
O diplomata americano Thomas Shannon falou sobre o Brasil em entrevista a BBC News Brasil em Washington. Shannon atravessou os mandatos de seis presidentes americanos e esteve em duas temporadas no Brasil – entre 1989 e 1992, no governo de George Bush pai, e entre 2010 e 2013, como Embaixador em Brasília no governo de Barack Obama.
O americano defende a entrada do Brasil na Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) – principal aliança militar do planeta e um dos interesses de auxiliares ligados à política internacional de Bolsonaro, segundo a BBC News Brasil apurou.
“Traria ao Brasil uma oportunidade para se envolver e trabalhar diretamente não apenas em questões militares e das forças armadas, mas em tudo que for ligado a segurança nacional e segurança global”, diz.
Leia a entrevista completa.
BBC/montedo.com
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Soldados europeus e norte-americanos são muito caros e a Europa não consegue pagar a conta. É melhor pedir reforço a nós índios do sul.
kkk. Cômico, o Brasil foi convidado para uma missão na África e os comandantes correram com o rabo entre as pernas, pois conhecem nossas reais possibilidades. Tal missão seria bem diferente que aquele mel na chupeta do Haiti aonde colocaram forças especiais contra uns mortos de fome armados com arcabus. OTAN seria forçar muito a barra.
Realmente, demos uma bela de uma arregada, pra não dizer que fomos covardes. República Centro-africana: país sem litoral (sem passeio ao litoral); cheio de doenças; somente países complicados na volta (longe de Miami e Europa) e grupos rebeldes armados até os dentes (não dá para fazer ACISO e colocar aquela sargento/oficial bonitinha pra ficar mostrando os dentes para o NE ou revista verde-oliva).
E não adianta justificar que estávamos com a intervenção no Rio e a Operação Acolhida em Roraima, porque dinheiro tem.
Se a missão tivesse saído, num primeiro momento, iria só aqueles militares “alterados”, sem cursos, sem idiomas e fora do segmento feminino. Depois, se as coisas “tranquilizassem”, aconteceria as puxações de tapete que vimos acontecer nos quase 13 anos de Haiti.
Entretanto, ainda queremos um assento no Conselho de Segurança da ONU.