Forças Armadas trabalham na recuperação de mais uma pista na TI Yanomami

Pista terra yanomami
Com a reforma da pista, objetivo é aumentar a capacidade de suprir a população da Terra Indígena (TI) Yanomami e os moradores do Quinto Pelotão Especial de Fronteira (5º PEF)

Tenente Flávia Rocha

Em quase quatro meses de Operação Yanomami, os desafios não param. Uma das principais complexidades é o acesso às aldeias indígenas localizadas na vasta Floresta Amazônica. Para minimizar parte desse obstáculo, militares das Forças Armadas trabalham para concluir a reforma da pista de pouso e decolagem do Quinto Pelotão Especial de Fronteira (5º PEF), localizado em Auaris, a 445 quilômetros de Boa Vista (RR).

Em fevereiro, também houve a recuperação da pista de pouso e decolagem do Quarto Pelotão Especial de Fronteira (4º PEF), do Exército Brasileiro (EB), localizado na região de Surucucu (RR). Nas duas localidades o único meio de acesso é o aéreo.

A obra de recuperação da pista em Auaris conta com o apoio da Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (COMARA), da Força Aérea Brasileira (FAB), e do Sexto Batalhão de Engenharia de Construção (6º BEC), do Exército. Além disso, helicópteros das três Forças fazem o transporte diário de massa asfáltica da Base Aérea de Boa Vista (BABV) até a localidade. O objetivo é aumentar a capacidade de suprir a população indígena da região, como também de prover o 5º PEF.

Segundo o Capitão Engenheiro Rafael Marques Alves, da COMARA, com a conclusão do reparo da pista, as Forças Armadas e outros órgãos públicos federais poderão atuar com mais agilidade e de forma mais econômica para atender os Yanomamis da localidade. “Assim, ficará mais fácil o transporte de cestas básicas, medicamentos e outros suprimentos, e aumentará a capacidade de realizar as Evacuações Aeromédicas e os transportes Aéreo Logísticos”, explicou.

De acordo com Sargento Técnico em Edificações Alexandre de Melo Lacerda, do 6º BEC, a reforma é crucial para que a pista possa permitir o pouso e a decolagem de aeronaves mais econômicas, como o C-98 Caravan. “O Batalhão atua na manutenção emergencial de forma a considerar um pouso com segurança de uma aeronave de asa fixa, de forma que possa suprir a necessidade tanto do 5º PEF quanto dos indígenas da região”, frisou.

5º PEF

Em Auaris, uma peça fundamental para o êxito de diversas ações da Operação Yanomami é o 5º Pelotão Especial de Fronteira. Além da missão de proteção e defesa das fronteiras, o Pelotão tem atuado no combate ao garimpo ilegal e no enfrentamento da emergência em saúde pública na Terra Indígena Yanomami.

Fotos e vídeo: Sargento Mônica / CECOMSAER

FAB

 

5 respostas

  1. O presidente Lula está no Japão, na Reunião dos líderes das maiores economias do ocidente. Incrível mas enquanto o abominável e sua trupe “usaram” u$ 65 bilhões das reservas internacionais do Brasil, na gestão do presidente Lula, essas mesmas reservas já foram recuperadas em mais de U$ 35 BILHÕES DE DOLARES. E o país só melhorando. Enquanto isso os carniceiros e apátridas urram de ódio e inveja e a caravana, que trabalha pela rápida recuperação e resgate do Brasil passa.

  2. Tapar um buraco, aprender um Revólver de plástico e uma quantia de droga que as policiais aprendem por minuto, ora senhores, repensem suas estratégias de mídia.

    1. Tá bom maria batalhão, amanhã a Gente dá um golpe de estado para te satisfazer e alavancar teu macho Alfa ao poder perpétuo.

      1. O que esperar de alguém que quer de toda forma expressar-se mas, sem argumentos e provavelmente com supletivo Incompleto, não consegue concatenar as poucas ideias, muito menos transcreve-las para um comentário. Felizmente, não tenho bandido de estimação, e se não tem ou não sabe o que dizer, faça como o General diante do Salles, fique calado, aceite a verdade que dói menos, tchuchuca.

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