ES: mesmo após acordo, mulheres seguem bloqueando saída dos batalhões e greve continua

protesto
Protesto de mulheres de PMs continua no Espírito Santo
Na manhã deste sábado, elas permanecem em frente aos batalhões
Na manhã deste sábado (11), as mulheres dos policiais militares continuam protestando em frente aos batalhões, na Grande Vitória. Apesar de na noite de sexta-feira (10), as associações representantes dos policiais militares e membros do governo do Espírito Santo entrarem em acordo, no início desta manhã, a situação continua a mesma.
De acordo com a ata assinada pelas associações com o governo do Estado, os policiais militares e bombeiros deveriam voltar às ruas às 7h deste sábado, o que não aconteceu.
Para o governo, o fato de as mulheres dos policiais estarem ainda em frente os batalhões não significa que a negociação não foi bem sucedida. Diante de um movimento tão radicalizado como esse, era de se esperar que a situação não mudasse de uma hora para outra. O governo acredita que o acordo foi bem sucedido e que o movimento tende a se esvaziar.
O governo, inclusive, montou uma estrutura para que os ônibus voltassem a circular sem a presença da PM nas ruas, apenas com apoio da Força Nacional.
Interior do Estado
As mulheres dos Policias Militares continuam em frente aos Batalhões do interior do Estado. Em Cachoeiro, Piúma, Mimoso e Muqui, na região Sul, nenhum policial saiu para as ruas. Na Região Norte o quadro é o mesmo nos Batalhões dos municípios de Linhares, Aracruz e São Mateus. O comércio de Cachoeiro começa a abrir neste sábado.
Gazeta Online/montedo.com

Respostas de 7

  1. Eu me pergunto, vai ficar por isso mesmo? Não existe uma autoridade federal ou outra que determine a passagem por um simples portão de algum contingente de PM's? As pessoas que bloqueiam estão cimentadas lá? Entendo que são familiares mas, aí, como fica o cumprimento das leis? Se fossem outras pessoas da sociedade impedindo a saída deles por qualquer motivo, já teriam saído à força.

  2. Se fossem esposas de militares das forças armadas saíram à força mas os PM's respeitam as mulheres dos outros companheiros. Pra mulher temos força mas pra lutarmos por nós federais somos umas mocinhas. Olha nossa situação. As PM ganhando aumentos e nós "reposições ".

  3. Se o problema é não conseguir sair pelo portão por causa dos familiares, então pega um blindado e arrebenta um pedaço do muro e abre outro portão. Pronto, resolvido. Tem que parar com essa palhaçada. Se fossem os familiares dos militares das FFAA, já teriam tirado e a população estaria xingando e os meios de comunicação estaria "detonando".

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