Bolsonaro aponta general como responsável pela pasta do Esporte

Marco Aurélio Costa Vieira será o nome-forte da secretaria do Esporte no governo Bolsonaro (Foto: Divulgação)

Presidente eleito escolheu Marco Aurélio Costa Vieira para setor, que perderá status de ministério; no currículo, general tem experiência na área de operações da Rio-2016

Brasília (DF) – Sem status de ministério, o Esporte já tem o nome de seu comandante para o governo que começa em 2019: o presidente eleito Jair Bolsonaro apontou o general Marco Aurélio Costa Vieira para comandar a secretaria. A informação foi publicada pelo “Uol Esporte”.
Nos Jogos Rio-2016, Marco Aurélio era subordinado direto de Carlos Arthur Nuzman e foi responsável por comandar a área de operações das Olimpíadas. A indicação ainda não foi confirmada oficialmente pela assessoria do gabinete de transição.
O nome de Marco Aurélio na secretaria vai na contramão do esperado: Lars Grael, lendário velejador brasileiro e último secretário de Esportes do país (em 2003, o então presidente Lula separou as pastas e criou um Ministério), era o favorito para assumir o posto no governo Bolsonaro. No mais, a expectativa era de que o presidente eleito optasse por um civil no cargo.
No início de novembro, a revista Época apontou Vieira como alguém que poderia ser a primeira ‘pedra no sapato’ de Jair Bolsonaro. A publicação afirmou que o general seria ‘peça central’ (ao lado do vice eleito general Mourão) em esquema fraudulento. O material, relatado em dossiê de 1.452 páginas, mostra possíveis irregularidades na contratação de um Simulador de Apoio de Fogo (Safo) pelo Exército.
Marco Aurélio Costa Vieira é doutor em Ciências Militares, foi diretor de Educação Superior do Exército (de 2009 a 2012, quando foi contratado pelo Comitê Organizador da Rio-2016) e adido Militar em Madri. Na preparação para os Jogos, ele acabou rebaixado e ficou responsável pelo revezamento da tocha.
LANCE/montedo.com

Respostas de 2

  1. Os escolhidos não serão eternos. Ninguém é insubstituível. Espero que as Forças Armadas não sejam responsáveis por todos os atletas e os coloquem, pela janela, nas fileiras sem dar o mesmo apoio aos atletas militares de carreira.Seria ótimo se as nossas universidades funcionassem como as americanas mas, infelizmente,o PT as transformou em formadoras de “soldados zumbis” da esquerda.

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