Rio de Janeiro (RJ) – Acidente com viaturas do 31º Grupo de Artilharia de Campanha (Escola), na manhã desta sexta-feira (25), no deslocamento entre Resende e a capital carioca. Não houve feridos.
Será que mantiveram uma distância de 50 ou 80 metros entre uma viatura e outra ? Não me lembro a distancia contida no manual. Comboio não pode andar junto.
Enquanto o EB não investir no fator humano fatos como esse será corriqueiro. Foi-se o tempo que para ser um bom militar bastava andar bem apresentado e dizer sim senhor. Negligenciando o auto aperfeiçoamento, a educação continuada e valorizando a apenas demagogia, materializada pelo conceito de cabresto. Quem é das antiga que hoje tem mais de vinte anos de sv diga ai, quando você foi bem visto por tentar estudar, tentar, pois, sempre quando tentava existia uma missão, levar vtr, buscar, escala extraordinária…, só rolha. Existem pessoas preocupadas com a força, entretanto, essa fração de pessoas ainda são da geração que ora surge no horizonte. Caso duvide, me diga se vc não conhece alguns militares bem sucedido que não sabe redigir um diex, se falar em chefia baixa ao HG. Se ainda tiverem dúvidas só tenho a dizer que o EB, ou alguém, foi muito inteligente em adotar o SIPPES para o pagamento de pessoal, pois daqui a algum tempo vai ser difícil encontrar alguém que saiba ou queira aprender a trabalhar no setor de pagamento. Temos muitos companheiros que foram mimados pelos oficiais, é oficiais. Agora que fica pagara a conta.
A dificuldade está em todo o Exército: faltam motoristas categorias C, D e E, principalmente com curso de transporte de passageiros (ônibus), cargas perigosas e APH (ambulância). O alto custo para o militar se especializar e a dificuldade dos Cmt entenderem que é necessário o EB pagar pelo custo, são os principais problemas. A solução encontrada foi a contratação de Cabos Técnicos Temporários já com estas categorias, porém um bom motorista especializado ganha mais trabalhando em transportadoras. O EB começa a se ressentindo da ida para reserva dos QE.
O dia que acharem o manual no qual consta as atribuições do chefe de viatura postem o link aqui no montedo, pois nunca vi tal manual (e não vale o C 25-10 transportes militares, pois ele foi revogado em 2006). Se não há manual, não há atribuição nenhuma do chefe de viatura, que inclusive é uma invenção do EB, pois no mundo civil e conforme o Código de Trânsito Brasileiro é só o motorista e pronto.
Chefe de viatura não existe no código de trânsito, é apenas o carona. A responsabilidade é de quem está dirigindo. Quem vai ao lado pode, no máximo orientar, mas mesmo assim estará tirando a concentração de quem dirige. Nem mesmo em empresas de transporte, ou de viagens existe alguém que se ponha na condição de ser responsável por um veículo sem estar ao volante do mesmo. Obviedades que a ignorância sistêmica e continuada teima em confrontar.
Quantas opções! Falta de manutenção nos freios; falta de atenção; excesso de velocidade com receio de tiro dos traficantes;etc, etc. Uma coisa é certo, está havendo muitos acidentes envolvendo viaturas militares.
-Senhores, a missão de hoje é parar um caminhão com um obuseiro! -Ciente! Crinnnnchhhhh…BUMMMMMMMMMMMM…. -Missão paga,missão cumprida,Senhor! – Meeeeeuuuuuu Deuuuuuuusssss do Céu! "Kiiii M…."!
É muito fácil resolver, instaura sindicância e imputa os danos ao motorista e ao chefe de viatura! Essa é a visão de nós oficiais. Não nos preocupamos com o fator humano.
O motorista precisa de freio ou seja do chefe de viatura, portanto, o Ch Vtr não é apenas um boneco ou um enfeite, Tem que agir, orientar, ajudar o motorista quando preciso. Não é pra dormir, ficar no Zap ou outras fuleiragens não. Tenham responsabilidade.
Concordo com o anônimo sobre a calça do PE, certamente a culpa não é dele, quem cria uniformes no EB não se preocupou em criar algo que o batedor pudesse usar com maior conforto e elegância. Se fosse paisano, estaria passando fome, como é do EB, vira um Hugo Boss da mulambagem.
g. Deslocamentos motorizados – ver o quadro contendo as velocidades.
h) A fiel observância dos limites máximos autorizados e do respeito às leis do trânsito é da responsabilidade dos seguintes elementos: – do Cmt do comboio, ou de quem for por ele designado para marchar à testa da coluna, e dos chefes de viaturas; e
– do próprio motorista, quando estiver sozinho.
i) Nenhum responsável poderá alegar, como explicação ou justificativa, o desconhecimento dos limites máximos autorizados, das ordens particulares do G Cmdo ou da U e das leis de trânsito em vigor.
j) Nos deslocamentos de viaturas operacionais, em comboio ou isoladas, o chefe da viatura, obrigatoriamente um oficial ou graduado mais antigo que o motorista, deve deslocar-se na cabine, ao lado do motorista, e fiscalizar a observância das normas de segurança.
Respostas de 21
Será que mantiveram uma distância de 50 ou 80 metros entre uma viatura e outra ? Não me lembro a distancia contida no manual.
Comboio não pode andar junto.
Será que o chefe da Vtr orintou e alertou o motorista ?
Tem chefe que larga tudo nas mãos do motorista e vai dormir.
Enquanto o EB não investir no fator humano fatos como esse será corriqueiro. Foi-se o tempo que para ser um bom militar bastava andar bem apresentado e dizer sim senhor. Negligenciando o auto aperfeiçoamento, a educação continuada e valorizando a apenas demagogia, materializada pelo conceito de cabresto. Quem é das antiga que hoje tem mais de vinte anos de sv diga ai, quando você foi bem visto por tentar estudar, tentar, pois, sempre quando tentava existia uma missão, levar vtr, buscar, escala extraordinária…, só rolha. Existem pessoas preocupadas com a força, entretanto, essa fração de pessoas ainda são da geração que ora surge no horizonte. Caso duvide, me diga se vc não conhece alguns militares bem sucedido que não sabe redigir um diex, se falar em chefia baixa ao HG. Se ainda tiverem dúvidas só tenho a dizer que o EB, ou alguém, foi muito inteligente em adotar o SIPPES para o pagamento de pessoal, pois daqui a algum tempo vai ser difícil encontrar alguém que saiba ou queira aprender a trabalhar no setor de pagamento. Temos muitos companheiros que foram mimados pelos oficiais, é oficiais. Agora que fica pagara a conta.
Conde de monte cristo
Culpa da marmita…..
Tava dormindo o ch de viatura
A dificuldade está em todo o Exército: faltam motoristas categorias C, D e E, principalmente com curso de transporte de passageiros (ônibus), cargas perigosas e APH (ambulância). O alto custo para o militar se especializar e a dificuldade dos Cmt entenderem que é necessário o EB pagar pelo custo, são os principais problemas. A solução encontrada foi a contratação de Cabos Técnicos Temporários já com estas categorias, porém um bom motorista especializado ganha mais trabalhando em transportadoras. O EB começa a se ressentindo da ida para reserva dos QE.
O dia que acharem o manual no qual consta as atribuições do chefe de viatura postem o link aqui no montedo, pois nunca vi tal manual (e não vale o C 25-10 transportes militares, pois ele foi revogado em 2006). Se não há manual, não há atribuição nenhuma do chefe de viatura, que inclusive é uma invenção do EB, pois no mundo civil e conforme o Código de Trânsito Brasileiro é só o motorista e pronto.
A decisões judiciais que vão neste mesmo sentido, de que a responsabilidade é toda do motorista.
Comboio treinando formação cerrada…kkkk
Chefe de viatura não existe no código de trânsito, é apenas o carona. A responsabilidade é de quem está dirigindo. Quem vai ao lado pode, no máximo orientar, mas mesmo assim estará tirando a concentração de quem dirige. Nem mesmo em empresas de transporte, ou de viagens existe alguém que se ponha na condição de ser responsável por um veículo sem estar ao volante do mesmo. Obviedades que a ignorância sistêmica e continuada teima em confrontar.
Só assim para estes obuseiros velhos acertarem alguma coisa…
Quantas opções! Falta de manutenção nos freios; falta de atenção; excesso de velocidade com receio de tiro dos traficantes;etc, etc. Uma coisa é certo, está havendo muitos acidentes envolvendo viaturas militares.
A única função do chefe de viatura é ser o "Cristo" quando dá m…
A calça desse militar da PE está muito justa! Como ele consegue subir na moto? Há, deve estar de marruá.
-Senhores, a missão de hoje é parar um caminhão com um obuseiro!
-Ciente!
Crinnnnchhhhh…BUMMMMMMMMMMMM….
-Missão paga,missão cumprida,Senhor!
– Meeeeeuuuuuu Deuuuuuuusssss do Céu! "Kiiii M…."!
É muito fácil resolver, instaura sindicância e imputa os danos ao motorista e ao chefe de viatura! Essa é a visão de nós oficiais. Não nos preocupamos com o fator humano.
Várias observações poderiam ser feitas. Mas manjar a calça do PE , tá de brincadeira kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk tu não é biba não …
O motorista precisa de freio ou seja do chefe de viatura, portanto, o Ch Vtr não é apenas um boneco ou um enfeite, Tem que agir, orientar, ajudar o motorista quando preciso. Não é pra dormir, ficar no Zap ou outras fuleiragens não. Tenham responsabilidade.
Ô GESA "velho de guerra" kkkkk…
Concordo com o anônimo sobre a calça do PE, certamente a culpa não é dele, quem cria uniformes no EB não se preocupou em criar algo que o batedor pudesse usar com maior conforto e elegância. Se fosse paisano, estaria passando fome, como é do EB, vira um Hugo Boss da mulambagem.
Aos chefes de viaturas do Exército, V.Sa já leu ???? Ou quer só torar e ficar de enfeite !
Caderno de Instrução – PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE INSTRUÇÃO
PORTARIA N° 008 – COTER, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2002
LEIA NA ÍNTEGRA NO LINK ABAIXO …
http://docplayer.com.br/2709870-Prevencao-de-acidentes-de-instrucao.html
g. Deslocamentos motorizados
– ver o quadro contendo as velocidades.
h) A fiel observância dos limites máximos autorizados e do respeito às leis do trânsito é da responsabilidade dos seguintes elementos:
– do Cmt do comboio, ou de quem for por ele designado para marchar à testa da coluna, e dos chefes de viaturas; e
– do próprio motorista, quando estiver sozinho.
i) Nenhum responsável poderá alegar, como explicação ou justificativa, o desconhecimento dos limites máximos autorizados, das ordens particulares do G Cmdo ou da U e das leis de trânsito em vigor.
j) Nos deslocamentos de viaturas operacionais, em comboio ou isoladas, o chefe da viatura, obrigatoriamente um oficial ou graduado mais antigo que o motorista, deve deslocar-se na cabine, ao lado do motorista, e fiscalizar a observância das normas de segurança.