivaram.
E as sargentos de saúde então. Cansei de cumprir missões diversas, pois as mesmas diziam que eram mulheres e não podiam realizar as tarefas, mesmo sendo muito mais antigo. Quem é de saúde sabe bem do que eu estou falando.
Primeiro, para um vídeo institucional ficou no nível amador, mas bota amador nisso. Segundo, que definitivamente não deu certo esta ideia de mulher na Força. Por que? simplesmente porque o tratamento não é nem de longe o dado aos homens, simples assim, na hora de passar o cartão querem receber no posto ou graduação que estão, agora, para cumprir as missões sempre querem ser beneficiadas por serem mulheres. Somando-se a isso, tem o tratamento diferenciado por parte de alguns militares homens, que acham mesmo que vão tirar uma casquinha, ledo engano, não pegam e não vão pegar.
A mulher só ganhará o respeito que merece quando conquistar uma verdadeira igualdade e dela se orgulhar, não usando sua condição de mulher para obter vantagens,,,
Alem disso o exemplo arrasta…o que dizer de uma mulher de 20 anos que se submete a ficar com homem que poderia ser seu avô e fala em igualdade?
No EB também, pasto novo pra cavalo veio.