Continência no pódio: “Não é porque ninguém pediu não, é por mim mesmo”, diz Felipe Wu

“Não é porque ninguém pediu não, é por mim mesmo”
Atirador Felipe Wu ao prestar continência no pódio, após receber a medalha de prata

Respostas de 15

  1. o Grande problema do Brasil é o analfabetismo mental não adianta o cara ser pós graduado, doutorado se for analfabeto mental, uma pequena história real que aconteceu no interior do Rio Grande do Sul em uma operação com os Argentinos, após a formatura que contava com a presença de crianças das escolas próximas a unidade militar onde ocorria a solenidade, pousou no campo de futebol dois helicópteros para visitação, as crianças que estavam com bandeiras do Brasil e da Argentina impressa em papel jogaram no chão e saíram correndo naquela oportunidade o comandante da tropa Argentina era um General veterano de Guerra das Malvinas ao ver isso ele começou a gritar para nós que estavam próximos "Nâo, és um Manto" e nós entendendo a veneração com a bandeira dos países saímos correndo para recolher porque até num simples papel onde estava impressa uma bandeira de um país deve ser venerada por sua população como se fosse um manto sagrado, então quando um atleta faz uma continência a sua bandeira não está idolatrando o regime político, o seu governante as pessoas da politica e sim ao manto da sua terra, o seu país, é desforma que seus compatriotas tem que ser encarada a continência dos atletas, dos militares, de todas as pessoas que gostam de viver num país livre e que respeita seus costumes e tradições infelizmente deturpam a história e atrelam a recalques políticos com seu analfabetismo mental, que saudade dos 7 de setembro onde todos iam para avenida festejar liberdade a pátria infelizmente hoje os pseudos intelectuais destruíram o amor a pátria por isso estamos indo barranco a baixo.

  2. Garanto que, se fosse para fazer continência para o pavilhão americano, esses mesmos críticos apoiariam com louvor. Brasileiro é assim mesmo, uma besta! Parabéns ao atleta brasileiro de verdade!!!
    Cada vez mais, chego à conclusão de que estamos, agora, criando duas novas raças no Brasil, a de militares e a de civis, tudo graças a alguns "esquerdopatas" por aí.

  3. Essa continência no pódio custou caro às FA…mais de 6 mi mensais custeando salários, encargos, alimentação, diárias, viagens desses atletas, por continências em um pódio…como se todos os outros problemas deixassem de existir naquele momento. E os projetos estratérgicos? O blindado Guarani..o novo fuzil da IMBEl (que já foi concebido obsoleto, comparado com padrões mundiais e em uso em FA de países de 1º mundo)…O SISFRON…..todos parados, porque falta dinheiro…ironia não? Ou inversão de prioridades? E quanto à situação calamitosa que coloca ODs e CMTS com fornecedores encolerizados às portas, pois já não recebem a bastante tempo, pois não há dinheiro? Sem falar na ruína salarial, apesar dos acomodados virem aqui falar asneiras, nossa carreira é a pior remunerada dentro do executivo. Tudo isso não importa…o importante é ser "patriota" e aplaudir nossos "militares" alugados.

  4. Anônimo 8 de agosto de 2016 11:19, aproveita é vá reclamar do Eduardo Paes e do Cabral/Pezão também! Por que só dos militares?!

  5. Anonimo 08 Ago 15:02
    Nitidamente és outro alienado que vive do "pão e circo". Vibre muito com seus "heróis" olímpicos. Não deve haver nada de errado com sua rua, sua cidade, seu estado…se for militar então deves estar em Marte, em aditância.

  6. Pelo entendido, nem os próprios militares conhecem a lei que os rege: Prestar saudação a bandeira é um obrigação de qualquer militar e nada é mais honroso e patriótico do que isso: Lei 5700/71 – Art. 30 – CF): Nas cerimônias de hasteamento ou arriamento, nas ocasiões em que a Bandeira se apresentar em marcha ou cortejo, assim como durante a execução do Hino Nacional, todos devem tomar atitude de respeito, de pé e em silêncio, o civis do sexo masculino com a cabeça descoberta e os militares em continência, segundo os regulamentos das respectivas corporações. Crime de contravenção penal, Art. 35 – CF. Voltem para a escola idiotas úteis: A continência militar: Ela é o sinal de respeito dado pelo militar individualmente a seus superiores, iguais ou subordinados, – às autoridades, à bandeira ou ao hino nacional, à tropa, na conformidade deste regulamento, ou dado coletivamente pela tropa nas mesmas condições. A continência de um militar a outro é essencialmente impessoal, e por isso é uma obrigação mutua, a cumprir em qualquer situação. Ela visa o uniforme ou a insígnia, não a pessoa do seu portador, e por isso nenhum militar tem o direito de dispensa-la. À bandeira nacional, conduzida por tropa, e o hino nacional, quando executado juntamente com uma continência ou em solenidade cívica. Todo militar faz alto para a continência à Bandeira, ao Hino e ao Presidente da Republica; as praças a aos oficiais generais de terra e mar. Quando um militar ouvir tocar o Hino Nacional, em uma solenidade, fará alto, voltado para a música, e ficará em continência enquanto durar a execução.

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