Sem bolsa-atleta! Recruta do Exército vai representar o Brasil no Panamericano de Karatê

Cascavel (PR) – A Companhia de Comando da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada homenageou em formatura o soldado recruta Davi Junior Gnoato Ferracioli, que conquistou a medalha de bronze em duas categorias na etapa classificatória do Campeonato Brasileiro de Karatê, realizado em Porto Alegre, de 7 a 9 de julho.
O Soldado Davi foi também Campeão da Seletiva Nacional, o que lhe rendeu a convocação para a Seleção Brasileira de Karatê, que defenderá o Brasil no Campeonato Panamericano, que será disputado de 22 a 28 de agosto em Guayaquil, no Equador.

Com informações da página do EB (Imagem: Cia Cmdo 15ª Bda Inf Mec)

Respostas de 10

  1. Pois é, pois é.Onde estão os incentivos para manter esse jovem nas fileiras e influenciar outros? Os atletas "tampões" só estão interessados neles e no futuro da carreira de atleta.

  2. Devem ajudar e incentivar o militar por ser esportista mas, não confundam as coisas, o karate está sendo disputado nas olimpíadas, existem 200 estilos de karate e outras lutas como muai thai, full contact etc, não são olímpicas e todos os dias são fundadas mais federações, sem nenhuma representatividade. As FFAA devem incentivar os esportes olímpicos que, apresentam organizações nacionais e internacionais sérias e filiadas ao COB e COI.

    1. Pois essa mesma organizacão que, com muita luta, tornou o karatê olímpico é a mesma que estará sediando o Campeonato Pan Americano; que acontecerá no Equador dentro de alguns dias. Tenha certeza que o investimento estará indo para o atleta certo.
      Sobre representatividade e essas federações fantasmas, concordo com as suas palavras.

  3. Na hora de pegar na pá, enxada e tapar buraco ou fazer operações nas fronteiras e ficar lá por meses,os atletas saem. Ficam só os guerreiros.

  4. O Correto seria dar a baixa dele como recruta e fornecer a tal bolsa-atleta ,promovendo-o a terceiro-sargento. Não é assim que funciona com os outros? Eu, no lugar dele, iria de imediato propor esta ideia e em caso de recusa, quando cumprisse o meu tempo de serviço obrigatório, eu pediria baixa e entrava no dia seguinte com um requerimento na Marinha ou na FAB, alegando e comprovando ser atleta de alto rendimento e solicitaria admissão em uma destas forças como atleta bolsista.

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