
Candidato do PSL a presidente foi ao velório do cabo do Exército assassinado no Rio
O deputado federal e capitão reformado, Jair Bolsonaro (PSL), foi ao velório do cabo do Exército Fabiano de Oliveira Santos, 36, o primeiro militar morto em confronto durante a intervenção federal no Rio de Janeiro.
Questionado sobre o que a intervenção poderia fazer para evitar esse tipo de morte, o candidato se limitou a dizer, com os olhos marejados: “Eu resolvo quando eu for presidente”.
Fabiano foi baleado no ombro na manhã desta segunda (20) durante uma operação das forças de segurança nos complexos de favelas do Alemão, da Penha e da Maré, na zona norte do Rio, em uma área conhecida como Serra da Misericórdia.
Após acompanhar o sepultamento do cabo, em Japeri (Baixada Fluminense), que contou com a presença de muitos militares e foi fechado à imprensa, Bolsonaro afirmou que não daria mais declarações sobre a morte e a intervenção federal em respeito à família.
Ele não ficou para o enterro do segundo militar morto na mesma operação da zona norte, João Viktor da Silva, 21. O integrante do 25º Batalhão de Infantaria Paraquedista foi atingido na cabeça e chegou a ser levado ao Hospital Getúlio Vargas, mas não resistiu.
Jair Bolsonaro lidera as intenções de voto à Presidência em um cenário sem o ex-presidente Lula, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta segunda. Ele aparece com 20% da preferência do eleitorado, seguido por Marina Silva (Rede), com 12%, e Ciro Gomes (PDT), com 9%. (Com informações da Folhapress)
FOLHA DE SÃO PAULO/montedo.com
Uma resposta
A inteligência nas respostas diretas, sem “enroleixon”, atrai mais adeptos a sua candidatura. Os repórteres ficam cutucando a “onça” com vara curta só para tentar conseguir uma resposta errada e criticá-lo depois. Infelizmente, como presidente, não poderá fazer tudo o que diz.Dependerá de um congresso, que está cheio de figuras maléficas que vão ser contra ele, só por vingança.Por isso, ele precisará de uma maioria maciça lá dentro para aprovar as medidas necessárias. Vamos ajudar nisso ou vamos ficar mais oito anos chorando pelos cantos e reclamando no site do Montedo?