
Marcio Dolzan
O ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, afirmou neste sábado (25) que considera importante que a intervenção federal na segurança pública do Estado do Rio seja mantida até 31 de dezembro, como está previsto.
O ministro defendeu a intervenção, com o objetivo de reorganizar a política de segurança pública do Rio. Nesta semana, três militares morreram durante operação das Forças Armadas na região.
“A operação de garantia da lei e da ordem, que está dando corpo às atividades, está prevista para ser encerrada em 31 de dezembro. Entendemos que o planejamento feito pelo interventor considera isso. Considero que deva terminar no dia 31, que não seja antecipada nem tampouco postergada”, afirmou Silva e Luna, em visita ao porta-helicópteros multipropósito Atlântico, maior navio da esquadra brasileira, que chegou neste sábado ao Rio.
Segundo o ministro, a situação de caos vista na época do Carnaval passado já não ocorre mais.
“Essa situação está superada já. Nosso pessoal que estava empregado em UPP (Unidades de Polícia
Pacificadora), que não era tão importante, já foi retirado dessas missões, já passaram a integrar
companhias. O pessoal fez um treinamento, recebeu armamento e munição. Começou a
produzir resultados.” Joaquim Silva e Luna, ministro da Defesa
O objetivo da intervenção federal, disse o ministro, é reorganizar a política de segurança pública do governo fluminense. “A grande missão dessa intervenção é entregar para o Rio de Janeiro no fim do ano uma polícia, ou um sistema de
segurança pública, melhor organizado. Com armamento, equipamentos, treinamento e uma doutrina”, afirmou Silva e Luna.
UOL/montedo.com
Respostas de 5
Seria isto uma piada de mau gosto? Como esses caras gostam de nos enganar! O que normalizou neste RJ? Cadê a “missão dada, missão cumprida”? Agora é que os bandidos vão “crescer e tirar onda” mesmo! Quanta vergonha, “ministro”!!!
Será que ele está se referindo ao mesmo Rio de Janeiro que conhecemos?
Temos que ter em mente que o tráfico sempre existiu. O que levou à intervenção foi o fato de haver, em março, arrastões em plena luz do dia, que em um deles um Policial Civil foi reconhecido e espancado até a quase a morte e começaram a fazer arrastões em Supermercados. Foi isto que tornou a situação no Rio insustentável.Pode pesquisar nos jornais da época, dias antes da intervenção ser decretada. Achar que todos os problemas seriam resolvidos, não havendo distinção na lei entre cidadão honesto( que deve ser protegido), bandido de faca/pistola e bandido de fuzil, tendo todos (como se cidadãos honestos fossem) Direitos irrestritos e invioláveis, mesmo os últimos estando em confronto armado com as autoridades….Era sonhar demais, não é?….cadê os arrastões? Missão cumprida, sim.
Onde estão os arrastões? Na Av. Brasil, Linha Vermelha e Linha Amarela, sempre, é claro, de forma inopinada. A Intervenção Militar não deu certo porque mandaram o EB para o combate de mãos amarradas. No Haiti quem diatava as regras era o EB. Por isso deu certo. No Rio quem dita as regras é a mídia, direitos humanos, e todos os aparatos defensores da bandidagem, “vítima” da sociedade. Lamento, mas a missão não foi cumprida, e a culpa não é do EB.
Hipocrisia pura!!!querem que o Exército conserte em 6 meses, algo que já vem acontecendo a mais de 30 anos, e pior, com o consentimento dos governos anteriores corruptos e de suas policias extremamente mal preparadas e desequipadas. O RJ hoje, nitidamente vive um estado de guerrilha urbana declarada. Querem que o Exército resolva? então afastem toda essa corja de corruptos do RJ, afaste os policiais corruptos e deixem o Exército trabalhar como Exército sem a interferência de “direitos Humanos”, “OnGs”, etc…o resto é conversa fiada