
Refugiados sírios regatados por militares da Marinha do Brasil, que compõe a FTM, estavam bastante debilitados Foto: Força Tarefa Marítima UNIFIL / ReproduçãoMigrantes estavam sem comida havia três dias
O Globo com Ansa
Um navio da Marinha do Brasil socorreu 31 refugiados que estavam à deriva em um barco clandestino na costa do Líbano, no Mar Mediterrâneo Oriental, diringindo-se à ilha do Chipre, que faz parte da União Europeia.
Segundo o Ministério da Defesa brasileiro, o resgate foi feito pela fragata Liberal, que integra a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil), na última quinta-feira.
Os refugiados, provenientes da Síria, estavam sem comida e água havia três dias e receberam assistência do navio brasileiro.
“Toda assistência necessária foi fornecida pela Unifil, para amenizar o sofrimento das pessoas a bordo, com o fornecimento de água, comida, assistência médica e alguns medicamentos”, diz uma nota do Ministério da Defesa.
Segundo a Defesa, a embarcação continuou no local para prestar todo o auxílio possível aos refugiados, à espera de duas lanchas patrulha para resgatar os imigrantes. O plano pretendido pela fragata era escoltar os resgatados até as águas territoriais libanesas, e lá encerrar suas ações. Não foi informado se esta parte da missão já aconteceu, na tarde desta segunda-feira.
Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), 25.437 migrantes forçados conseguiram concluir a travessia do Mediterrâneo Oriental em 2018 e outros 152 morreram tentando.
Não é a primeira vez que um navio da Marinha brasileira socorre migrantes em situação de risco. Em setembro de 2015, a corveta Barroso resgatou 220 refugiados que estavam numa embarcação precária no Mar Mediterrâneo, numa operação que levou mais de 20 horas. Entre os resgatados estavam 94 mulheres, 37 crianças e quatro bebês, sírios em sua maioria. Na época, o comandante Alexandre Amendoeira Nunes contou que muitos estavam desidratados.
A corveta havia sido acionada pelo Centro de Busca e Salvamento italiano para ajudar no resgate. A embarcação com os refugiados estava a cerca de 300 quilômetros da Sicília. Segundo a Marinha, a corveta Barroso havia partido do Rio de Janeiro no dia 8 de agosto para participar da Força-Tarefa Marítima das Nações Unidas no Líbano.
O Globo/montedo.com
Respostas de 7
O Brasil e suas Forças Armadas voltará a ser grande…salve a Marinha do Brasil!!!
Vamos utilizar o plural corretamente, antes de qualquer coisa?
Calma companheiro, foi apenas um lapso.
Daqui a pouco ele fará a devida correção da concordância, ok?
Obrigado!
Sub Ten muito brabo com tudo isso.
tinha que ser um subtenente para se preocupar com estas coisas. Vai buscar fazer pontos para ser promovido a QAO. KKKK
Já estou na Reserva, meu nobre.
E, a julgar pelo seu comentário chulo, não vou esticar muito o assunto.
Iguais a vc, recalcados e desleais, servi com com vários.
Não deveria, mas vou lhe dar um exemplo: Subtenente (com S maiúsculo, por favor) é graduação de respeito. É aquele camarada que se estabelece pela competência e firmeza de atitudes perante o Cmt Cia e, principalmente, perante os Sgt/Cb/Sd da SU.
Sem, no entanto, precisar bajular ninguém e não tão pouco ser arrogante com o subordinado.
O resto é consequência.
Sabidão.
Parabéns Marinha do Brasil!!!!!