MG: soldado do Exército é preso pela PF com centenas de arquivos de @bμsø sεxμ@l infantil

Imagem ilustrativa

Militar de 20 anos foi detido em flagrante durante operação da Polícia Federal; equipamentos eletrônicos foram apreendidos

Juiz de Fora (MG) – Um soldado da ativa do Exército Brasileiro, de 20 anos, foi preso em flagrante nesta quinta-feira (11), por armazenar centenas de arquivos de abuso sexual infantil. A Polícia Federal realizou a prisão durante uma operação no município. As autoridades não divulgaram a identidade do militar.

As investigações indicam que o suspeito mantinha fotos e vídeos envolvendo crianças e compartilhava o material por meio de uma rede social. A apuração identificou a prática criminosa após monitoramento conduzido pela Polícia Federal.

Durante o cumprimento do mandado de busca na residência do soldado, no bairro Benfica, os agentes localizaram grande quantidade de arquivos relacionados ao abuso sexual infantil. A equipe apreendeu um smartphone, um computador e dispositivos de armazenamento digital.

Após a prisão, a Polícia Federal levou o militar para a Delegacia da PF em Juiz de Fora, onde ele permanece à disposição da Justiça.

Exército anuncia providências administrativas

Em nota, o Comando Militar do Leste, por intermédio da Brigada de Infantaria de Montanha, informou que tomou conhecimento do caso e adotará as medidas administrativas cabíveis, conforme a legislação vigente. A instituição afirmou que repudia qualquer conduta ilícita e reiterou o compromisso com a legalidade, a ética e a transparência.

Orientação a pais e responsáveis

A Polícia Federal alertou pais e responsáveis sobre a importância de acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes. O órgão recomenda diálogo constante sobre riscos no ambiente on-line e orientação para o uso seguro de redes sociais, jogos e outras plataformas digitais.

A PF também esclareceu que, embora a legislação brasileira ainda utilize o termo “pornografia”, a comunidade internacional adota expressões como “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, para evidenciar a gravidade da violência sofrida pelas vítimas.

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