Polícia Civil investiga homicídio envolvendo militar do Exército em Juiz de Fora

Ocorrência foi encerrada na Delegacia de Plantão da Polícia Civil I (Deplan I), no bairro Floresta
Foto: Alex de Jesus/O TEMPO

Militar tentou ajudar a mãe da vítima, de 73 anos, que era agredida pelo filho

Será investigado na Delegacia de Homicídios da Polícia Civil de Juiz de Fora o caso de assassinato envolvendo um militar do Exército.

O autor, de 41 anos, foi preso pela morte de um homem de 45 anos no domingo (17). Segundo o Boletim de Ocorrência, ele tentou ajudar a mãe da vítima, de 73 anos, que era agredida pelo filho e pediu socorro no prédio onde moram, na Avenida dos Andradas.

De acordo com a Polícia Civil, o militar de 41 anos prestou depoimento na Delegacia de Plantão, foi realizado um auto de prisão em flagrante delito, que já foi remetido para a justiça. O militar foi encaminhado para uma unidade do Exército em Juiz de Fora.

A Seção de Comunicação Social do Comando Militar do Leste, ligado ao Exército Brasileiro, informou que está em investigação o caso de um homicídio envolvendo um militar do Exército.

Entenda o caso
De acordo com o boletim de ocorrência, o militar de 41 anos acionou o 190 ao ouvir os pedidos de socorro da idosa de 73 anos, que era agredida pelo filho, identificado como Daniel Carvalho de Andrade, de 43 anos.

Na ocorrência, consta que a idosa estava no corredor do prédio pedindo por socorro e que o atendente do Copom orientou o militar a passar o telefone para ela. Nesse momento, quando o solicitante abriu a porta para passar o telefone para a mulher, o agressor interveio.

Eles entraram em luta corporal, rolaram pelas escadas e, para se defender, o militar disparou três vezes contra o autor das agressões, que foi atingido por dois disparos. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas a vítima morreu no local.

Na ocorrência, ainda consta que a vítima tinha passagens por violência doméstica e agressões contra a mãe e os vizinhos. Houve perícia no local. E o militar foi encaminhado para oitiva na 4ª Brigada de Infantaria Motorizada.

itatiaia juiz de fora

7 respostas

  1. Se tivesse capivara de 10 metros responderia em liberdade. Da mesma forma se o filho da mãe concluísse sua intenção de terminar de agredir a sua mãe e em seguida matasse o militar. É assim que funciona a justiça nos dias atuais.

    1. Quem disse que ele está preso amigo? A reportagem é que está mal redigida, no Brasil v só responde se matar alguém por desavença, homofobia ou feminicidio, pode meter fogo a vontade em ladrão ou desajustados da sociedade, tá aqui alguém que já passou por isso, não leão de teclado.

      1. “O autor, de 41 anos, foi preso pela morte de um homem de 45 anos no domingo.” isso diz que não há e não houve prisão? Ninguém mandou vc ser leão de teclado. Se quiser capinar um terreno, me avise.

  2. Quem lê a forma como foi escrito, pensa logo já no militar enrolado, respondendo processo na justiça, ipm no quartel, alguns já dizendo:
    Pra que arma meu Deus, tá vendo? Olha aí o militar todo enrolado.
    Sabe o que aconteceu? Eu digo
    Delegado chama o escrivão e diz assim:
    Puxa toda a ficha desse vagabundo que morreu, dá um café pro sargento( ou oficial não sabemos) e pede desculpas pela canseira, porque o negócio vai demorar, perícia enche o saco, avisa que sua arma ficará apreendida por 30 dias, depois ele volta aqui mesmo na delegacia e retira, e outra, pede pra ele não ficar dando entrevista pra imprensa não, tudo urubu! Depois que fizer o BO pede pra ele assinar e traz na minha mesa e já libera o cara
    Preciso dizer mais alguma coisa ou esqueci?
    É assim que funciona, simples assim, só quem participou de ocorrência ou confronto sabe o que estou dizendo, o resto é papo e ladainha de formador de opinião do direito.

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