
Em entrevista a Folha de São Paulo, o vice presidente eleito abordou diversos assuntos controversos e criticou a comunicação do novo governo. Seguindo seu estilo, deu mais uma declaração polêmica, ao dizer que o Senador Magno Malta, ao perder a reeleição no ES, tornou-se um ‘elefante na sala’ para o futuro governo de Bolsonaro.
Mourão defendeu que se discuta a reforma da Previdência ainda este ano, mas reconhece que haverá dificuldade em se aprovar o projeto neste momento.
Ele definiu as mudanças nas regras de aposentadoria como ‘necessárias’ e usou uma metáfora do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, como exemplo.
“O Paulo Guedes faz uma imagem que eu considero muito pertinente. Ele diz que nós temos um avião que vai cair no nosso colo. Se a gente passar essa reforma, o avião vai voar mais lá para frente. E ai a gente tem tempo de trocar o motor com ele voando. Essa é a importância dela.”
Apesar da defesa, o general diz que os militares não serão incluídos na reforma em um primeiro momento.
“Os militares não estão abrangidos nesta reforma. Eles não estão neste pacote. Esse pacote mantém como está. Não vai mexer nele. A posteriori, é isso que é, vamos ajustar o motor do avião com ele voando.”
Leia a entrevista na íntegra.
Folha de São Paulo/montedo.com
Respostas de 12
Este ano será difícil aprovar alguma coisa à favor do futuro governo.Com a grande renovação do Congresso, os que perderam vão atrapalhar as votações.Um detalhe, quanto menos vitórias antes de assumir, o novo governo vai levar mais “pedradas” das esquerdas, em 2019.
Não vejo problemas de taxar as filhas dos militares, também não vejo problemas de incluir os militares na reforma, desde que sejam garantidos os mesmos direitos aos militares, FGTS, Carga Horária prevista e etc. Acho que os novos militares receberão muito melhor, os novos, pois os antigos entraram com outras regras…
porque esse carra nao fica de boca calada. é uma m….atrás da outra.
Em entrevista neste momento pela Globonews Bolsonaro disse que as forças armadas estarão presentes na política nacional, ao contrário dos governos do PT e de FHC.
É bom que as derrotas fiquem “nas costa” desse TEMER, pois também é igual petistas: “UM VASELINA”.
Eu só gostaria de saber por que a Previdência chegou a este ponto, se, quando foi criada, todos os trabalhadores tiveram que pagar por 35 anos até poder se aposentar, e naquele tempo o Brasil era, ao contrário do que dizem dos dias hoje, um país de jovem ativos.
Aumentar para 35 anos militares que já passaram do 20 anos é injustiça . Não pode mudar a regra do jogo quando se está jogando . Os militares já deram o seu sacrifício e continum dando. Trabalhar mais 5 anos para praça corresponde a 10 .
Vi o General comentar que ele mesmo trabalhou até 63 anos e não é justo um “CARA” trabalhar até 48, 49 anos.
São perpectivas diferentes ….
General trabalha? Oficial trabalha? fica em frente a mesas sentados dando ordens…..quem faz a força são 3º Sargento novos, Cabos e Soldados; e quem faz documentos para eles são 2º Sargentos a Subtenentes……não fazem nada…..assim so mandando trabalho ate morrer.
Conseguiu resumir bem a “casta militar”
Fiquem tranquilos, que os militares terão um “pacote” só para eles…
General Mourão apesar de ser General de Exército fala muita besteira. Um cara contra a sua classe, um completo ignorante e CAPIAL, tipo aqueles de roça, com seu jeito bronco e grosso. alguém assessore este general, que não não Lembra o que os militares das FFAA perderam em 2000/2001, coma MP do Mal, perdemos Anuênio, perdemos posto acima, perdemos LE, ETC. As Policias Militares e Bombeiros Militares pelo Pais ainda tem estes benefícios; mais a tropa das FFAA (maioria praças), traída pelos seus superiores, que muitas vezes já tinham garantido os direitos, quando tiraram dos seus subordinados; continuam com seus salários minguados……parabéns Generais. Militares das FFAA ganhamos pior no Executivo graças a oficiais do Estados Maior das forças que não lutam por nos……..
Por que isso não me surpreende? Quem votou no Bolsonaro achando que fosse melhorar algo……