
Ministro da Defesa afirma que está preocupado com crescente intolerância no País; candidato passou por cirurgia
Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA – O ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, disse ao Estado, após o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL-RJ) ter sido esfaqueado em campanha, estar “muito preocupado com a crescente intolerância” no País. Para Silva e Luna, essa intolerância está causando “apreensão a todos que têm responsabilidade com a garantia da estabilidade das instituições, da lei e da ordem”.
O general participou nesta quinta-feira, 6, de uma reunião com os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica para tratar de orçamento das Forças Armadas. Durante o encontro, os comandantes foram informados do ataque a Bolsonaro e sobre a evolução do estado de saúde do candidato.
A avaliação foi de que há um “acirramento dos ânimos” e uma preocupação de como será conduzido o processo eleitoral daqui para a frente, com a possibilidade de aumento da violência. Eles, no entanto, apenas acompanharão a evolução dos fatos.
“Vamos só acompanhar”, declarou o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, ao sair da reunião e seguir para o Quartel General do Exército, para participar de uma outro encontro, por videoconferência, com os demais generais do Alto Comando da Força, convocado pela manhã para tratar de temas administrativos. O comandante reconheceu, no entanto, que o tema central do encontro seria o ataque a Bolsonaro e o acirramento dos ânimos.
O general Villas Bôas afirmou ao Estado que ficou “muito preocupado” com este episódio que classificou como “inadmissível”. O comandante afirmou que pediria aos generais do Alto Comando que acompanhem “mais de perto o nível de insegurança nas campanhas e a possibilidade de crescer a violência no País”. Para ele, este episódio deverá “repercutir em todo o processo eleitoral e deve gerar mais instabilidade”, mas ressaltando que “pode aumentar o nível de tensão”.
O Estado de São Paulo/montedo.com
Respostas de 4
Minha preocupação é de que a situação Esquerda e Direita sabendo que Bolsonaro está se destacando na opinião pública, e pelo desespero da Esquerda que tenta trazer Lula ao cenário Político, e não tem conseguido por vias judiciais, tente sabotar o Candidato da Direita de uma forma ou de outra. Acontece que no cenário político está em pauta um Capitão um General Quatro Estrelas do Exército. E é ai que a repercussão do fato pode tomar rumo diferente. Se torna mais preocupante para as Forças Armadas a investidura no cenário Político do General Mourão. Desta forma As Forças Armadas tem que se preocupar em virtude de que quando o General Mourão tiver que responder politicamente no processo eleitoral, em virtude de Bolsonaro estar hospitalizado, e de General Mourão ter a mesma linha de pensamento que Bolsonaro, venha a Esquerda tentar alguma coisa. Existe um fato novo, o crime praticado contra Bolsonaro é de Crime contra o Estado de Direito. Isto pode dar direito as Foças Armadas tomar uma decisão de Estado. A Esquerda não tem somente uma via para tentar eliminar, mas duas, como uma via está lesada resta a outra via que é o General vice candidato de Bolsonaro e eu peço que As Forças Armadas estejam atentas a este porém com muita responsabilidade que o caso requer.
Tem que concentrar seguranças em número maior no hospital em que Bolsonaro está hospitalizado. A fim de não ter falha de segurança como existiu no primeiro momento.
BLA BLA BLA vamos só acompanhar bla bla bla
ciranda cirandinha bla bla bla vamos todos acompanhar
a cada dia a credibilidade cai, nenhuma palavra mais forte,
estamos a dançar ao som de mais um bla bla bla
seguindo este caminho teremos mais oportunidades de novos atentos e bla bla bla vamos acompanhar.
pq é tão dificil uma postura fora da zona de conforto?
pq pq pq .??????????
Onde ficou o aprendizado da AMAN, para dizer: auto, identifique-se?