Exército se manifesta sobre ação com militares da Nicarágua

Lula cumprimenta o novo comandante do Exército, o general Tomás Ribeiro Paiva - Ricardo Stuckert/Divulgação

Força gerou polêmica nas redes sociais

CRISTYAN COSTA
Depois de gerar polêmica nas redes sociais, em virtude de um treinamento com militares da Nicarágua previsto para agosto, o Exército publicou uma nota se posicionamento sobre o caso.

“A Operação Paraná III é uma das atividades previstas pela Conferência dos Exércitos Americanos (CEA), organização internacional que possui vinte e três Exército membros, dois Exércitos observadores, duas organizações militares observadoras e dois observadores especiais”, diz o Exército, em nota publicada na sexta-feira 30. “O Exército, na qualidade de presidente da CEA, vem cumprindo seu papel de liderança no processo de expansão da cooperação e da integração no enfrentamento dos desafios e das ameaças que podem afetar a segurança e a estabilidade de todos os países do continente americano.”

A CEA possui 23 países membros e visa a aumentar a cooperação entre as forças dos países do continente. Além de Brasil, Nicarágua e Venezuela, fazem parte do grupo os Exércitos de Argentina, Estados Unidos, Uruguai, Bolívia e Chile. O órgão é atualmente presidido pelo general Tomás Ribeiro Paiva, comandante do Exército brasileiro.

O exercício consiste em uma simulação. Os organizadores criaram um país fictício que enfrenta instabilidade política, econômica, social, além de sofrer com catástrofes naturais, localizado na América do Sul. A ideia do treinamento é preparar os Exércitos, caso sejam eventualmente acionados para atuar em situações como essas.

Revista OESTE

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