Exército faz política e expõe flacidez institucional

Blog do Josias/montedo.com

Respostas de 6

  1. Boa tarde, Marcelo, pode ser… mas como você sabe que verdade não existe no singular, o cara não está dizendo bobagens.

    Eu por exemplo poderia imaginar que o General queria receber o Bolsonaro, e para não ficar parecendo favoritismo/intenção-de-voto/Apoio/etc, ele convidou todos os outros, não necessariamente em ordem de importância.

    No fim das contas, que é estranho prá caramba… é!

    Aqui, 3 comentários interessantes sobre esq/dir:

    Ronald Reagan: Não existe direita ou esquerda. Existe estar por cima e estar por baixo;

    Diogo Mainardi: Brasil não tem direita ou esquerda. Tem um bando de salafrários que se unem para roubar juntos;

    Eu: Direita e esquerda que funcionam, estão nos quarteis. E olha que existe ainda o meia-volta!

    Repito, em outubro voltemos bem e coloquemos os não corruptos no poder.

    Grande abraço,

  2. Precisamos falar de política nos quartéis, ainda conheço oficiais que torcem a cara quando toco no assunto. Nossas melhorias só vão aparecer quando tivermos representantes fardados.

  3. Discordo da opinião feita pelo comentarista do vídeo, Josias.

    Acredito que todas as instituições públicas deveriam fazer o mesmo com todos os presidenciáveis. Mostrando abertamente os pontos fortes e pontos fracos de cada setor. Destacando as melhorias que devam ser feitas e as oportunidades que poderiam ser melhores aproveitadas.

    Isso ajudaria aos pré-candidatos formularem um plano de governabilidade mais tangível, mais próximo da realidade. E aquele que oferecesse as melhores propostas, aquele que se mostrasse mais preparada, poderia conquistar mais votos.

    Lembrando que isso acontece até nos quartéis quando o futuro comandante nomeado realiza aquela visita prévia para conhecer melhor a OM e receber da melhor forma possível o comando da unidade.

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