Para quem cobra mais ações dos militares na segurança após a intervenção, o ministro interino da Defesa, Joaquim Silva e Luna, diz que o “Rio é o ponto final de uma caminhada”.
Ou seja: as ações também são fora do Rio. É que as Forças Armadas têm feito operações para evitar que armas e drogas cheguem aqui. Ele cita o caso, ocorrido semana passada, de um avião da FAB que interceptou um bimotor com mais de meia tonelada de cocaína, em Mato Grosso.
O Globo/montedo.com
Uma resposta
Interessante é colocar soldados, que daqui a pouco estarão dando baixa e voltado para a comunidade, correndo atrás de traficantes. Quem protegerá o rapaz, agora civil, se nem militares da ativa protegem? Tem que pensar nisto, Sr. Ministro!