Recrutas faziam a guarda do local quando ocorreu o disparo; caso tramitará na Justiça Militar
Sâo Paulo – O Exército apura as circunstâncias da morte do soldado que morreu após ser baleado por um colega durante o serviço de guarda em um condomínio militar na capital paulista. O caso ocorreu na noite de quarta-feira (9), em uma área restrita do Condomínio Residencial do Ibirapuera, na zona sul de São Paulo.
Os dois militares eram recrutas e haviam sido incorporados em agosto do ano passado. Eles realizavam a guarda do local e tinham autorização para portar fuzis e pistolas. Durante o turno, um disparo efetuado pela arma do soldado Atirson do Nascimento atingiu o peito do colega, Antônio Henrique dos Santos Souza, de 20 anos.
A vítima chegou a ser socorrida por uma equipe do SAMU, mas não resistiu aos ferimentos. O autor do disparo foi detido e permanece preso no 8º Batalhão do Exército, também na zona sul da cidade.
As circunstâncias do tiro ainda não foram esclarecidas. O Exército apura se o disparo foi acidental ou intencional. Em nota, o Comando Militar do Sudeste lamentou a morte do soldado e informou que está prestando apoio à família.
Por se tratar de um caso envolvendo militares em serviço, a investigação será conduzida no âmbito da Justiça Militar. O Ministério Público Militar e a Justiça Militar vão apurar as responsabilidades pelo ocorrido.
Uma resposta
Morte em serviço, militares em serviço e por fim armamento do serviço, competência da JMU.